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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Inovar e Enovar

Olá bom dia!
Inovar é o propósito da Universidade Católica Portuguesa. A inauguração do novo edifício da Escola Superior de Biotecnologia, no Porto, é expressão dessa determinação, assinalada também na sessão do Dia Nacional da Católica, que decorre depois da inauguração, com a presença do presidente da República, em torno do tema “A Universidade como protagonista do futuro”.


Em entrevista à Agência ECCLESIA, que vai ser emitida no programa 70x7 do próximo domingo, a reitora da UCP, Isabel Capeloa Gil, traça as pistas para esse protagonismo.

ENOVAR é com o Secretariado Nacional Alpha Portugal, que promove hoje a amanhã a 3ª edição da sua conferência nacional, no Centro de Congressos do Estoril.

De última jornada informativa na Agência ECCLESIA chegam notícias que valorizam a arte do cuidar (um tema que nos vai acompanhar nas próximas semanas...); a opinião de padre Feytor Pinto sobre o debate em torno da legalização da eutanásia; e a denúncia do Papa do tráfico de pessoas associado às migrações.

Mas esta quinta-feira foi sobretudo um dia para avaliar o trabalho da marca ECCLESIA, perspetivar os próximos meses e planear ações futuras: uma reunião da equipa que –esperamos – se vai refletir nas notícias e nas histórias que partilhamos em cada dia na agência de notícias e no programa de televisão e de rádio...
Esta sexta-feira, Pedro Afonso, presidente da Associação de Médicos Católicos é o convidado da entrevista conjunta Renascença/Ecclesia, onde o tema central é a eutanásia. Um dos muitos motivos para passar pelo portal www.agencia.ecclesia.pt...
Desejo-lhe uma ótima jornada!
Paulo Rocha

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

9 de fevereiro: Conferência 'Torrão . Um Património sustentável', por Maria de Lurdes Craveiro - 16h00 - Igreja da Misericórdia - Torrão




Haja saúde!

Olá! 
O mês de fevereiro trouxe os primeiros dias mais quentes deste ano de 2020 e com eles algumas constipações…  E é de saúde que se fala por estes dias, por Portugal e pelo Mundo.

O tema é mote para as notícias da ECCLESIA. Veja-se a questão da Eutanásia com as conferências episcopais da Europa a dizer que qualquer legalização da eutanásia e suicídio assistido “é uma derrota para a humanidade”, falando no contexto do debate parlamentar de 20 de fevereiro em Portugal.

No outro lado do Mundo o Coronavírus continua a amedrontar, a matar e a prevenção é ordem do dia. A diocese de Macau suspende mesmo as missas ao público durante 14 dias. Leia aqui.
E também de vulnerabilidade falou o Papa nesta quarta-feira, na sua audiência pública.  
“Cada um, perante si mesmo, sabe bem que, por mais que tente, é sempre radicalmente incompleto e vulnerável. Mas como vive mal quem recusa os seus próprios limites”, observou.


Nesta linha da saúde a Ecclesia dá hoje a sua conhecer no portal de notícias a Oficina do Cuidador, uma iniciativa que pretende “cuidar de quem cuida”, neste caso, dos cuidadores informais.
E porque temos de tratar da saúde de cada um e da saúde desta equipa Ecclesia hoje é dia de reunir e sair deste espaço de redação. Refletir, avaliar e projetar o futuro, haja saúde!
Mas tudo fica tratado para que o programa Ecclesia chegue à RTP 2 pelas 15h00 e à Antena 1, pelas 22h45.
 

Tenha uma vida feliz!
Sónia Neves

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

8 de Fevereiro - Dia de Oração e Reflexão contra o Tráfico de seres Humanos


O dia 8 de Fevereiro, memória litúrgica de Santa Josephina Bakita, foi escolhido pelo Papa Francisco, para ser o dia de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Seres Humanos. 

Impusionadas pela Talitha Kum rede mundiall da vida consagrada da luta contra  o tráfico, em Portugal a CAVITP (Comissão de Apoio à Vítima de Tráfico de Pessoas) convida-nos a não esquecer estas periferias.

Nesse sentido apela-nos a que divulguemos, pelas paróquias e movimentos da nossa diocese, a vígilia de oração, e as pagelas em anexo.

Convidam-nosa acompanhar a oração do rosário deste dia na capelinha das aparições, em Fátima. pelas 18:30, também transmitido pela Canção Nova. A Oração do Rosário será dinamizada pelas irmãs da CAVITP e presididas pelo D. António Vitalino, vogal da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana.




XXVIII Dia Mundial do Doente


Queridos irmãos e irmãs enfermos: a doença coloca-vos de modo particular entre os «cansados e oprimidos» que atraem o olhar e o coração de Jesus. É de lá que vem a luz para os vossos momentos de escuridão, a esperança para o vosso desalento. Convida-vos a ir ter com Ele: «Vinde». Com efeito, nEle encontrareis força para ultrapassar as inquietudes e interrogações que vos surgem nesta “noite” do corpo e do espírito. É verdade que Cristo não nos deixou receitas, mas, com a sua paixão, morte e ressurreição, liberta-nos da opressão do mal.

Com esta citação da Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Doente que se celebra a 11 de Fevereiro, trazemos até si a mensagem bem como os subsídios que preparámos e que se encontram disponíveis em www.ecclesia.pt/cnpastoraldasaude e www.facebook.com/cnpsaude .

Pretendemos que estes materiais, cuja ampla divulgação agradecemos, contribuam  para uma sentida vivência junto de todos os que se encontram privados da sua saúde física ou mental.

Com um abraço em Cristo, que cura os enfermos

P. José Manuel Pereira de Almeida
Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde 

_____________________________________________
Comissão Nacional da Pastoral da Saúde
Conferência Episcopal Portuguesa
Quinta do Bom Pastor
Estrada da Buraca, 8-12
1549-025 Lisboa

Telefone 218 855 498
Facebook http://www.facebook.com/cnpsaude

Um ano de Fraternidade Humana


Foto: Vatican Media

A fraternidade entre os homens regista felizmente uma tradição mais longa mas, foi há um ano que Francisco e o grão-imã de Al-Azhar assinaram em Abu Dhabi, a declaração sobre a Fraternidade Humana. O Papa recordou ontem a importância do gesto, que aponta a “um futuro livre do ódio, do rancor, do extremismo e do terrorismo, em que prevaleçam os valores da paz, do amor e da fraternidade”. Numa mensagem vídeo, Francisco saudou ainda a iniciativa da casa inter-religiosa “Abrahamic Family House”, um projeto que irá acolher, em Abu Dhabi, uma mesquita, uma sinagoga e uma igreja dedicada a São Francisco de Assis.

«Eutanásia e boa morte hoje?» o tema motiva o debate promovido hoje pelo Centro de Reflexão Cristã (CRC). Pelas 18h30, o padre José Manuel Pereira de Almeida e Manuel Luís Capelas vão tentar um debate “sereno sobre o sofrimento, a morte e o contexto em que a morte pode ocorrer”, como refere nota informativa do CRC.  Os intervenientes nesta sessão têm publicado diversas reflexões sobre a questão, no âmbito académico e em variadas intervenções públicas.

 «Sacramento da Unção dos Doentes – Para que serve? O que é?». Se o tema lhe interessa e está pela cidade do Porto, vá hoje até ao Centro de Reflexão e Encontro Universitário (CREU) escutar o sacerdote jesuíta José Eduardo Lima. É pelas 21h00.    

Na RTP2, o programa Ecclesia chega pelas 15h00. Hoje em estúdio, o Padre João Gonçalves que nos fala do Encontro Nacional de Pastoral Penitenciária.
Mais tarde na Antena1, na edição rádio do programa Ecclesia, Octávio Carmo conversa com o Cónego Manuel Rodrigues sobre os desafios que a pastoral penitenciária enfrenta na diocese do Algarve. 
Tenha um grande dia
Henrique Matos

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Rezar e “invadir” o Capitólio para protestar contra a política migratória de Trump


Freira a ser levada pela policia: “O tratamento dos migrantes deveria ofender todas as pessoas de fé”. Foto: Direitos reservados, reproduzida do Vatican News
A irmã Patricia M- Murphy, 90 anos, foi uma das 70 pessoas detidas quinta-feira, 18 de Julho, em pleno átrio do Senado dos Estados Unidos, numa acção de desobediência civil e protesto contra a política migratória da Administração Trump. A irmã Patricia, conta o Huffington Post,
vive em Chicago e há muitos anos que luta pelos direitos de imigrantes presos e indocumentados. Há 13 anos, acrescenta o Vatican News, ela organiza, todas as sextas-feiras, vigílias de oração em frente à agência de migração.
“O tratamento dos migrantes deveria ofender todas as pessoas de fé”, disse a irmã Pat, como é conhecida, citada ainda no Vatican News.
No momento da detenção, a irmã Patricia continuou a segurar nas mãos um pequeno cartaz onde se lê “Parem a desumanidade. Fim da detenção de crianças”. A irmã Ann Scholz, da Conferência das superioras das religiosas dos EUA, acrescentou: “Estamos aqui porque o Evangelho nos obriga a agir e estamos indignadas com o horrível tratamento reservado às famílias, em particular, às crianças.”
A manifestação, diz o Vatican News, foi promovida por várias organizações católicas – entre as quais a Conferência dos Superiores Maiores de congregações religiosas masculinas, Conferência Jesuíta do Canadá e dos EUA, Conferência das Religiosas dos Estados Unidos e Pax Christi EUA. O protesto visava as políticas de imigração postas em prática na fronteira dos EUA com México, nomeadamente as medidas contra as crianças.
Num vídeo publicado no canal Youtube, podem ver-se os manifestantes na Sala Oval do Senado, colocados em círculo, cada um deles ostentado uma foto de crianças que morreram em instalações de concentração de imigrantes. Cinco deles, entretanto, deitam-se no chão formando uma cruz. Durante vários minutos, vão dizendo os nomes das crianças: Darlyn, Jakelin, Felipe, Juan, Wilmer, Carlos…

Momentos antes, conta ainda o Vatican News, no exterior do edifício, tinham estado a rezar e a ouvir testemunhos de “migrantes aterrorizados com a ideia de perder os seus filhos”. Várias mensagens de bispos em apoio do protesto foram também lidas.
A polícia interveio após alguns minutos, acabando por prender perto de 70 pessoas. Várias freiras, responsáveis de paróquias e outros líderes católicos foram retirados do local e algemados, enquanto rezavam.
De acordo com o Vatican News, a manifestação de quinta-feira foi apenas uma das muitas ocorridas em várias cidades dos EUA desde sábado. O anúncio da grande deportação anunciada pelo Presidente dos Estados Unidos mobilizou centenas de pessoas de todas as religiões: terça-feira, por exemplo, dez manifestantes judeus foram também presos, acusados de terem entrado ilegalmente na sede da Agência para controlo de fronteiras e da imigração em Washington, enquanto uma centena de pessoas faziam uma barreira humana tentando evitar as operações de “limpeza” dos agentes de polícia.
Todos estes movimentos exigem uma mudança radical nas leis de migração e o fim da detenção de migrantes em centros de concentração na fronteira com o México. Nesses lugares, predominam imagens de crianças, separadas dos pais e mantidas em cercas insalubres – imagens que já provocaram a indignação de muita gente.
“Luzes pela liberdade” é o título dados aos protestos, que têm como símbolo a Estátua da Liberdade, um ícone do acolhimento de imigrantes nos EUA.
Alguns dos manifestantes formando uma cruz no chão do Capitólio. Foto reproduzida do Vatican News.

Vatican News recorda que o cardeal Timothy M. Dolan, arcebispo de Nova Iorque, no final da missa de domingo passado, na Capela de Santa Francisca Cabrini, padroeira dos imigrantes, denunciou a atitude negativa em relação aos refugiados e requerentes de asilo, num país que, por definição, “é nação de imigrantes”, lamentando o “ódio” que hoje existe contra os migrantes.
No Texas, o bispo de Brownsville, Daniel Flores, disse que “as ameaças de deportação são cruéis para as famílias e crianças, e que a separação dos pais de seus filhos, sem sequer a possibilidade de comparecer no tribunal, é reprovável”. As leis, acrescentou, “deveriam tratar famílias e crianças de maneira diferente de como são tratados os chefes do tráfico” de droga.
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Vaticano e a solidariedade com a China


Bom dia e paz e bem!!
O Vaticano ofereceu cerca de 700 mil máscaras à China, um gesto solidariedade pela crise provocada pelo novo coronavírus.
“Centenas de milhares de máscaras foram enviadas para a China, desde o Vaticano, para ajudar a limitar a propagação da infecção por coronavírus”, informa a sala de imprensa da Santa Sé.
Uma iniciativa conjunta da Esmolaria Apostólica e do Centro Missionário da Igreja Chinesa na Itália, com a colaboração da Farmácia do Vaticano
No dia 26 de janeiro, o Papa Francisco recordou e rezou no Vaticano pelas vítimas do novo coronavírus: “Que o Senhor acolha os defuntos na sua paz, conforte as famílias e apoie o grande empenho que já foi colocado no combate à epidemia.”

“A defesa da vida humana não é simplesmente uma questão religiosa, mas sobretudo uma questão da dignidade e dos direitos do ser humano” – Bispo de Aveiro
O bispo de Aveiro escreveu uma nota pastoral sobre a eutanásia, no contexto da discussão e votação que vai decorrer no dia 20 de fevereiro, na Assembleia da República.

Os estudantes missionários da iniciativa ‘Missão País’ já estão no terreno. A edição de 2020 mobiliza 3377 universitários, de 55 faculdades, numa semana de oração e divertimento, entrega e serviço, em 60 locais de Portugal.

‘A economia de Francisco’ continua a marcar presença no programa Ecclesia, a cada terça-feira, a partir das 15h00, na RTP 2, com os portugueses envolvidos no encontro que o Papa Francisco convocou para Assis, de 26 a 28 de março. 
Às 22h45, na rádio Antena 1, o testemunho de quem visita e acompanha reclusos, em várias dioceses de Portugal, é o fio condutor do programa esta semana.
Cumprimentos e votos de uma boa semana, na nossa companhia, mais propriamente em www.agencia.ecclesia.pt
Carlos Borges

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

«Todo fue una farsa»: confesión de la primera persona legalmente reconocida de «género no binario»

HEMEROTECA Jamie Shupe saca a la luz el poder de la ideología de género


Jamie Shupe, durante su etapa trans y ahora donde aparece mostrando de nuevo su carnet con su sexo biológico





Hace tres años Jamie Shupe aparecía en medios de comunicación de todo el mundo al convertirse gracias a los tribunales en la primera persona reconocida legalmente en EEUU como de “género no binario”. “No soy un hombre. No soy una mujer (…) Soy una mezcla de los dos. Me considero como un tercer sexo”, afirmaba.
Su caso fue ampliamente seguido en los grandes medios y fue utilizado como reclamo por los grupos LGTB, que lograron que en varios estados se reconociera este “género no binario” como legal para determinados documentos oficiales.
"Todo fue una farsa"
Ahora Shupe ha pedido oficialmente ser considerado de nuevo varón, su sexo biológico, considerando que “todo fue una farsa”. Ni su etapa transgénero ni la posterior “no binaria” pudieron ocultar la verdad de su realidad biológica. Y así lo reconoce ahora en un testimonio en primera persona publicado en The Daily Signal y que arroja hechos preocupantes sobre qué hay detrás de la ideología de género.
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En primer lugar relata el temor que los médicos tienen a esta ideología y a ser acusados de transfóbico. Eso provocó que pese a los problemas mentales diagnosticados que presentaba ningún especialista le impidiera el tratamiento hormonal que quería. Y el que puso pegas fue pronto denunciado y no volvió a poner más problemas.
Igualmente, cuenta cómo fue instrumentalizado por los grupos de presión LGTBI en connivencia con los grandes medios. En cuanto empezó a salirse de su discurso fue silenciado y dejó mediáticamente de existir. Y otro dato llamativo de su testimonio está directamente relacionado con la histórica sentencia del juez de Oregón que le reconoció su género “no binario” y cuyas consecuencias fueron más allá de su propio caso. Su abogado le dijo justo antes del juicio que todo saldría bien porque el magistrado tenía un hijo trans. Durante el proceso, el juez no hizo preguntas ni puso pegas, simplemente dio la razón a Jamie.
Problemas mentales diagnosticados
Este hombre confiesa que todo empezó en 2013 durante una grave crisis de salud mental.Fue a ver a una enfermera y le pidió una receta para hormonarse. Aunque no le conocía, la facultativa se las recetó ese mismo día sin hacer preguntas.
“La enfermera ignoró que tengo un trastorno crónico de estrés postraumático tras haber servido previamente en el ejército durante 18 años. Todos mis médicos están de acuerdo en eso. Otros creen que tengo un trastorno bipolar y posiblemente un trastorno límite de la personalidad”, explica.
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Durante 18 años Jamie sirvió en el Ejército de EEUU
Pese a sus evidentes problemas empezó el tratamiento hormonal para más adelante poder realizarse una cirugía. Asegura ahora que en todo ese tiempo tan sólo una terapeuta intentó hacerle ver la realidad, pero Jamie presentó una queja formal. El estigmatismo profesional y el miedo a ser catalogado de intolerante hicieron el resto. Nadie más le cuestionó el tratamiento.
Como exmilitar, Jamie asegura que su “historia traumática” se asemejaba a un viaje por la carretera de la muerte durante la primera Guerra del Golfo. “Cuando era niño fui abusado sexualmente por un pariente masculino. Además mis padres me pegaban severamente.He estado expuesto a tanta violencia que no sé cómo explicar por qué sigo vivo. Tampoco sé cómo procesar mentalmente algunas de las cosas que he visto y he experimentado”, confiesa este hombre.
La realidad de que no era una mujer y el género "no binario"
Además de las hormonas empezó a vestirse como una mujer. Iba con peluca, faldas, zapatos de tacón... Sin embargo, tres años después de su ‘paso’ de hombre a mujer se miró un día en el espejo y su fachada de supuesta feminidad se había derrumbado. A pesar de los años de tratamientos no se parecía en nada a una mujer. “El sexo biológico es inmutable”, afirma.
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Una vez caído ese mito de ser mujer dio un paso más y pidió a dos de sus médicos ser “no binario” en vez de transgénero. “Para escapar de la ilusión de haberme convertido en mujer hice algo sin precedentes en la historia de Estados Unidos. En 2016 convencí a un juez de Oregón para que declarase que mi sexo era no binario, es decir, ni masculino ni femenino”, recuerda.
Utilizado como propaganda LGTB
De este modo, Jamie relata que “la histórica decisión judicial me catapultó a la fama instantánea dentro de la comunidad LGTBI. Durante 10 días seguidos los medios de comunicación no me dejaron ni dormir”.
A partir de ese momento se convirtió en un filón para el lobby LGTBI. Rápidamente, uno de estos grupos le ofreció ayuda legal y en unos meses se convirtió de nuevo en la primera persona a la que le revisaron su certificado de nacimiento cambiando su sexo de nacimiento de varón por el de “desconocido”.
Era una estrella mediática que había abierto camino a otros hasta que osó cuestionar el cambio de sexo en niños y la aceptación de transgéneros en las Fuerzas Armadas. Desde ese mismo instante todas las organizaciones LGTB que le apoyaban y le ponían de ejemplo le abandonaron, y con ellos todos los grandes medios de comunicación que le llamaban constantemente.
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“La verdad que mi cambio de sexo a ‘no binario’ fue un fraude médico y científico. Hay que considerar el hecho de que antes de que se llevara a cabo la histórica audiencia general, mi abogado me informó que el juez tenía un hijo transgénero. Efectivamente, la mañana de mi breve audiencia en el juzgado, el juez no me hizo ninguna pregunta. Tampoco exigió ver ninguna prueba médica. En cuestión de minutos, el juez firmaba la orden judicial”, reconoce.
La verdad de "mi realidad biológica"
Esta decisión judicial acabaría costando a los contribuyentes millones de dólares puesto que se tuvo que colocar una casilla con el género no binario en las licencias de conducir de hasta la fecha once estados.  En su opinión, el juez se debería haber recusado y cree que esto le podría haber evitado a él más confusión.
Finalmente en enero de este 2019 sin poder aguantar más esta situación Jamie ha vuelto a reclamar su sexo masculino de nacimiento. “El peso de la mentira sobre mi conciencia era más pesado que el valor de la fama que había ganado al participar en esta elaborada estafa”, considera ahora.
Por ello, este estadounidense admite que “dos identidades de género falsas no podían ocultar la verdad de mi realidad biológica. No hay tercer género o tercer sexo. Como yo, las personas intersexuales son hombres o mujeres”.

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De origen luterano y ateo, quedó «paralizado» al oír la Resurrección de Mahler: hoy es monje y abad

Erik Varden narra su peculiar conversión al catolicismo y su llamada a la vida monástica


Erik Varden es desde 2015 abad del monasterio cisterciense de San Bernardo, en Inglaterra




Erik Varden es el joven abad del bello monasterio cisterciense de Mount Saint Bernard, en el centro de Inglaterra.  No hace demasiado esto hubiera sido imposible para un noruego, luterano y posteriormente criado en el agnosticismo. Pero a los 15 años su particular y muy llamativo encuentro con Dios le fue llevando primero al catolicismo y luego a la vida religiosa como monje cisterciense.
Este abad afirma que su “alegría aumenta cada día” porque “la experiencia monástica me arraiga en la realidad de mí mismo”. Pero le costó muchos años encontrar esta profunda paz interior de la que disfruta ahora. Y en este proceso están involucrados distintos puntos de la geografía, desde su Noruega natal a sus estudios de Secundaria en Gales, la Universidad de Cambridge, Austria e incluso Roma. Pero este viaje ha merecido claramente la pena.
De origen luterano y de familia secularizada
Según relata al semanario Credere, Varden nació en 1974 y dos meses después fue bautizado en la Iglesia Luterana. Su abuelo era pastor protestante y seguidor de una corriente muy rigorista. Sin embargo, sus padres se habían alejado completamente de la práctica religiosa hasta llegar al agnosticismo.
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“En mi infancia la religiosidad se había reducido a su aspecto formal. Respetar, pero practicar muy poco porque crecí en un ambiente profundamente secularizado”, explica este monje, que recuerda en su infancia que sólo su abuela creía, pero no influyó en él porque vivía a más de 400 kilómetros y apenas la veía dos veces al año.
Fue en la literatura donde el futuro monje un cristianismo alegre. “Buscaba con urgencia un significado para mi vida mientras estaba inmerso en un ateísmo agresivo típico de la adolescencia”, recuerda Erik Varden.
El encuentro con Dios a través de la música de Mahler
Tenía 15 años cuando tuvo el gran encuentro con Dios que cambiaría su vida. Y fue a través de la música, concretamente escuchando la Segunda Sinfonía de Gustav Mahler que trata sobre la Resurrección.
Aquella noche se encontraba sólo en casa y decidió escuchar esta obra. Para él, “la música siempre ha sido muy importante, como un idioma nativo”. Y sobre Mahler, cuenta que “un amigo de mi hermana me había aconsejado esta sinfonía en particular que, en su último movimiento, comienza con la evocación de un caos primario mientras que, gradualmente, se impone un ritmo”.
“No naciste en vano”. “No has sufrido en vano”. “Te levantarás y vivirás”. Estas palabras pronunciadas por el coro en la sinfonía de Mahler, un judío converso al catolicismo, fueron para este adolescente como un rayo que atravesó su cuerpo.
"Quedé paralizado"
“Fue como si mi corazón de repente se abriera a una certeza casi instintiva de que Dios realmente existe. Era algo que me superaba. Una nueva conciencia. Un momento de despertar. Una herida en el corazón”, señala Erik Varden.
Cuando la música terminó –agrega- “quedé paralizado”.  Pensó que sería mejor pensar sobre aquel increíble momento a la mañana siguiente y si lo que había sentido se difuminaba. Pero la certeza se mantuvo y la herida seguía abierta. Fue entonces cuando decidió lanzarse a explorar sobre la fe.
La primera parada de este viaje fue en Gales, en el colegio Atlantic, donde fue enviado a estudiar en Secundaria. Allí, por primera vez Erik se dio cuenta de que podía hablar de religión porque algunos de sus compañeros eran creyentes.
Empezó a asistir a una iglesia anglicana cada domingo y a la vez descubrió que los monasterios cristianos de los que había leído en las novelas que tanto le gustaban todavía existían y tenían vida.
Erik Varden decidió hacer un retiro de una semana en el monasterio cisterciense de la Isla de Caldey, y supuso para su vida de un punto de no retorno. Él mismo explica que “allí encontré un tipo de vida que correspondía a mi vocación y decidí convertirme en católico”.
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Erik, el día en que tomó posesión como abad de este histórico monasterio
Fue mientras estudiaba en la Universidad de Cambridge y obtenía un título de Teología cuando pasó a formar parte oficialmente de la Iglesia Católica, aunque esto ocurrió durante una celebración en Austria, en el monasterio de Klosterneburg, donde vivía un amigo suyo.
Una vocación para la santidad
La abadía de Mount Saint Bernard, donde ahora es abad,  no estaba lejos de la universidad en la que Erik empezó a trabajar. Y en ella empezó a discernir sobre su vocación.
Finalmente, ingresó en el noviciado en el 2002 dejando su prometedora carrera universitaria. “A través de la música de Mahler, Dios me ha tocado y me ha inspirado con un gran deseo de conocerlo y mi vida se ha convertido en un intento de responder a esta gracia”.
Su libro, próximamente en español
Tras ordenarse sacerdote se trasladó a Roma donde estudió en el Pontificio Instituto Oriental y en la Universidad San Anselmo, en las que estudio teología monástica, siríaco y canto gregoriano. Por fin pudo volver a Inglaterra y con tan sólo 41 años fue elegido abad de este histórico monasterio.
“Hoy aprendo todos los días a rechazar el egocentrismo, arraigándome en una comunidad que me ayuda en mi vocación a la santidad y a dejar mis pecados para encarnar el pensamiento que Dios tenía cuando me creó”.
Precisamente, en España la editorial Monte Carmelo publicará próximamente la traducción de The Shaterring of Loneliness. On Christian Remembrance, una meditación autobiográfica de Varden sobre la soledad del hombre contemporáneo y la memoria del amor divino. Es un libro breve, de gran densidad, belleza y de amable lectura que en Reino Unido ha sido un fenómeno de ventas.
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Saltando obstáculos hacia el sacerdocio: familia separada y presiones, pero la fe su abuela pudo más

Ngcebo Gift Mzobe se prepara ahora en Roma para cumplir su sueño


Ngcebo Gift Mzobe, de la diócesis de Eshowe en Sudáfrica, se forma en Roma gracias a una beca de CARF




Ngcebo Gift Mzobe es un joven sudafricano de 26 años. Creció en una familia en la que sus padres no estaban casados, y vivían separados por lo que fue su abuela, una católica muy devota, la que le crió y le transmitió la fe.
Mientras se despertaba en él una vocación al sacerdocio gracias a su etapa como monaguillo y el contacto con algunos buenos sacerdotes tuvo que enfrentarse a serias dificultades familiares y culturales. Al ser el primogénito de sus hermanos tenía que ser él el que sacara a su familia adelante, perpetuara el apellido y formara una familia. Pero esto era incompatible con lo que ansiaba su corazón.
Finalmente, pudo resistir todo esto y gracias a la perseverancia de su abuela ha podido cumplir su sueño e ingresar en el seminario. De hecho, su obispo le envió a Roma a seguir formándose gracias a una beca de CARF (Centro Académico Romano Fundación), un regalo que nunca hubiera imaginado. Esta es su historia completa contada en primera persona:
Mi historia de vocación
Mi nombre es Ngcebo Gift Mzobe, de la diócesis de Eshowe en Sudáfrica. Nací el 26 de enero de 1993. Vengo de una familia de siete hijos, 3 niñas y 4 niños, siendo yo el mayor de ellos. Mis padres nunca se casaron, así que decidieron dejarme crecer con mi familia paterna, que, por mi suerte, es católica y de ahí es de donde obtuve la fe. Mis padres son los dos cristianos, pero solo mi padre era católico, ya que mi madre pertenece a la Iglesia evangélica. Como crecí en la casa de mi padre, mi abuela fue la que me enseñó todo lo que sé sobre la fe, ella fue quien introdujo el amor a la Iglesia en mi corazón, al "forzarnos" a nosotros (los niños de la casa) a ir a misa todos los domingos. Mi padre nunca estuvo cerca de mí, así que fue mi abuela la que siempre estuvo allí para ayudarnos.
Mzobe
En el año 2001, le pedí permiso a mi abuela para ser monaguillo, al ver al sacerdote celebrando la misa y a todos los otros chicos con él, así que yo también quise ser uno de ellos. Entonces, cuando se lo pedí a mi abuela, ella estuvo de acuerdo y serví durante nueve hermosos años. Fue durante este período que descubrí la vocación al sacerdocio. Esta vocación fue encendida por Dios a través del Padre Mthanti, quien fue mi párroco hasta 2005, y al Padre Mkhize, quien le sucedió. Ambos me mostraron lo que realmente es el sacerdocio, una vida de servicio, caridad y Providencia. Gracias a ellos pude concretar mi vocación.
Siendo el primer hijo nacido de mi familia, tradicionalmente tenía ciertas responsabilidades: por ejemplo, era mi responsabilidad seguir con el nombre de la familia, lo que significa que tenía que crecer, casarme y tener una familia. Esto fue preocupante cuando descubrí mi amor al sacerdocio. Fue en 2008 cuando comencé a asistir a los talleres vocacionales. Como tenía mucho miedo de contarle a mi padre sobre el asunto, tuve que asistir a los talleres en secreto porque estaba claro que mi padre no apoyaba la idea.
En abril de 2009, después de una breve enfermedad, mi padre murió. Su muerte me presionó mucho porque, como era el mayor, tenía que asumir la responsabilidad de ser el "hombre" de la casa (en nuestra tradición, el hombre vivo más viejo se convierte en el jefe) y con esta responsabilidad tuve que poner mi planes vocacionales en espera. Continué con los talleres vocacionales, pero decidí que terminaría la escuela y trabajaría un poco. Poco sabía que el fuego era tan inmenso que no podría apagarlo.
Después de terminar el College, donde estudié Química, trabajé durante un año tratando de ayudar a la familia, pero durante ese año me di cuenta de que no era feliz y que nunca iba a ser feliz a menos que siguiera mi corazón. En 2012, pues, tomé la decisión de seguir mi corazón y de escribir una carta al obispo para que me aceptaran en el seminario. Cuando el obispo respondió con un sí, vino el verdadero desafío, que era decírselo a mi familia. La primera persona a la que se lo conté fue a mi abuela, que había estado allí conmigo todo el tiempo. Estaba sorprendida, pero como esperaba, ella me apoyó mucho. Ella fue quien realmente convenció a mi madre sobre el tema, ya que ella no entendía todo ese asunto del "sacerdocio". Gracias a ella pude ir al seminario con un corazón libre ya que ella me dio su bendición abiertamente.
En 2013 entré al seminario en Ciudad del Cabo, Sudáfrica, estuve allí durante un año y en 2015 mi obispo me envió a Roma para comenzar mis estudios filosóficos. Me alegró mucho recibir la noticia de que me enviaran a Roma, ya que ahí es donde realmente podemos sentir la catolicidad de la Iglesia y es el sueño de todo católico visitar Roma. Yo, además, iba a vivir allí, así que me dije a mi mismo: ¡Wow, qué bendición!
Comencé mis estudios de Filosofía, lo cual fue un gran desafío principalmente por el idioma, ya que en casa hablamos zulú, en la escuela estudié en inglés y ahora tenía que estudiar en italiano… No fue fácil, pero Dios estaba conmigo. ¡Y lo logré! Después de la Filosofía comencé la Teología. En mi primer año de teología, en 2018, recibí la triste noticia del fallecimiento de mi abuela. Esto me rompió el corazón, porque cada vez que pensaba en la ordenación, ella era la que creía que iba a estar a mi lado, animándome y manteniéndome fuerte. Y había llegado el tiempo de despedirme de aquel sueño, como también de mi niñez. Pero la esperanza de que ella esté cerca de Dios, me hace seguir porque sé que ella está orando por mí.
Hasta ahora, sigo estando muy contento en el seminario, y todo gracias a nuestros ángeles guardianes, mis benefactores del CARF, que nos permiten estudiar para servir a Dios como sacerdotes. Espero y oro para que con la ayuda de Dios, me convierta en un santo sacerdote. Entiendo los sacrificios que a veces los bienhechores tienen que hacer para que podamos obtener la oportunidad que nos brindan. Estamos muy agradecidos y ninguna palabra puede expresar nuestra gratitud. Lo único que podemos hacer es prometerles todas nuestras oraciones y nuestro amor. Siempre rezo para que Dios los bendiga y, sobre todo, que les pague con felicidad eterna.
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