El Consenso de Ginebra cumple 3 años, con el apoyo de 36 países, que se reafirman en que el aborto no es un derecho y que las madres y los bebés necesitan más protección y ayuda.
En 2020 se lanzó la Declaración del Consenso de Ginebra, apoyada por 32 países que luego pasaron a ser 36 (con algunas altas y bajan según cambios de gobernantes) que establece que las mujeres y los niños tienen derecho a servicios de salud y cuidados, pero que el aborto no es un cuidado ni un derecho internacional.
Para celebrar los 3 años de esta importante declaración internacional, acudieron representantes de sus integrantes al Capitolio de los Estados Unidos, en Washington D.C., a un acto el 24 de octubre de 2023 con políticos del Partido Republicano de Estados Unidos, los embajadores de Guatemala y Hungría y diversas asociaciones de defensa de la vida.
Este año, la celebración fue patrocinada por The Institute for Women’s Health (Instituto para la Salud de la Mujer), que en su sitio web tiene una sección especial con más información y recursos sobre esta Declaración.
Los 4 pilares de esta declaración internacional piden:
1) Mejores servicios de salud para las mujeres,
2) Preservar la vida humana,
3) Fortalecer la familia como unidad fundamental de la sociedad,
4) proteger la soberanía nacional de los países, por ejemplo, en leyes sobre el aborto, sin presiones externas.
La declaración remite a los textos de Naciones Unidas que dicen que “el niño (…) necesita protección y cuidados especiales (…) tanto antes como después del nacimiento” (Preámbulo de la Declaración de los Derechos del Niño, de 1959) y que “se deben adoptar medidas especiales de protección y asistencia en favor de todos los niños” (“Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales”, 10.3, de 1966).
Elyssa Koren, directora de Comunicación Jurídica de ADF International, recordó la importancia de esta declaración que constata que "no existe el 'derecho humano' de abortar", y en cambio sí existe en derecho internacional un "derecho inherente a la vida", para "todas las personas, nacidas o no". Koren pidió a los gobiernos más compromiso en la defensa de los niños por nacer y el apoyo a las madres gestantes.
James Lankford, senador estadounidense y líder del Senate Values Action Team, explicó que "cuando las familias son fuertes, las naciones son fuertes”, y que el Consenso de Ginebra ayuda a visibilizar que "cada uno de esos niños es valioso y debe tener oportunidades".
Otros políticos republicanos que asistieron al evento fueron el senador Steve Daines, del estado de Montana; la senadora Cindy Hyde-Smith, de Mississippi; el senador Marco Rubio, de Florida; el congresista Jim Banks, de Indiana; el congresista Robert Aderholt, de Alabama; y el congresista Chris Smith, de Nueva Jersey.
Nota da Comissão Nacional Justiça e Paz por ocasião da
Publicação da Exortação Apostólica Laudate Deum do Papa Francisco
Dirigida a
todas as pessoas de boa vontade, crentes e não crentes, eis que de novo se faz
ouvir bem alto a voz do Papa Francisco chamando a atenção para os desafios que
enfrentamos no contexto da crise climática. O motivo que está na base da
Exortação Apostólica Laudate Deum, dada a conhecer no passado dia 4 de
outubro, dia da memória litúrgica de S. Francisco, é muito claro e
explicitamente afirmado pelo próprio Papa: «Já passaram oito anos desde a
publicação da carta encíclica Laudato si’, quando quis partilhar com
todos vós, irmãs e irmãos do nosso maltratado planeta, a minha profunda
preocupação pelo cuidado da nossa casa comum. Mas, com o passar do tempo,
dou-me conta de que não estamos a reagir de modo satisfatório, pois este mundo
que nos acolhe, está-se esboroando e talvez aproximando dum ponto de rutura»
(nº 2)
Porque, de
facto, nos aproximamos muito perigosamente dum ponto de não retorno, e em
muitas coisas já o atingimos, porque não estamos mesmo a reagir do modo
necessário e com a rapidez requerida, porque se trata de um problema
global que atinge a dignidade da vida humana e de todas as criaturas,
porque não se trata duma questão secundária, ou ideológica, mas dum drama que
nos prejudica a todos, as alterações climáticas referidas são claramente
apontadas «como exemplo chocante de pecado estrutural» (nº3)
Com muita
clareza o Papa destaca os sinais da mudança climática, afirmando que a origem
humana - «antrópica» - dessa mudança já não pode ser posta em dúvida (Cap. 1).
Insistentemente chama, de novo, a atenção para os enormes riscos resultantes de
um paradigma tecnocrático que se alimenta a si próprio, usando os recursos da
terra com o objetivo de obter sempre mais lucro e mais poder, concentrado cada
vez mais numa pequena parte da humanidade (Cap. 2). Aponta a fragilidade da
política internacional, que não tem tido nem a vontade, nem a capacidade para
promover as atitudes adequadas de modo a responder aos desafios, sublinhando a
necessidade de redesenhar o urgente multilateralismo (cap. 3). Lembra que,
apesar dos representantes de mais de 190 países se reunirem periodicamente para
refletir sobre a questão climática, as metas apontadas e os protocolos
assinados, ainda que tenham possibilitado alguns avanços e conquistas, não têm
conseguido alterar o rumo dos acontecimentos (cap. 4), incentivando, por isso,
a que na próxima Conferência das Partes (COP 28 – Dubai) se deva superar
definitivamente a lógica de nos apresentarmos sensíveis aos problemas, sem ao
mesmo tempo termos a coragem de efetuar mudanças substanciais (Cap. 6).
Finalmente o Papa Francisco recorda aos fiéis católicos as motivações para a
ação que brotam da sua própria fé, encorajando, no mesmo sentido, os irmãos e
irmãs de outras religiões. Nesse sentido, os cristãos não podem nunca ignorar
aquelas palavras que ecoam no primeiro capítulo do Livro dos Génesis: «Deus
vendo toda a sua obra, considerou-a muito boa» (Cap. 7). Esse é também o
sentido para que aponta o título desta carta «LOUVAI A DEUS, por todas as suas
criaturas», lembrando que sempre que o ser humano se assume como o senhor de
tudo, pretendendo ocupar o lugar de Deus, acaba por tornar-se o pior perigo
para si mesmo (cf. nº 73).
Neste tempo
de tantas perplexidades, em que as guerras parecem impor a sua lógica e as
alterações climáticas fazem igualmente sentir as suas consequências, sobretudo,
e como sempre, na vida dos mais pobres e mais frágeis, a Comissão Nacional
Justiça e Paz acolhe o convite que neste texto nos é feito para realizar um
«percurso de reconciliação com o mundo que nos alberga e a enriquecê-lo com o
próprio contributo, pois o nosso empenho tem a ver com a dignidade pessoal e
com os grandes valores.» (nº 69)
Com coragem
e «duma vez por todas acabemos com a atitude irresponsável que apresenta a
questão apenas como ambiental, «verde», romântica, muitas vezes ridicularizada
por interesses económicos. Admitamos, finalmente, que se trata dum problema
humano e social em sentido amplo e a diversos níveis.» (nº 58)
Porque este
é o tempo da ação, que requer o envolvimento de todos, a Comissão Nacional
Justiça e Paz apela a todas as mulheres e homens de boa vontade a que se
empenhem na promoção de um diálogo sério, acolhendo o contributo e a reflexão
das várias sabedorias e racionalidades com que se pode e deve pensar o cuidado
da casa comum e a condição humana, tal como neste Exortação é feito, de modo a
incentivar as mudanças de estilo de vida que devemos hoje, com coragem,
assumir.
As comunidades
cristãs de todo o mundo são convidadas, hoje, a uma jornada de oração e jejum
pela paz convocada pelo Papa Francisco, a que se juntam todos os bispos
portugueses, face às situações de guerra que se vivem em Israel e na
Palestina e de catástrofe humanitária na Faixa de Gaza.
A Conferência
Episcopal, em plena sintonia, com a convocação do Papa Francisco, convida
“todos os cristãos, famílias, paróquias, comunidades religiosas, dioceses e
outras instituições eclesiais”, a viver este dia numa jornada de “jejum e de
oração pela paz, segundo as modalidades mais convenientes”.
O Papa Francisco
criticou o clericalismo e o carreirismo na Igreja, condenando atitudes de
“machismo” por parte de membros do clero, na última intervenção que teve na
Assembleia Sinodal que decorre no Vaticano.
“O povo de Deus, o
santo povo fiel de Deus, segue em frente com paciência e humildade,
suportando o desprezo, maus-tratos, marginalizações por parte do clericalismo
institucionalizado. Com quanta naturalidade falamos de príncipes da Igreja ou
de promoções episcopais, como subidas na carreira”, referiu Francisco, numa
intervenção enviada aos jornalistas, após a 18ª reunião geral.
Propostas para hoje…
No entanto não esqueça de ver o programa ECCLESIA na RTP2, pouco depois das
15h00. Depois fica disponível no site desta agência da Igreja Católica.
Una monja y su sobrino llevaron a Estefanía Yubero acercarse a la fe: «Solo la Iglesia me acogió»
"Cuando acabé el cursillo de Cristiandad, me dije que sería cristiana, y cristiana de verdad. Sacramentos, relación con el Señor y dar de mí todo lo que había recibido y sigo recibiendo por amor de Dios", cuenta Estefanía Yubero.
La de Estefanía Yubero es el vivo ejemplo de una vida lastrada por la dificultad, marcada por la importancia de la fe y la lucha por la familia, pero también conducida por un Dios que "lo tiene todo controlado".
Entrevistada por El rosario de las 11, cuenta que para comprender su trayectoria es necesario hablar primero de su madre, emigrante colombiana que, con su llegada a España junto a sus tres hijos, tenía todoun futuro por delante.
La ilusión creció cuando supieron que Estefanía venía en camino. Pero también se truncó cuando le dijeron que si quería trabajar, debía someterse a un aborto que le pagarían.
La alternativa era la calle y la indigencia. Y su madre, viéndolo como "una prueba de Dios", no dudó.
"Prefirió vivir en la calle antes que abortarme, dormía en portales, le daban mantas y hasta vivió en un coche", cuenta la joven.
En plena desesperación, recibió una oferta de trabajo "complicada". Tenía que cuidar mercancías de narcotráfico, y aunque no hacía nada, estaba implicada.
En la cárcel, con su madre, pidiendo fuerza a Dios
Cuando todo "saltó", la metieron en la cárcel, y con ella, a la pequeña Estefanía.
"Estuvimos un par de años. Era capaz de ver su ansiedad porque nos querían separar al no poder estar yo en la cárcel. Entró en depresión… pero Dios se encargó. Iba un sacerdote a verla, que le ayudó en su buen comportamiento, espiritualmente y a conseguir un trabajo", cuenta. La fe que su madre vivía "a su manera", era complementada por su hija con continuas oraciones "pidiendo fuerza a Dios".
Y concluida la condena, madre e hija se vieron de nuevo en libertad.
Desde entonces, Estefanía ingresó al colegio Santo Ángel de la Guarda de Vallecas, regentado por unas religiosas que cuidaban largas horas de ella mientras su madre trabajaba.
Conforme crecía, recuerda ser alegre y positiva, pero también sentir "un gran vacío y dolor y cosas que quería anestesiar por haber crecido sin padre, lo que hizo que mis relaciones con chicos fuesen catastróficas".
Anestesiando el dolor
Y parte de esa anestesia la encontró "de fiesta en fiesta, probando una cosa y luego otra".
"Todo era falso, nunca me llenaba. Siempre me he considerado sociable, pero entonces era falso porque en realidad luego no sabía ser buena amiga, buena hija, buena pareja o buena hermana, solo había momentos en los que me hacía sentir querida", recuerda.
Un momento que fue en cierta manera un antes y un después en su vida fue una noche de fiesta. Era como cualquier otro, con algunos amigos, cuando empezó a sentir un malestar que le llevó a la práctica pérdida de la conciencia.
"Supe que me habrían echado algo en la copa, pero estaba con gente buena que fue capaz de llevarme a casa. No era yo. Me encaré con mi madre y tuve una fuerte discusión con ella de la que no fui consciente", recuerda.
También reflexionó sobre sus relaciones con chicos, "siempre muy malas y de usar y tirar, como me enseñaron desde pequeña. Creciendo así, haber causado dolor a tantas personas es de lo que más me arrepiento. No sabía gestionar el dolor que tenía y lo intentaba anestesiar con todo lo que pillaba, chicos, fiesta o drogas".
La devoción de su sobrino, un salvavidas
En plena crisis, su sobrino cumplió la misión de un auténtico "salvavidas". Le encantaba ir a misa y "por el amor que le tenía" empezó a llevarle a la que se celebraba por las mañanas en el convento de Mater Dei Se conformaba con verle "súper feliz y contento" de poder rezar.
No hicieron falta más de dos días acompañándole para que una de las hermanas, María Eugenia, se acercase a hablar con ellos y les invitase a un grupo de jóvenes.
Estefanía recuerda que pronto se forjó con ella una auténtica amistad: "Yo sentía que no cuajaba. Iba mi sobrino y yo me iba con la hermana, le preguntaba por sus horarios, su oración y acabó invitándome a una adoración".
"La Iglesia me acogió como nadie"
"Al principio no sabía por qué decía que sí. Pero era porque el único sitio que me aceptó tal y como soy y que me dio la acogida que no me había dado nadie, en todos los sitios que había probado y buscado, fue la Iglesia", asegura.
La siguiente cita fue a ver unas ordenaciones sacerdotales. No entendí nada, recuerda, pero al ver como se quedaban boca abajo y hacían ese acto de humildad, quedé impactada de que hubiese gente que pudiese hacer eso.
A raíz de las ordenaciones supo que "tenía que haber algo más", y decidió buscarlo en una Javierada que resultó llevarla hasta el Pilar de Zaragoza.
"Me quedé mirando a la Virgen. Sentí como que me miraba y cuando la hermana me preguntó le dije que sentí que me estaba esperando. Experimenté algo que sigo sintiendo voy al confesarme ir a misa o a mi grupo, como que algo me dice que nos esperan", relata.
Por entonces, Estefanía supo que su alma demandaba "un encuentro con el Señor" y la oportunidad llegó con la enésima invitación de un sacerdote, el padre Julián, y su madre, para que fuese a un cursillo de cristiandad. Fue su segundo "antes y después".
Estefanía, el día de su confirmación, con el padre Julián Lozano.
Cristiana, de verdad: sacramentos, oración y teología.
"Cuando acabé, me dije que sería cristiana, y cristiana de verdad. Sacramentos, relación con el Señor y dar de mí todo lo que había recibido y sigo recibiendo por amor de Dios", relata.
A partir de entonces, sus relaciones dejaron de ser un desastre, supo que "le pertenecía a Dios" y maduró en el trato con los demás, "comprendiendo por qué cada uno actuaba como lo hacía". Estefanía "tenía sed" de todo lo relativo a Dios y fue nuevamente una hermana de Mater Dei laque le invitó a su centro de Teología.
El estudio de la Teología Fundamental, los sacramentos o historia de la Iglesia, aunque sin formación previa, le permitió "profundizar en la fe, crecer como persona y conocer a Dios, que la amistad con Él creciese".
"Cambió mi relación con el mundo. Me quedé sin amigas porque todas salían y yo ya no quería. Aprendí a tener amistad con los chicos cuando conocí a los seminaristas, fue difícil saber que hay amistades que `no quieren nada´, solo ser amigos y ya. Aprendí a aceptar a mi hermana tal y como es y retomé la relación con mi hermano, que es evangélico", explica.
La fuerza la da Dios
Aunque se considera "la misma", muchos de sus conocidos se sorprenden de su cambio. Ella simplemente "se pone límites" porque sabe "dónde está Dios y dónde no. En la parroquia soy la primera que dice de tomar algo, pero no es lo mismo hacerlo con un círculo de amigos que te quiere ver bien a otro que no le importa cómo estás".
Tras conocer "ambos lados" de la vida, Estefanía sigue apreciando a sus amigos del pasado, pero sabe "dónde está Dios y dónde no", y trata de seguirlo. En la imagen, con sus amigos de la parroquia y el padre Julián Lozano.
Para Estefanía, su amistad más importante es la que mantiene con Dios, "que te quiere y elige como eres", y admite que no puede vivir sin participar en voluntariados y apostolados que fomenten su vida espiritual, porque sino "cae en picado".
¿Qué será Estefanía del futuro? "Quiero dar lo que he recibido gratis a los demás y esa fuerza la da Dios para ser Estefanía en el trabajo, en clase o en la familia. El futuro lo planteo de la mano del Señor. Ahora es confianza en Dios. Es quien mejor me conoce y el que más feliz me va a hacer, así que mi camino está en sus planes".
É já hoje que o
cardeal D. Américo Aguiar toma posse como bispo da Diocese de Setúbal. É na
Sé diocesana, pelas 18h, que a “tomada de posse canónica” vai ter lugar, um
dia depois de o cardeal ter sido reconhecido, na celebração
da Dedicação da Sé Patriarcal de Lisboa, “pelo trabalho e pela dedicação”
ao Patriarcado e à Igreja, enquanto bispo auxiliar de Lisboa.
A entrada
solene acontece, também na Sé de Setúbal, na celebração da
eucaristia, dia 29 de outubro, a partir das 16h30.
Motivos não faltam
para acompanhar o Programa ECCLESIA desta quinta-feira, pelas 15h, na RTP2,
em que o destaque é precisamente a tomada de posse de D. Américo Aguiar,
nomeado bispo de Setúbal no passado dia 21 de setembro pelo Papa
Francisco.
No Vaticano, as
atenções voltam a estar viradas para o conflito entre Israel e Hamas. No
final da audiência pública semanal, o Papa
Francisco apelou à busca de soluções de paz para a “grave situação
no Médio Oriente.
“Penso sempre na
grave situação na Palestina e Israel. Encorajo a libertação dos reféns e a
entrada de ajuda humanitária em Gaza”, afirmou.
Também no Vaticano,
no Sínodo, uma carta dos participantes às comunidades católicas deixou a
mensagem de que a Igreja “precisa
absolutamente de escutar todos”.
“Trata-se de escutar
aqueles que não têm direito à palavra na sociedade ou que se sentem
excluídos, mesmo da Igreja. Escutar as pessoas que são vítimas do racismo em
todas as suas formas, especialmente, nalgumas regiões, os povos indígenas
cujas culturas foram desprezadas”, pode ler-se no documento.
Uma proposta final:
Se perdeu a oportunidade de escutar o programa ECCLESIA na Antena 1 esta
quinta, saiba que pode ouvir a conversa com João
Maria Carvalho no portal da
Agência de notícias. Conheça um pouco mais sobre a história do jovem de 24
anos que cantou o Cântico das Criaturas, de São Francisco de Assis, na Praça
de São Pedro, no Vaticano, durante a vigília de oração ecuménica, antes do
início da assembleia sinodal.
Resto de uma boa
semana e mantenha-se na nossa companhia,
La vida y la obra del sacerdote Jan Kaczkowski (1977-2016) apenas han trascendido fuera de Polonia. Algo que está cambiando con la difusión a través de Netflix de una película de 2022, Johnny, que en dicha plataforma ha alcanzado logros nada desdeñables: en 23 países alcanzó el Top 10 de lo más visto en una semana entre los films de habla no inglesa.
Marcado por la enfermedad
Kaczkowski falleció en 2016 a los 39 años de edad tras una vida definida por sus enfermedades, por su fuerza de voluntad y por su entrega a los cuidados paliativos y al rescate de jóvenes abocados a las drogas y la delincuencia. Y, sobre todo, por una vivencia absoluta de su vocación sacerdotal.
Jan Kaczkowski tuvo graves problemas físicos desde su nacimiento y todo lo superó por su empeño en hacer bien espiritual y material a los demás.
Nació prematuro, a los siete meses, y sufrió desde niño de una paresia del lazo izquierdo además de un fuerte déficit visual, sobre todo en un ojo. Que no le impidió, sin embargo, estudiar y conducir.
Como anécdotas del seminario, él mismo contaba que le llamaban "Escáner", porque para leer tenía que pegar el ojo al papel, y que más de una vez le reprendieron en la biblioteca porque pensaban que fingía y dormía sobre los libros, cuando en realidad estaba estudiando. Encontró numerosas dificultades e incomprensiones con su mal físico, y denunció la "discriminación contra las personas discapacitadas" que vivió en muchos comportamientos eclesiásticos.
La vocación
Había sentido nacer su vocación a los 8 años, al ser "maravillosamente" preparado por un anciano sacerdote para la comunión y la confirmación, sacramentos que recibió cuando Polonia aún vivía bajo el régimen comunista.
Se mantuvo muy vinculado a la parroquia, aunque siempre con un toque de independencia: "Me irritaban todas las formas de pastoral juvenil: 'Aplaudamos, qué bueno que estés aquí, Jesús te ama'. Como en una secta. Me pareció terriblemente trivial. Al mismo tiempo, iba madurando mi convicción de que Él estaba allí, especialmente en el sacramento del altar. Y si es así, no puedo ignorarlo. Una vez me encontré con el antiguo misal de mi abuela. En él leí qué es el sacrificio, lo que simbolizan las vestiduras litúrgicas y el significado de la Santa Misa. En este misal preconciliar, alguien finalmente me tomó en serio", contó en una entrevista.
En la adolescencia esa llama se mantenía viva, aunque ahogada en más de una juerga. En la ciudad de Torun, durante un viaje escolar, una mañana, todavía resacoso de la noche anterior, salió a comprar más vodka. Se le ocurrió entrar en una iglesia jesuita, donde había un sacerdote en el confesionario. Llevaba años sin confesarse y decidió poner fin a esa separación de Dios: "La confesión duró mucho tiempo y al final me preguntó: '¿No estás pensando en el sacerdocio?'. Y como sí lo estaba pensando, pensé: '¿Qué pasa, eres profeta?' ¡Yo aún olía a alcohol no digerido!"
Con el paso del tiempo emprendería ese camino, primero en los jesuitas, donde finalmente no entró, y luego en el seminario de Gdansk/Danzig, donde completó sus estudios. Fue ordenado sacerdote en 2002. En 2007 se doctoró en teología moral en la Universidad Cardenal Stefan Wyszynski de Varsovia, con una premonitoria tesis sobre La dignidad del moribundo y la ayuda a las personas en estado terminal. Al año siguiente se especializó en bioética en la Universidad Pontificia Juan Pablo II de Cracovia, y enseñaría esa asignatura en la Universidad Copérnico de Torun/Thorn.
Todo ello, al tiempo que desempeñaba sus primeras misiones pastorales, desde muy pronto orientada a los enfermos por un lado, y a los jóvenes con dificultades con las drogas y la marginalidad, por otro.
"Johnny"
Que es el momento en el que la película nos presenta la historia. De hecho, Johnny arranca con Patrick, un joven drogadicto, esnifando antes de entrar en una casa para robar. Tras ser detenido y juzgado, le condenan a servicios comunitarios en un hospicio en el que Jan le pone a trabajar como auxiliar en el trabajo con los ancianos y le avisa de que, al primer error o a la primera queja, volverá a la cárcel.
Tráiler de 'Johnny' en versión original. Netflix la ofrece doblada al español.
En los primeros compases del film, la voz en off de Patrick evocando aquellos primeros momentos sirven para hacer una buena descripción del sacerdote: un "bicho raro" (así se le denomina en otros momentos), un "clérigo" que no solo "veía mal y caminaba mal", sino que "también era un sabelotodo", pero que "nunca tiraba la toalla" y "llegaba hasta donde nadie lo había intentado".
"Su vida fue siempre una cuesta arriba, por eso hablaba con la gente con la que nadie quería hablar... No lo tuvo nada fácil desde el principio, quizá por eso se sentía atraído por la gente sin esperanza", nos cuenta el joven delincuente.
Kaczkowski era muy devoto del mártir Jerzy Popieluszko, sacerdote de 37 años asesinado en 1984 por el régimen comunista, y solía acudir a él en los problemas. "Jerzy, por favor, te lo ruego, líbrame de este miedo", le vemos pedirle, rezando de rodillas en su habitación, cuando tiene que enfrentar la oposición de su obispo a la construcción del que sería Hospicio Padre Pío en la localidad de Puck. Se salió con la suya y fue inaugurado en 2009.
"Jerzy, te has superado. ¡Y con creces! Ahora tienes que sacarme de esto", le ruega en cuanto le diagnostican el glioma cerebral que le mataría, años después de haber superado un cáncer de riñón. Cuando le ingresan para operarle, en la camiseta que viste en la cama del hospital se lee: "Soy salvaje y valiente".
Un retrato sólido y atrayente
Johnny (apodo amistoso que recibía: Jan en polaco es Juan, John en inglés), dirigida por David Jaroszek, es una película nada efectista y por supuesto nada sensiblera, algo que chocaría con el temperamento de su protagonista, un hombre de maneras hoscas, algo ensimismado, de un humor burlón y un espíritu transgresor, poco dado a la victimización propia. Pero profundamente caritativo con los demás e inteligente en el trato y, por ello, muy apreciado por todos... salvo por algunos de sus superiores.
Como su altivo obispo -opuesto al hospicio-, a quien hace frente en una tensa conversación que, si la película es fiel a la realidad, deja en muy mal lugar a un prelado con nombre y apellidos, que no es ficción. Cuando sale de la habitación, él abre las ventanas para que salga el "olor a azufre".
Tal vez el guión se toma algunas licencias, pero el retrato del personaje, magníficamente caracterizado e interpretado por Dawid Ogrodnik, es creíble y consistente. Como el del joven Pat (Piotr Trojan), que va evolucionando al contacto con el sacerdote, y a cuyo través conocemos un par de historias de internos del hospicio que enriquecen la temática del film y refuerzan su mensaje.
En ese sentido, Johnny transmite muy bien lo que quiso ser la vida de Jan: un canal de esperanza para quienes, enfermos, desesperados o acabados para el mundo, se aferran a la vida con dignidad y orgullo y se preparan para el juicio de Dios: próximamente, como los terminales; o visto con mayor lejanía, como los jóvenes a quienes saca del infierno de la droga.
'Puedes hacerlo. La última conversación' es un libro publicado tras la muerte de Jan, que recoge sus respuestas a múltiples preguntas que le plantearon en los meses previos al esperado desenlace. 'Quienes le escuchaban sentían: él me entiende. No ofreció consejos baratos ni consuelo fácil. Con su vida como ejemplo, proclamó: no te rindas, puedes hacerlo, te levantarás', presenta la editorial.
Casi siempre con su sotana, sin hacer ascos a un vaso de buen vino o un cigarrillo alguna vez, el Kaczkowski de Johnny es, sí, un "bicho raro", porque tiene personalidad, una espiritualidad auténtica y un amor a los demás que consiste en entregarles todo su tiempo y todo su esfuerzo.
Las frases de Johnny
Y también es sentencioso:
-"Nada nos libera de la responsabilidad de cuidar las relaciones con las personas que queremos";
-"Nuestro propio tiempo es lo más valioso que podemos dar a otras personas";
-"La responsabilidad consiste en acabar las cosas. Si empiezas a hacer algo, termínalo".
Son frases que oímos en la película de labios del actor, pero hay una que sintetiza su talante emprendedor y animoso, y que escuchamos en la película de labios del sacerdote real, en unas imágenes finales auténticas: "En vez de esperar algo, empieza a vivir hoy. Es mucho más tarde de lo que crees".
Reconocimientos públicos
La incansable actividad de Jan Kaczkowski no se apagaba en las clases a jóvenes, en el voluntariado de atención a enfermos al que les asociaba, en las clases de religión en enseñanza secundaria o de bioética en la universidad, en la capellanía y dirección de su hospicio o en la atención a chicos problemáticos como Pat. Además ofreció numerosas conferencias sobre cuidados paliativos y escribió varios libros sobre la actitud ante el cáncer y la espiritualidad de la enfermedad y el dolor.
Una de las últimas cosas que pudo hacer fue animar a la participación en la Jornada Mundial de la Juventud que se celebró en Cracovia en julio de 2016, a la que no llegó a asistir porque murió en marzo.
En esta entrevista se presenta el Hospicio Padre Pío, y el padre Jan anima a los jóvenes a vivir la catolicidad de la Iglesia en la universalidad ['católico' significa universal] de la JMJ.
Jan Kaczkowski recibió varios galardones en vida y póstumos por su obra benéfica, y el reconocimiento público post mortem con placas y auditorios a su nombre y una plaza dedicada en Sopot, donde murió.
Aunque el mayor homenaje de todos es, sin duda, poner a disposición de millones de personas el edificante mensaje que nos brinda Johnny.
É um apelo que sai do
seminário
internacional sobre o pacto verde e o emprego. “Mudar os comportamentos” em
relação ao planeta porque “existe muito esbanjamento e desperdício” é o que
defende Américo Monteiro, o coordenador da Liga Operária Católica/Movimento
de Trabalhadores Cristãos.
Reunido em Setúbal em seminário internacional, este movimento apela à
“mudança de comportamentos”, caso contrário, será difícil responder a esta
grande necessidade da humanidade e do planeta porque existe muito
esbanjamento e desperdício”, disse este responsável à Agência ECCLESIA, após
o encerramento do seminário internacional “Pacto Verde Europeu e Emprego.
Fundo de transição justa. Impacto nas relações laborais e o papel do diálogo
social. Economia Circular”.
O Museu
de S. Vicente, em Lisboa, inaugura hoje um novo percurso de visitas. Na
comemoração dos 850 anos da chegada das relíquias de São Vicente a Lisboa, o
espaço museológico com o nome do santo, oferece uma nova abordagem expositiva
que será inaugurada pelo Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério.
Foto: Arlindo Homem
Também no dia da
Dedicação da Sé Patriarcal de Lisboa, o bispo da diocese convoca o clero para
uma celebração
onde será feita “uma saudação” de agradecimento a D. Américo Aguiar, bispo
eleito para a Diocese de Setúbal.
Pelas 15h00, na RTP2
pode acompanhar o programa Ecclesia que fala hoje com o Superior Delegado dos
Paulistas em Portugal, o Padre Tiago Melo.