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Bom dia e boa semana para si que nos acompanha! A Missa de encerramento da XVI Assembleia Geral do Sínodo, na Basílica de São Pedro, deixou mensagens fortes do Papa, que alertou para uma Igreja “sentada”, fechada na sua “cegueira” e que precisa de “sujar as mãos”, em resposta aos gritos do mundo. Uma mensagem que surge depois da aprovação do documento final e aponta caminhos de futuro, porque o Sínodo não para. Desde o Vaticano, os dois delegados da Conferência Episcopal mostram-se confiantes na mudança proposta por esta Assembleia Sinodal. D. Virgílio Antunes, vice-presidente da CEP, foi convidado da entrevista conjunta Ecclesia/Renascença, sublinhando o impacto do trabalho realizado nos últimos três anos. D. José Ornelas, presidente do organismo episcopal, destaca o desafio de fazer da Igreja uma “plataforma” de escuta, num mundo em crise. Ainda de domingo, chegou o apelo do Papa contra a “escalada” da guerra no Médio Oriente, uma região martirizada. Em Portugal, D. Bashar Warda, arcebispo de Erbil, deixou o testemunho de uma comunidade católica que se reconstruiu após a violência, agradecendo a solidariedade de todos os que se uniram a esta causa. A reportagem em Roma continua hoje com o acompanhamento do congresso “Do Concílio ao Sínodo. Releitura de um percurso eclesial, 60 anos depois da Lumen Gentium (1964-2024)”, na Universidade Pontifícia Gregoriana, apresentado como “o primeiro ato de reflexão teológica” após o encerramento da Assembleia Sinodal. O Programa ECCLESIA volta à sua companhia, na RTP2, pelas 15h00, evocando os 400 anos dos Vicentinos, com o padre Fernando Soares, da Congregação da Missão, a irmã Dora Zambujo, das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, e Mafalda Guia, da Juventude Mariana Vicentina. Despeço-me com votos de boas notícias, sempre, Octávio Carmo |
segunda-feira, 28 de outubro de 2024
É tempo de caminhar
domingo, 27 de outubro de 2024
E o Sínodo não vai parar #sinodalidade
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Bom dia, paz e bem!!
“Não tenho intenção de publicar uma exortação apostólica. É suficiente aquilo que aprovámos. No Documento há já indicações muito concretas que podem servir de guia para a missão das igrejas, nos diversos continentes, nos diversos contextos: por isso, coloco-o imediatamente à disposição de todos” – Papa Francisco aos participantes da assembleia sinodal, que responderam com uma salva de palmas. À saída da última reunião geral da sessão sinodal, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa destacou que o documento final “é entregue como caminho para o povo de Deus” “O Sínodo não terminou hoje, a fase decisiva do Sínodo começa hoje e é importante que cada Igreja, que cada família, que cada instituição da Igreja possa deixar-se permear por este sopro novo que sai do Sínodo” - D. José Ornelas No site da Ecclesia encontra várias notícias sobre o documento final da XVI Assembleia Geral do Sínodo que foi aprovado na totalidade dos seus 155 pontos, do jornalista Octávio Carmo, chefe de redação e vaticanista, enviado ao Vaticano. Esta sessão da Assembleia Sinodal, iniciada a 2 de outubro, tem 368 membros com direito a voto, dos quais 272 são bispos; à imagem do que aconteceu 2023, mais de 50 votantes são mulheres, entre religiosas e leigas de vários países. “De 2021 até agora, e depois desses dois anos nesse processo, foi um laboratório muito grande para entendermos o que é viver a experiência de uma Igreja sinodal. Eu penso que agora é levar adiante esse processo do que nós vivenciamos aqui e encantar as pessoas nas nossas paróquias, nas nossas dioceses. No caso do Brasil, viver essa experiência também” - Sônia Gomes de Oliveira, presidente do «Conselho Nacional do Laicato Brasileiro» “A gente leva uma bagagem de experiência, de reflexão, que precisa ser compartilhada e precisa de ir para as bases, ajudar as pessoas a refletirem e a construírem caminhos para a vivência dessa Igreja sinodal. Eu acho que a gente tem um papel que ele não pode ser deixado de lado mesmo” - Cristina dos Anjos, leiga brasileira, da Cáritas A assembleia sinodal, que decorre até este domingo, com o tema ‘Por uma Igreja sinodal: participação, comunhão, missão’, começou com a auscultação de milhões de pessoas, pelas comunidades católicas, em 2021. “Surgiram muitas questões que são preocupações autênticas, mas o Sínodo, enquanto tal, procurou estudar a sinodalidade, essa forma de novas relações e de compreender os lugares e os espaços para uma melhor evangelização e para a missão” - D. Ramón Alfredo de la Cruz, delegado da Conferência Episcopal da República Dominicana “Vi abertura, vi escuta, não só no Sínodo, mas também nos fóruns de Teologia, e isto é uma coisa que talvez tenhamos de habituar-nos, cada vez mais, a viver em todos os lugares na Igreja” – Padre Miguel de Salis Amaral, perito português na segunda sessão da Assembleia Sinodal Das notícias deste sábado, destaco ainda a mensagem de paz do presidente da CEP, sobre a violência da última semana na zona da capital portuguesa, e o primeiro ano de serviço de D. Américo Aguiar como bispo da Diocese de Setúbal. A não perder, na rádio, o Programa ECCLESIA, na Antena 1 da emissora pública, o convidado é o coordenador do projeto Rede Sinodal em Portugal, o jornalista Rui Saraiva, e a entrevista dominical com a Renascença, hoje a D. Virgílio Antunes, delegado da CEP no Sínodo; na televisão, o Programa ‘70*7’, pelas 17h46, na RTP2, apresenta uma peregrinação mariana escutista. Votos de um bom
domingo, e de uma boa semana! |
sábado, 26 de outubro de 2024
¿Un Plan B para Tierra Santa? Muchos cristianos allí apoyarían un único Estado si es con igualdad
Análisis desde Jerusalén del jesuita hebreo David M. Neuhaus

Con la guerra de fondo en Gaza y en Líbano, y la violencia extendiéndose en puntos de Cisjordania, el periodista y vaticanista Sandro Magister ha prestado atención a los análisis que ha ido haciendo un observador muy peculiar: un sacerdote católico, de origen judío, sin fe en su juventud, que se convirtió a Cristo a los 25 años.
Es el jesuita David M. Neuhaus, que de 2009 a 2017 fue el pastor encargado por el Patriarcado Latino de Jerusalén para atender a los católicos de lengua hebrea en Israel. Estos católicos son descendientes de judíos, o israelíes conversos, o los hijos de inmigrantes -desde filipinos a eritreos- que se han educado en lengua hebrea en escuelas israelíes. Neuhaus es profesor en el Pontificio Instituto Bíblico de Jerusalén y también ha sido el superior de los jesuitas en Tierra Santa.
Neuhaus ha escrito una serie de artículos en la revista de los jesuitas de Roma, La Civiltà Cattolica.
La novedad es que mientras la diplomacia vaticana sigue hablando de una solución de los dos Estados para el conflicto palestino-israelí (lo viene haciendo desde 1947, siguiendo una decisión de la ONU) Neuhaus argumenta a favor de un único Estado, pero donde tanto los palestinos como los israelíes estén bien representados y en paz. Magister lo llama «el plan B» de la Iglesia.
Los católicos de Tierra Santa hablan de «retórica vacía»
No sólo el jesuita israelí pide ya esa opción. El mismo Patriarca Latino, Giambattista Pizzaballa, que es franciscano e italiano, lo defendió hace ya 5 años.
El 20 de mayo de 2019, antes de la pandemia, de la guerra de Ucrania y de la de Gaza, los obispos católicos de Tierra Santa, incluyendo a Pizzaballa, declaraban: “Todo lo que se habla de una solución de dos Estados es retórica vacía en la situación actual. En el pasado vivíamos juntos en esta tierra, ¿por qué no podríamos vivir juntos también en el futuro? Una condición fundamental para una paz justa y duradera es que todos en esta Tierra Santa gocen de plena igualdad. Ésta es nuestra visión para Jerusalén y para todo el territorio llamado Israel y Palestina, que se encuentra entre el río Jordán y el mar Mediterráneo«.
En realidad, lo que quieren muchos cristianos es que haya un único Estado, que no se declare ni judío ni musulmán, sino plural, donde los cristianos y otras minorías (también los no creyentes) tendrían más espacios y libertad. A menudo, los cristianos ejercerían de punto de contacto y mediación entre los dos grandes colectivos religioso-nacionales.
El 28 de septiembre de 2024 aún el cardenal secretario de Estado Pietro Parolin defendía en la Asamblea General de Naciones Unidas que «la única solución practicable» para garantizar la paz entre Israel y los palestinos «es la de dos Estados, con Jerusalén con un estatuto especial». Pero Magister señala que si bien fue posible quizá esta solución entre los acuerdos de Oslo de 1993 y los de Camp David del 2000, hoy esa reclamación suena a ritual vacío.
Neuhaus: acabar con la discriminación a los no judíos
Neuhaus, jesuita israelí, hebreo católico, en su primer artículo (“Pueblo de Israel, tierra de Israel, Estado de Israel”, de 2020, en plena pandemia y sin guerra) señala que los no judíos viven «múltiples formas de discriminación, marginación y exclusión» en el actual Israel, y esos «no judíos» «deben tener voz, no sólo en el ámbito político, sino también en el debate teológico sobre la tierra y sobre el Estado de Israel». Y añade que «el principio último para una solución duradera es la igualdad de la persona humana en derechos y deberes», sea cual sea el marco, «ya sean dos Estados que vivan uno al lado del otro o un Estado para todos».

El segundo artículo es posterior a la pandemia y anterior a la guerra de Gaza, del 19 de noviembre de 2022. Recuerda que los árabes perdieron la guerra de 1947, 700.000 palestinos tuvieron que huir, sus descendientes viven en campos de refugiados en Cisjordania, Gaza, Líbano, Siria y Jordania, sus casas se las quedaron a menudo israelíes. Los israelíes han ocupado con carreteras y asentamientos muchas tierras que según el derecho internacional corresponden a un Estado palestino. Por eso, muchos diplomáticos hoy prefieren centrarse en la "igualdad" dentro de Israel, "sea cual sea el marco político en el que se desarrolle la situación".
El tercer artículo, 6 de mayo de 2023, meses antes de la guerra de Gaza a gran escala, titulado "Los judíos de cultura árabe", recuerda que en el pasado muchas personas de religión judía eran consideradas como árabes (por usar la lengua árabe, desde Marruecos a Asia Central) pero fueron expulsados al nacer el Estado de Israel con sus guerras con los vecinos árabes. Muchos de ellos eran sefardíes.
Hoy, señala Neuhaus, la dirección de los partidos políticos en Israel la tienen los ashkenazíes, de ascendencia europea. Los sefardíes, más abiertos a lo árabe, están bastante relegados del poder. El partido Shas es considerado "judío ultraortodoxo", porque es judío, conservador y muy religioso, pero son sefardíes y sorprenden "a los observadores políticos por su moderación y su apertura a diálogo con los árabes en general y con los palestinos en particular".
El cuarto artículo lo escribió el 2 de marzo de 2024, ya tras medio año de guerra en Gaza, con el título: "Israel, ¿adónde vas?"
¿Un Estado para los judíos? ¿O un Estado plural, también para no judíos?
Neuhaus ve claro que Israel está en la "peor crisis desde su fundación". Ve "dos visiones diferentes del Estado: por un lado, la de un Estado judío, concebido como una patria para todos los judíos del mundo; por el otro, un Estado democrático, concebido como el país de todos sus ciudadanos, judíos y no judíos, incluyendo árabes".
Entonces llegaron los atentados crueles del 7 de octubre. Planteó “la tremenda cuestión de si el Estado de Israel es realmente el refugio seguro que parecía". Neuhaus cree que las élites ashkenazíes, nacionalistas, son los que insisten en "un Estado judío para un pueblo judío" (y sólo para los judíos). Pero la realidad es que en Israel hay muchos árabes de cultura, que de religión pueden ser musulmanes, cristianos o drusos. Suman unos 2 millones de personas.
Formalmente "tienen derechos políticos como todos los ciudadanos israelíes", pero en realidad están "excluidos de la mayoría de los órganos de toma de decisiones", denuncia Neuhaus. Cree que ellos y los sefardíes, y "el mundo árabe circundante" podrían construir los pasos para una "coexistencia".
¿Un único Estado en una tierra llamada a ser santa?
El quinto artículo es del 18 de mayo de 2024 y se titula: “Diálogo judío-católico a la sombra de la guerra en Gaza”. Vuelve a dar cifras: "hoy en Israel-Palestina hay siete millones de judíos israelíes y siete millones de árabes palestinos". Como ve poco viable una solución de dos Estados, habla de la construcción de un futuro compartido en una tierra llamada a ser santa, en Israel-Palestina".
Como ejemplo simbólico, señala una escena que se dio en Verona el 18 de mayo junto al Papa: se dieron un abrazo, como deseo de paz, el israelí Maoz Inon, cuyos padres fueron asesinados por Hamás el 7 de octubre, y el palestino Aziz Sarah, cuyo hermano murió bajo los golpes del ejército israelí.

El Partido Shas, de tradición sefardí, en las elecciones de 2022: en 2024 es el tercero con más diputados; para Neuhaus es un interlocutor razonable.
En su artículo del 21 de septiembre de 2024, vuelve a destacar la importancia que otorga al partido Shas y sus sefardíes y mizrahíes (descendientes de judíos del norte de África o del antiguo Imperio Otomano), conservadores pero opuestos al fanatismo. Tiene 11 de los 120 diputados del Parlamento. Parece poco, pero es el tercero con más diputados en el fragmentado Parlamento israelí.
Como otros partidos religiosos, se oponen al servicio militar y también a las ideologías de género y LGTB. En temas de paz, aceptan negociaciones y diálogo "con los palestinos y el mundo árabe, así como el compromiso territorial". Neuhaus sabe que en La Civiltà le leen personas influyentes en Roma: parece estar apuntando a este colectivo como un interlocutor tratable e influyente para la Iglesia y su diplomacia, y cualquiera que intente construir paz.
Dos personalidades en L'Osservatore
Magister, para aportar más datos del marco en que se vive todo esto, recuerda que el 17 de octubre el Papa Francisco recibió juntos en el Vaticano al ex Primer Ministro israelí Ehud Olmert y al ex Ministro de Asuntos Exteriores del Estado palestino Nasser Al-Kidva, sobrino de Yasser Arafat.
Ese mismo día, el israelí Olmert dijo a "L'Osservatore Romano" que la hipótesis de "los dos Estados" podría hacerse pero intercambiando territorios: un 4% de de territorio israelí pasaría a una futura Palestina, y un territorio similar de Cisjordania pasaría a Israel, incluyendo un corredor que conecte Cisjordania y Gaza.
El palestino Al-Kidva cree que para tener dos Estados, el de Palestina debería ser "un Estado no militarizado, salvo para sus necesidades de policía interna". Ambos creen que los barrios árabes de Jerusalén que no eran hebreos antes de la guerra de 1967 podrían ser parte (y capital) de un Estado palestino.
Pero "L'Osservatore Romano" apunta que el actual Gobierno israelí no aceptaría nunca algo así, ni tampoco aquellos palestinos radicales que sólo se contentarían con la destrucción de Israel como Estado.
(Publicado el 21 de octubre de 2024 en la web de Fundación Tierra Santa).
O que acontece no Vaticano?
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Bom dia e bom sábado! Apetece, de facto, perguntar: o que acontece no Vaticano? O que aconteceu ao longo deste mês de outubro e o que é que se passa hoje e amanhã, sábado e domingo? Em causa, não estão episódios que se destacam no turbilhão de mensagens que ocupam a aldeia global, entre guerras e eleições, nem tão pouco os que, na nossa aldeia, junto ao Atlântico, alimentam motins e geram preocupações (e com razão!). Em Roma, está a terminar a segunda sessão da Assembleia Geral do Sínodo. Pensa-se o futuro da Igreja, da organização que tem por missão cumprir, na atualidade e no futuro, o Evangelho. Chegarão decisões imediatas, orientações concretas? Talvez não... Antes pistas, horizontes de ação, fins últimos... E é para essa meta que todos estão convocados. Como lá chegar? O caminho é de cada caminhante... A reportagem da Agência ECCLESIA que está no Vaticano, estes dias, e informa sobre o decurso dos trabalhos, o jornalista Octávio Carmo e o repórter de imagem João Pedro Gralha, acompanharam também a Assembleia Diocesana de Roma, que decorreu na Basílica de São João de Latrão e assinalou a conclusão de um projeto de oito meses dedicado às desigualdades sociais e ao compromisso das comunidades católicas nessa área. Um momento para ouvir um apelo do Papa: “Saber que há pessoas que vivem na rua, jovens que não conseguem encontrar trabalho ou habitação, doentes e idosos que não têm acesso a cuidados, jovens que se afundam na toxicodependência e em muitas outras dependências modernas, pessoas marcadas pelo sofrimento mental que vivem em estado de abandono ou desespero. E isto não pode ser apenas uma estatística; são rostos, são histórias dos nossos irmãos e irmãs que nos tocam e nos interrogam: o que podemos fazer?” (Papa Francisco). Por cá, as manifestações que estão agitar as últimas noites, na grande Lisboa, são preocupantes. D. Rui Valério, patriarca de Lisboa, expressou a sua “consternação” perante a situação de “violência e conflito”, pedindo que se respeitem todas as pessoas e a sua segurança. Destaque também para leituras, ainda iniciais, da nova encíclica do Papa Francisco "Dilexit nos" ("Amou-nos"). Um texto sobre espiritualidade que foi lido por uma cardiologista, Sílvia Monteiro. E outras leituras do documento do Papa vão ser propostas, nos próximos dias! Votos de que as manifestações previstas para este sábado sejam só isso mesmo, manifestações, e não conflitos! E que a conclusão dos trabalhos do Sínodo dos bispos ilumine caminhos para o futuro, global e localmente! A informação sobre o que for acontecendo, essa pode ser consultada no portal da Agência ECCLESIA! Votos de uma ótima jornada! Paulo Rocha |
sexta-feira, 25 de outubro de 2024
Importante declaración médica ante la desinformación sobre las leyes provida y el aborto químico
La suscriben asociaciones que representan a más de 75.000 sanitarios en Estados Unidos

Doce asociaciones de Estados Unidos que representan a más de 75.000 profesionales de la salud han suscrito una Declaración sobre la atención sanitaria a la mujer denunciando el aborto y la desinformación en torno a esta práctica.
La declaración se presentó este martes en el National Press Club de Washington, D.C. Al inicio de la rueda de prensa, la doctora Christina Francis, presidente de la Aaplog (Asociación Estadounidense de Obstetras y Ginecólogos Provida), explicó que el "reto" de su profesión es "cuidar a las dos vidas a la vez", la de la madre y la del hijo no nacido, que merecen "la mejor atención sanitaria posible".
"El aborto provocado que da muerte a un niño no nacido no mejora la salud de la mujer y en muchos casos la empeora activamente", destacó, sintetizando el mensaje de la declaración. De hecho, "impacta negativamente sobre su salud mental, multiplicando por siete el riesgo de suicidio, así como el riesgo de depresión, ansiedad y abuso de sustancias, incluso si lo comparamos con las madres "que llevan a término un embarazo imprevisto".
Asimismo, señaló que la intención de la declaración es "restaurar en nuestra profesión la ética médica de no causar nunca un daño deliberado a nuestros pacientes y actuar siempre por su bien".
Rueda de prensa de presentación de la Declaración.
A continuación reproducimos el texto de la declaración en su integridad, enlazando las fuentes de la literatura científica que aduce para justificar sus afirmaciones.
Declaración sobre la atención sanitaria a la mujer
Como profesionales de la medicina, creemos que es necesario restablecer una asistencia sanitaria excelente para las mujeres, especialmente en lo que se refiere al embarazo. Hay dos áreas que nos preocupan especialmente: el recurso generalizado a abortos inducidos por fármacos y la difusión de información incorrecta dirigida a los profesionales sanitarios y a las pacientes en los estados que tienen una legislación provida:
-La relajación de los protocolos de la FDA (Food and Drug Administration) en relación con el aborto inducido por fármacos ha aumentado los riesgos para la salud y la seguridad de las mujeres al sustituir la relación médico-paciente por proveedores invisibles e inaccesibles que no evalúan adecuadamente a las mujeres para detectar factores que podrían aumentar el riesgo de complicaciones o poner en peligro su vida. El resultado es que nuestras pacientes resultan perjudicadas, e incluso mueren.
-También nos preocupa que la legislación provida sea deliberadamente tergiversada, dando lugar a confusión e información incorrecta entre los profesionales sanitarios y las pacientes, lo que ha puesto aún más en peligro la vida de las mujeres.
Afirmamos:
1. Las mujeres merecen una asistencia sanitaria que proteja la vida durante todas sus fases. Nos comprometemos a prestar asistencia sanitaria vital a todas las mujeres y a sus bebés, independientemente de sus medios económicos, seguro médico, etnia, raza, religión, estado de salud o cualquier otro factor demográfico.
2. La atención sanitaria defensora de la vida de la mujer se define como aquella que tiene en cuenta las necesidades sanitarias de ambos pacientes: la madre y el feto. Las mujeres embarazadas deben poder confiar en que sus médicos les recomendarán lo mejor para ellas y para sus hijos antes de nacer, independientemente de las tendencias políticas o culturales del momento.

Cuando una mujer embarazada entra en la consulta del médico, son dos pacientes los que recibe. Foto (contextual): CDC / Unsplash.
3. El aborto provocado (también conocido como aborto por decisión), definido como la supresión intencionada de la vida de nuestros pacientes en edad fetal, no es asistencia sanitaria y nunca es médicamente necesario para salvar la vida de la madre. Cabe señalar que todos los estados permiten legalmente poner fin a un embarazo si la intención es salvar la vida de la madre, del niño o de ambos.
4. Las intervenciones médicas que salvan vidas son siempre legales en todos los estados, incluidos los que tienen una legislación provida.
5. Como profesionales de la medicina, juramos no dañar nunca intencionadamente a ninguno de nuestros pacientes. El aborto provocado mata a uno de nuestros pacientes (el feto) y conlleva importantes daños potenciales para la otra paciente (la madre), entre otros un mayor riesgo de parto prematuro en futuros embarazos, mayores riesgos para la salud mental, incluido el abuso de sustancias y el suicidio, y riesgo de muerte por complicaciones.
6. Proteger la vida y la salud de la madre es de vital importancia para nosotros. Las mujeres que sufran un aborto espontáneo, un embarazo ectópico, un aborto incompleto o una complicación del embarazo que ponga en peligro su vida y busquen atención en cualquier hospital o centro sanitario deben recibir ayuda inmediata.
7. Los profesionales médicos que puedan tener una objeción moral a un tratamiento o procedimiento específico están protegidos por las leyes federales de conciencia sanitaria. En tal caso, el hospital debe organizar inmediatamente la atención médica moral adecuada, de acuerdo con las normas éticas del hospital.
8. Todos los seres humanos, in utero o nacidos, tienen igual dignidad y valor, independientemente de su nivel de capacidad o su diagnóstico. Los padres de niños con un diagnóstico prenatal adverso deben recibir el apoyo adecuado. Dado que un diagnóstico prenatal no proporciona un pronóstico posnatal, se recomienda la consulta neonatal. Sin embargo, con o sin consulta, sigue estando indicada una atención médica compasiva y excelente consistente en evaluación, estabilización y tratamientos clínicamente apropiados.

La desinformación proaborto oculta un hecho: el diagnóstico prenatal no siempre determina el pronóstico postnatal. Muchas alarmas tras pruebas durante el embarazo se revelan luego infundadas. Foto (contextual): Flip Mroz / Unsplash.
9. La relajación de los protocolos de la FDA en relación con el fármaco abortivo mifepristona pone en peligro la salud y la seguridad de las mujeres:
-La aprobación inicial de los fármacos abortivos por parte de la FDA en el año 2000 venía acompañada de unas normas de seguridad esenciales: al menos tres visitas médicas presenciales para detectar embarazos ectópicos, hemorragias graves e infecciones potencialmente mortales; la prescripción de los fármacos por un médico; una edad gestacional de siete semanas o menos; y la notificación de todas las complicaciones graves a la FDA. Sin embargo, sin pruebas sobre la seguridad de su decisión, la FDA eliminó la supervisión directa de los médicos.
-Al eliminar la supervisión médica personal, las mujeres corren un mayor riesgo de complicaciones debidas a embarazos ectópicos no diagnosticados, a falta de pruebas adecuadas de detección del Rh y a violencia o coacción por parte de la pareja. También se quedan sin atención médica continuada si sufren hemorragias graves, abortos incompletos o infecciones potencialmente mortales.
-Después de tomar fármacos abortivos, la eliminación del requisito de que las mujeres reciban atención médica de seguimiento programada, aparte de las vagas instrucciones de acudir al servicio local de urgencias si creen que tienen complicaciones, aumenta los riesgos de que se retengan partes del feto y otras complicaciones de los abortos químicos.
-Un riesgo adicional para las mujeres es que la FDA ya no exige que se notifique ninguna complicación que no sea la muerte. Se hurta a los médicos, a los pacientes y al público en general el conocimiento de datos precisos sobre las complicaciones relacionadas con estos medicamentos.
-Los abortos inducidos por fármacos tienen un mayor riesgo de complicaciones que los abortos quirúrgicos. La propia etiqueta de la FDA para estos medicamentos abortivos establece que aproximadamente una de cada 25 mujeres que toman los medicamentos terminará en la sala de urgencias. Los estudios citados por la FDA en 2021 indican claramente que la eliminación de la visita inicial personal a la consulta aumenta esa cifra.
10. Tanto las mujeres de los estados que protegen la vida como las de los estados que permiten el aborto se han visto perjudicadas por el aborto provocado. La industria del aborto pone en peligro a las mujeres al tergiversar la realidad de la atención médica disponible para mujeres que sufren una situación potencialmente mortal. La muerte de mujeres que retrasaron la búsqueda de atención médica o que no pudieron recibir una intervención médica que les salvara la vida debido a esa tergiversación es un escándalo.
11. Según las leyes provida vigentes, las mujeres no pueden ser procesadas y ninguna mujer lo ha sido por conseguir un aborto provocado o por buscar ayuda médica después de un aborto incompleto. En los estados que protegen la vida, sólo se persigue a las instituciones y a los abortorios que infringen la ley.
Reconocemos:
1. Las leyes estatales que protegen la vida no impiden que los profesionales sanitarios atiendan a las mujeres en caso de aborto espontáneo, embarazo ectópico, aborto incompleto o cualquier otra enfermedad potencialmente mortal relacionada con el embarazo.
2. Un embarazo ectópico es una afección potencialmente mortal que debe tratarse de inmediato y que puede tratarse legalmente en todos los estados del país, ya sea en estados con leyes de protección de la vida o no. Por ejemplo, los hospitales católicos siempre han tratado eficazmente los embarazos ectópicos de acuerdo con directrices morales católicas específicas.
3. Las explicaciones tergiversadas sobre las leyes provida en lo que concierne al aborto inducido y a la atención sanitaria a las mujeres ponen en peligro activamente a nuestras pacientes.
-La mayoría de los médicos confían en sus hospitales, en los abogados de sus hospitales, en las asociaciones médicas estatales o en las organizaciones profesionales para que les expliquen sus leyes estatales, pero muchos médicos no están recibiendo el asesoramiento y las explicaciones adecuadas sobre lo que permiten las leyes de sus estados.
-Es posible que los médicos estén retrasando o denegando la atención necesaria a mujeres con complicaciones del embarazo potencialmente mortales debido a la incertidumbre o a las mentiras que les han contado sobre las leyes de su Estado. Las leyes no penalizan a las mujeres que buscan la atención médica necesaria, esté o no relacionada con el aborto. Si a las mujeres se les dice lo contrario, es posible que retrasen la búsqueda de los cuidados que necesitan.
Conclusión
Para proporcionar a todas las mujeres la excelente atención médica que merecen en relación con el embarazo, pedimos las siguientes mejoras sustanciales:
-Hacemos un llamamiento a los legisladores estatales para que promulguen leyes que protejan a las mujeres de su estado de los riesgos del aborto provocado, incluidos los abortos inducidos con fármacos, que a menudo son autogestionados y vendidos por correo sin control, y para que exijan que las mujeres presten un consentimiento plenamente informado sobre los importantes riesgos del aborto provocado.
-Hacemos un llamamiento a los legisladores y responsables políticos estatales y federales para que promulguen políticas que garanticen la recopilación de datos precisos y no identificables sobre el número de abortos provocados y sus complicaciones.
-Hacemos un llamamiento a las organizaciones médicas profesionales para que ofrezcan orientaciones precisas sobre las leyes, así como para que busquen soluciones basadas en pruebas para mejorar la atención a las mujeres embarazadas, especialmente las afroamericanas, las hispanas y otras mujeres de comunidades históricamente desatendidas en Estados Unidos.
-Pedimos a las agencias sanitarias estatales que exijan a los centros abortistas de su Estado las mismas normas sanitarias y de seguridad que exigen a otras instituciones médicas y que investiguen las denuncias sobre estos centros, que han puesto en peligro la vida de mujeres en todo el territorio de Estados Unidos.
-Pedimos a las juntas médicas que exijan responsabilidades a los hospitales y profesionales de la medicina que no presten asistencia vital a las mujeres que sufran abortos espontáneos, embarazos ectópicos, complicaciones tras un aborto provocado o cualquier otra urgencia potencialmente mortal durante el embarazo.
-Hacemos un llamamiento a todos los hospitales y sistemas hospitalarios para que informen con rapidez y precisión a su personal sobre las leyes de su Estado, a fin de garantizar que las pacientes que presenten un aborto espontáneo, un embarazo ectópico, complicaciones tras un aborto provocado o cualquier otra urgencia vital en el embarazo reciban una atención rápida y que les salve la vida.
-Pedimos a la industria del aborto que ponga fin al alarmismo político que impide a las mujeres buscar la atención inmediata que necesitan.
-Hacemos un llamamiento a todos los obstetras para que mejoren el consentimiento informado antes de realizar pruebas prenatales. Si se detecta una presunta anomalía fetal, el valor inherente del feto permanece intacto, por lo que debe consultarse a los expertos adecuados. Además, admitiendo humildemente que antes del nacimiento se desconoce el grado en que la presunta anomalía afectará al bebé, ninguna familia debe sentirse presionada para poner fin a la vida de su hijo. Nuestro objetivo es ayudar a estos bebés y a sus familias a vivir bien durante el tiempo que se les conceda.
-Pedimos a la FDA que establezca protocolos estrictos de seguridad para los fármacos abortivos, a fin de garantizar que las mujeres se sometan a un examen adecuado y reciban atención continuada si deciden tomar estos fármacos de alto riesgo.
Si adoptamos estas medidas, juntos podremos restablecer el nivel de atención médica que merecen las mujeres en torno al embarazo. Sólo entonces será segura la atención sanitaria a las mujeres en Estados Unidos. La salud de las mujeres importa (Women’s health matters es el nombre del portal que aloja la Declaración).
Traducción de Verbum Caro.
Mundo sem «coração»
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Bom dia! Foto: Lusa/EPA Mundo «sem coração», preso ao consumo e à violência. Foi este um dos alertas que o Papa Francisco deixou na quarta e mais recente encíclica do pontificado, com o título ‘Dilexit nos’ (amou-nos), lançada esta quinta-feira. No documento com 220 pontos, divididos por cinco capítulos, uma introdução e uma conclusão, o Papa escreve que “hoje tudo se compra e se paga, e parece que o próprio sentido da dignidade depende das coisas que se podem obter com o poder do dinheiro”. “Um forte avanço na secularização” é outra das observações que o Papa faz, considerando que este visa “um mundo livre de Deus”. O texto, escrito originalmente em espanhol, sublinha ainda a importância e atualidade da devoção ao Coração de Jesus, recordando o contributo de teólogos, místicos e vários Papas, ao longo dos séculos. Reações à encíclica…. Temos! O padre Paulo coelho, sacerdote dehoniano, disse à Agência Ecclesia, que a publicação do documento não “é um mero discurso”, mas dirige-se a todos. O superior do Seminário de Alfragide considera que, perante o contexto de sínodo, a encíclica desafia a Igreja. Foto: Lusa/EPA Ontem, celebrou-se o Dia da Organização das Nações Unidas, em honra à data da sua fundação em 1945. O jornalista José Pedro Frazão, da Rádio Renascença, foi o convidado do programa Ecclesia, dedicado ao tema, e defendeu que enquanto não for feita a reforma do Conselho de Segurança da ONU, “pouco pode acontecer de consequente”. Notas para hoje… o arcebispo de Erbil (Iraque), D. Bashar Warda, está em Portugal até domingo, a convite da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, para recordar a coragem e o martírio dos cristãos. Convido-o também a não perder mais um programa ECCLESIA, que esta sexta-feira chega à RTP2, pelas 15h01, e conta com a presença de Juan Ambrosio, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (UCP). Desejo-lhe uma ótima sexta-feira! Leonor João |
Bispo de Erbil recorda em Portugal fuga de 100 mil cristãos iraquianos e fala da minoria cristã no país
Expulsos pelo Daesh em Agosto de 2014
António Marujo | 24 Out 2024

O bispo Bashar Matti Warda deu abrigo a muitos cristãos que fugiam da ocupação da Planície de Nínive pelo Daesh. Foto © ACN/AIS
No dia 6 de Agosto de 2014, o autodenominado Estado Islâmico, ou Daesh, assumiu o controlo das terras bíblicas da Planície de Nínive, no Norte do Iraque. “Quase todos os habitantes daquela região foram para Erbil, no Curdistão iraquiano; as famílias foram dilaceradas como pela explosão de um barril de pólvora”, contava há dois anos o padre Buols Thatbit, pároco em Karemles, aldeia a trinta quilómetros a leste de Mossul, ao Vatican News.
Na altura, cerca de 100 mil pessoas fugiram de suas casas e ficaram a viver em campos de refugiados improvisados. Dez anos depois, o bispo de Erbil, Bashar Warda, vem a Portugal contar como vivem hoje essas famílias de cristãos que foram forçadas a deixar tudo para trás. A convite da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o bispo participará na “Noite das Testemunhas”, que a AIS organiza pela primeira vez em Portugal. Será na Igreja dos Redentoristas (Rua da Firmeza, 161) nesta sexta-feira a partir das 21h, e o bispo Warda irá também recordar o que tem sido o martírio dos cristãos no Iraque, país que o Papa Francisco visitou em Março de 2021, numa viagem considerada história e uma das mais importantes do seu pontificado.
No sábado, o bispo de Erbil falará na paróquia da Gafanha da Encarnação, a partir das 16h30, após o que celebra missa; no domingo, já em Lisboa, celebra missa na Igreja do Santo Condestável a partir das 10h30, a que se seguirá uma pequena conferência.
O que se passou há 10 anos, recorda a AIS, “deixou bem visível aos olhos do mundo a enorme vulnerabilidade em que se encontrava – e encontra – a comunidade cristã neste país do Médio Oriente”.
A planície de Nínive, que inclui cidades como Mossul ou Qaraqosh, contava com cerca de um milhão e meio de cristãos no Iraque. A segunda invasão do país, liderada pelos Estados Unidos, em 2004, e a ocupação do Daesh, em 2014, fizeram com que muitos cristãos abandonassem o país. Hoje vivem no Iraque apenas cerca de 300 mil cristãos.
Enquanto durou a ocupação, o Daesh destruiu igrejas, capelas, edifícios religiosos e casas de habitação. O padre Thatbit, que fez a cruz com a madeira da igreja de São Adday, colocada no lugar onde o Papa Francisco foi recebido em Mossul, recordava em 2022 que quando Mossul caiu nas mãos dos ocupantes, deixou de haver água e luz. “Antes, apesar da insegurança na região, a situação era bastante calma e os cristãos também tinham aumentado. Depois, em 2014, deu-se o colapso: a diáspora começou e continua até hoje”, contava ele ao Vatican News. “Quando se sai de casa para ir à escola, por exemplo, somos obrigados a passar por bairros ainda completamente destruídos, desertos. O tecido social dissolveu-se: muitos profissionais e médicos fugiram do país; as famílias foram obrigadas a separar-se, algumas ainda estão bloqueadas no Líbano, Jordânia, Turquia sem ter esperança sequer de poder emigrar para o Canadá ou Austrália, como gostariam.”
Na altura, uma campanha de solidariedade da AIS em todo o mundo permitiu dar abrigo aos 100 mil fugitivos – cristãos na sua maior parte, mas também yazidis, seguidores de uma religião com origem na antiga Pérsia. Muitos regressaram a partir de 2017, mas muitos mais procuraram outros destinos.
Uma exposição temporária de objectos religiosos profanados ou destruídos durante a ocupação do território ninivita acompanhará os três momentos do bispo de Erbil em Portugal.