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segunda-feira, 27 de novembro de 2023

Uma humanidade ameaçada

Bom dia e boa semana para si, nesta reta final de novembro,

O Papa recitou este domingo a oração do ângelus desde a capela da Casa de Santa Marta, onde reside, no Vaticano, devido ao problema de saúde que levou ao cancelamento da sua agenda no dia anterior. Uma imagem forte, que dominou as atenções, mas que não pode distrair da mensagem: a preocupação com as guerras na Ucrânia e na Terra Santa e a próxima viagem aos Emirados Árabes Unidos para intervir, a 2 de dezembro, durante a COP28, no Dubai.

Sobre a cimeira do clima falamos hoje no Programa ECCLESIA, na RTP2 (15h00), com Rita Paiva e Pona, do Gabinete de Resposta Social da UCP, e José Luis Monteiro, da Oikos – Cooperação e Desenvolvimento.

Este domingo foi de festa, com a celebração do Dia Mundial da Juventude, a nível diocesano. A jornada foi tema de conversa na entrevista conjunta Ecclesia/Renascença, com o cardeal D. Américo Aguiar, que alertou ainda para a situação dos reclusos.

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre,

Octávio Carmo

 


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domingo, 26 de novembro de 2023

Pizzaballa: «Liberar rehenes es el primer paso para aliviar tensiones internas como internacionales»

El cardenal Pizzaballa insiste en la necesidad de paz en Tierra Santa.
El cardenal Pizzaballa insiste en la necesidad de paz en Tierra Santa.


ReL


En las últimas horas se ha producido el canje entre Israel y Hamás de presos palestinos y de rehenes que estaban retenidos por los terroristas islamistas, un pequeño primer paso para intentar frenar la violencia en Tierra Santa. Sobre este asunto y otros relacionados con la guerra ha hablado el patriarca de Jerusalén, el cardenal Pizzaballa, en una entrevista con Andrea Tornielli para los medios vaticanos.

-¿Qué opina de las noticias de las últimas horas?

-El hecho de que se haya llegado a un acuerdo para la liberación de al menos algunos de los rehenes es positivo, porque hasta ahora el único canal de comunicación era el militar. En cambio, es un primer paso para aliviar la tensión tanto interna como internacional. También es una forma de iniciar otras soluciones distintas de las militares: me refiero a soluciones para el fin del conflicto.

-Las reacciones a la noticia de la liberación de los rehenes han sido diversas, ciertamente de satisfacción. Pero también ha habido algunos comentaristas que creen que, de hecho, la propia negociación es en cierto modo una derrota...

-Los que -llamémosles los 'halcones'- quieren identificar la paz con la victoria tal vez piensen así. Pero la paz, la resolución del conflicto, no puede ser una victoria absoluta. No existe. Así que está claro que la solución no puede dejarse sólo en manos de los militares. Está claro que la política debe retomar la situación en sus manos, dar sobre todo perspectivas, porque los militares no las tienen. Así que está claro que las negociaciones, la liberación de los rehenes, son los primeros pasos para luego iniciar caminos de perspectivas políticas para Gaza después de esta guerra. Es necesario.

-Tenemos noticias de que las personas desplazadas en el norte de Gaza están intentando regresar a lo que imagino que en la mayoría de los casos son hogares destruidos. ¿Qué significa esto?

-Por lo que yo sé, todavía no existe esa posibilidad. Algunos quieren regresar porque la situación, incluso en el sur de Gaza, donde se hacinan todos estos millones de personas, no es fácil. Así que quieren salir de allí, lo entiendo muy bien. Incluso nuestros cristianos que están encerrados en ese pequeño recinto de la iglesia apenas pueden hacerlo. Pero mientras no haya una perspectiva política clara o claridad sobre los próximos pasos, esto todavía no es posible e incluso puede ser ‘peligroso’.

-¿Cómo se puede derrotar al terrorismo? ¿Cómo se puede derrotar una ideología como la de Hamás?

-No es sencillo. Hay que eliminar, poco a poco, con paciencia -los tiempos son largos- todo lo que alimenta esa ideología. Hay que extirpar las raíces. Es inútil cortar las ramas, porque pueden volver a crecer. En primer lugar hay que dar una perspectiva a los palestinos. Ya lo he dicho y sé que a mucha gente no le ha gustado: hay que darles una perspectiva nacional que todavía no tienen. Esta guerra es un testimonio muy claro de que los dos pueblos no pueden vivir juntos, al menos no en este momento. Tienen que tener una perspectiva clara, definida, precisa, más de lo que ha sido el caso hasta ahora. Además, hay otro aspecto. Hamás es también una ideología religiosa; por lo tanto, el diálogo interreligioso es muy importante, al igual que es muy importante alimentar, hacer crecer, un discurso religioso que no esté centrado en el ‘odio’.

-¿Qué podemos hacer como cristianos, pero en general como personas que aunque viven lejos de esos lugares los sienten cercanos porque son los lugares de la vida, de la existencia terrenal de Jesús? ¿Qué podemos hacer también a nivel de opinión pública?

-En primer lugar está la oración por los creyentes, que es lo primero que hay que hacer. Luego está también la necesidad de un apoyo real, incluso humanitario. Otro aspecto importante: he visto que hay fuertes divisiones en el mundo, unos contra otros. Casi parece que sea imposible amar a ambos. Creo que es importante, como cristianos, ser claros también en nuestro discurso, pero no excluyentes. Llamar a las cosas por su nombre, en su verdad, y al mismo tiempo intentar mantener relaciones abiertas con todos y decirles a todos, a unos y a otros, que "les queremos".



JMJ por perto

Bom dia e bom Domingo de Cristo Rei!

Assinala-se este domingo a Jornada Diocesana da Juventude, o primeiro grande momento em que jovens de todas as dioceses se encontram, depois da experiência da Jornada Mundial da Juventude, na primeira semana de agosto.

E só poderia ser este o tema principal das notícias deste dia, nomeadamente dos conteúdos que partilhamos consigo em cada domingo: o programa Ecclesia na Antena 1, a começar o dia, a entrevista Renascença/Ecclesia, que hoje tem como convidado o cardeal D. Américo Aguiar, e o programa 70x7 na RTP2, onde se retomam as mensagens essenciais da JMJ Lisboa 2023. Conteúdos que ficam disponíveis no portal da Agência Ecclesia!

Por causa da celebração da Jornada Diocesana da Juventude, tive a oportunidade de colocar a fita do filme da JMJ a rodar, por estes dias: muitos momentos, várias celebrações e sobretudo muito rostos com muita alegria, muita energia…

O que se viveu neste verão, tanto na última semana de julho, nas várias dioceses de Portugal, como na primeira de agosto, na JMJ Lisboa 2023, nunca pode ser considerado acontecimento do passado! Os dias de encontro entre jovens do mundo inteiro conjugam-se sempre no presente, atuam em cada dia em que deles possamos fazer memória ou naquelas ocasiões em que nos for possível passar por essas imagens, por esses sons, por esse brilho… Aconselho vivamente a ver ou rever a lista de vídeos disponíveis em muitas plataformas, como no canal YouTube da Agência Ecclesia, e participar novamente nas múltiplas experiências que esses dias proporcionaram aos jovens de todo o mundo e também a tantos que acompanharam as transmissões televisivas.

Nestes dias, quando jovens se voltam a encontrar, repetem-se perguntas sobre a etapa seguinte, sobre o que fazer depois de experiência tamanha, como foi a Jornada Mundial da Juventude. E agora??

E as respostas, ainda não foram encontradas? Basta ver, ouvir, seguir as pistas deixadas pelo Papa Francisco. Quais? Deixo cinco possibilidades, as mesmas que são apresentadas no programa 70×7 deste domingo, por ocasião da Jornada Diocesana da Juventude (comentadas nesse programa emitido na RTP2, pelas 17h25, por Rita Sacramento Monteiro, uns 100 dias após as ter ouvido, presencialmente, do Papa Francisco).

Antes de mais, sendo construtor de uma Igreja que acolhe todos; sem medo de recomeçar, apesar dos momentos de fragilidade; com a coragem de ser empreendedor de sonhos; disposto a curvar-se para ajudar quem precisa; e sempre determinado em surfar as ondas, as ondas do amor.

Votos de um ótimo domingo!

Paulo Rocha

 


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sábado, 25 de novembro de 2023

Informação partilhada do Núcleo Distrital de Beja da EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza 132 - 2023




Confia «em forças cegas e na mão invisível do mercado»?

Bom dia, paz e bem!!

“Não podemos continuar a confiar em forças cegas e na mão invisível do mercado. O crescimento com equidade requer mais do que crescimento económico, embora o pressuponha” – Papa Francisco.

O Papa reforçou o seu alerta contra uma “economia que mata”, esta sexta-feira, numa mensagem pelo 10.º aniversário da primeira exortação do seu pontificado, a ‘Evangelii Gaudium’ (a alegria do Evangelho).

O texto, dirigido ao Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral (Santa Sé), apela à criação de novas estruturas sociais, processo que implica “renunciar à autonomia absoluta dos mercados e da especulação financeira”, para “atacar as causas estruturais da desigualdade”.

“Estou longe de propor um populismo irresponsável, mas a economia não pode continuar a recorrer a remédios que são um novo veneno, como tentar aumentar a rentabilidade reduzindo o mercado de trabalho, criando assim novos excluídos.”

“Que ninguém seja promotor de uma comunicação de descarte, através da difusão de mensagens de ódio e da distorção da realidade na internet” – Papa Francisco

O pontífice enviou uma mensagem aos organizadores e participantes da 13ª edição do Festival da Doutrina Social da Igreja, tem como tema ‘#soci@Imente livres’, em Verona, Itália.

“A comunicação atinge a sua plenitude na doação total de si ao outro. Nesta relação de reciprocidade, desenvolve-se a teia da liberdade”, disse o Papa que, a partir do tema, pediu que a presença no mundo digital promova a “liberdade”, promovendo uma “comunhão de pessoas livres”.

‘Literatura e Cristianismo – A Palavra em Comum’ foi o tema da mesa redonda que juntou o Jacinto Lucas Pires, António Spadaro e Daniele Mencarelli, esta sexta-feira, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A Agência ECCLESIA entrevistou os autores italianos, antes desta iniciativa promovida pela Paulinas Editora e o Instituto Italiano de Cultura.

“Temos de encontrar uma linguagem para comunicar a beleza do Evangelho, a força, o poder revolucionário da sua Palavra. E isso só pode ser feito se, de alguma forma, apagarmos os nossos hábitos, até os nossos tiques linguísticos, o nosso modo habitual de falar no seio da Igreja, para termos uma linguagem mais universal” - padre Antonio Spadaro, subsecretário do Dicastério para a Cultura e a Educação.

Rui Saraiva, jornalista da Diocese do Porto e correspondente do ‘Vatican News’ em Portugal, coordenou o livro ‘Não temos medo – reflexões sobre a Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 e o caminho sinodal’. Da Paulinas Editora, a obra é apresentada dia 29 de novembro, na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, mas Rui Saraiva esteve hoje no Programa ECCLESIA na Antena 1 da rádio pública.

Ao longo deste dia, e de todos os outros, a atualidade religiosa e social, pessoas e instituições estão em www.agencia.ecclesia.pt, como diversas iniciativas, este fim de semana têm a marca dos jovens nas Jornadas Diocesanas da Juventude, veja na agenda/calendário.

Um bom sábado, na nossa companhia,
Saudações,
Carlos Borges

 


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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Beja: Jovens convidados para Jornada Diocesana da Juventude em Grândola

«Grândola espera por nós e estamos muito felizes» – Catarina Leão

Beja, 24 nov 2023 (Ecclesia) – O Departamento de Pastoral Juvenil da Diocese de Beja promove a sua Jornada Diocesana da Juventude (JDJ), na Solenidade de Cristo Rei, este sábado e domingo, dias 25 e 26 de novembro, em Grândola.

“Nesta jornada diocesana pretendemos voltar a viver alegria, a união, vai ser um fim-de-semana, dois dias, de encontro de toda a diocese, desde o litoral ao mais interior, onde vamos estar todos juntos e vamos rezar este caminho que estamos a fazer agora”, disse Catarina Leão, do Departamento de Pastoral Juvenil da Diocese de Beja à Agência ECCLESIA.

A nova coordenadora do setor da Pastoral Juvenil da diocese alentejana acrescenta que na JDJ, dias 25 e 26 de novembro em Grândola, também vão pensar como podem “ser esperança para o mundo e para o país”, vivendo a juventude.

“Grândola espera por nós e estamos muito felizes”, assegura Catarina Leão.

O jovem Miguel Cascalheira, também da Diocese de Beja, explicou que neste pós-JMJ Lisboa 2023, nesta Igreja local, têm “tentado continuar a caminhar com os jovens”, e que “a chama que já foi acesa para alguns e para outros já tinha sido acesa continue viva e acesa”.

“No fundo temos tentado manter os jovens unidos e todos dentro do amor de Deus”, acrescentou à Agência ECCLESIA.

O Vaticano anunciou os temas para as próximas celebrações diocesanas da Jornada Mundial da Juventude, a caminho do Jubileu dos Jovens, que se vai celebrar em 2025

A celebração da XXXVIII Jornada Mundial da Juventude vai decorrer a 26 de novembro de 2023, solenidade litúrgica de Cristo-Rei, com o tema ‘Alegres na esperança”, da Epístola de São Paulo aos Romanos (cf. Rm 12, 12).

Em 2024, para a XXXIX Jornada Mundial da Juventude, o Papa escolheu o tema ‘Aqueles que esperam no Senhor caminham sem se cansar, uma passagem do livro do profeta Isaías (cf. Is 40, 31).

O Vaticano apresentou a 14 de maio de 2021 as novas orientações pastorais para celebrar a JMJ a nível diocesano, desafiando as comunidades católicas a apostar nos jovens.

“É necessário ter a coragem de envolver e confiar papéis ativos aos jovens, tanto aqueles que vêm das diferentes realidades pastorais presentes na diocese quanto aqueles que não pertencem a nenhuma comunidade, grupo de jovens, associação ou movimento”, refere o texto.

Além da celebração nível diocesano, a Igreja promove edições internacionais destas jornadas, como a que aconteceu em Lisboa, de 1 a 6 de agosto, com mais de 1,5 milhões de participantes nas celebrações conclusivas, presididas pelo Papa Francisco, no Parque Tejo.

CB



Un año ya presos de los rusos: el padre Iván, capellán en Cataluña, y el padre Bohdán, con diabetes

Ivan Levytskyi y Bohdan Geleta, dos sacerdotes católicos de Berdiansk
Ivan Levytskyi y Bohdan Geleta, dos sacerdotes católicos de Berdiansk, cumplen un año presos de los rusos, incomunicados


P.J.Ginés


China, Nicaragua y la parte ucraniana ocupada por Rusia, son los tres países con curas católicos secuestrados o encarcelados sin juicio y sin que se sepa donde están.

El 16 de noviembre se cumplió un año desde que tropas rusas detuvieron a los dos sacerdotes ucranianos grecocatólicos de Berdiansk, Ivan Levytsky, que sirvió en Barcelona y Tarragona de 2008 a 2012, y Bohdan Geleta, que tiene diabetes.

A otro sacerdote de la región, pero de otra parroquia, Petro Krenitsky, le hicieron recoger escasas pertenencias en una maleta, le pusieron una bolsa en la cabeza, y lo llevaron en coche hasta el lado ucraniano del frente. Quizá le protegió ser de nacionalidad eslovaca. Pudo contar los últimos días de las parroquias de Berdiansk, ya cerradas.

En la zona de Ucrania que controlan los rusos hace un año que no queda ni un cura católico. Los fieles a veces consiguen contactar con sus párrocos deportados por móvil o whatsapp para hacer oración online.

Hablan al Papa de los dos curas secuestrados

Hace dos meses, los obispos ucranianos entregaron al Papa Francisco recuerdos de los dos sacerdotes de Berdiansk: una cruz misionera, un libro de oraciones y un rosario. Y también fotos de dos sacerdotes. Más o menos por esa fecha, los parientes del padre Iván recibieron confirmación oficial de que estaba preso de las autoridades rusas, porque antes, durante diez meses, solo se tenían rumores.

Entregan al Papa Francisco objetos de los dos curas secuestrados por los rusos en Berdiansk

El Arzobispo Mayor Shevchuk entregan al Papa Francisco objetos de los dos curas secuestrados por los rusos en Berdiansk.

Volodymyr Boreyko, de la Iglesia Grecocatólica, explica que no se sabe nada del padre Bohdán. En realidad, de ambos sacerdotes "se desconoce dónde se encuentran exactamente, en qué condiciones, juntos o por separado, en el territorio ocupado de Ucrania o en Rusia".

"No se sabe en qué situación se encuentran, ni sin son prisioneros de guerra ni si les acusan ​​en causas penales", protesta el padre Boreyko. Las organizaciones de derechos humanos no han tenido acceso a ellos. La Iglesia, dice, intenta discretamente hacer "un trabajo diplomático con las autoridades estatales y a nivel internacional con la comunidad eclesial". No está claro qué significa eso: quizá significa que la diplomacia vaticana intenta que alguien de la Iglesia Ortodoxa Rusa (o católicos rusos) accedan a los curas secuestrados.

Boreyko no es suave: "Conocemos la crueldad del enemigo, y se trata de la salud y posiblemente de la vida de nuestros sacerdotes". Recuerda que Bohdán, de más edad, tiene diabetes y antes de la invasión fue sometido a una operación de corazón. "Rezamos y esperamos que aguante", añade.

Ivan Levytsky, cuatro años en Cataluña

En 2010, en La Vanguardia, Ivan Levytsky, contaba sus experiencias como capellán con los ucranianos católicos en Barcelona y Tarragona, a los que atendía desde septiembre de 2008. Les acompañó en el santuario redentorista del Perpetuo Socorro, en la barcelonesa calle Balmes; en Santa Mónica, la parroquia de las Ramblas; y en Tarragona, en la parroquia de Sant Pau. Con los de Tarragona además jugaba al fútbol. Los miércoles, rosario en ucraniano en el Perpetuo Socorro.

Sabemos que de vuelta a Ucrania, enviado a Berdiansk, seguía hablando de España a menudo, porque lo dice su feligresa Lyudmila, de la cercana ciudad de Primorsk. "El padre hablaba a menudo de España, porque sirvió allí durante 4 años", explica en un reportaje web de la Iglesia Grecocatólica.

En realidad, ni Iván ni Bohdán son de esa zona, que tiene pocos católicos, sino que venían de la otra punta del país, de las regiones con más católicos, las que antaño pertenecían al Imperio Austrohúngaro: Iván es de Leópolis, u Bohdán de Ivano-Frankivsk. Estaban en Berdiansk creando pequeñas comunidades para los católicos y su plan era volver al oeste de Ucrania a finales de 2022.

Fundaron la capilla de Primorsk

Lyudmila y su marido, grecocatólicos de Primorsk, a 20 kilómetros de Berdiansk, conocieron al padre Iván cuando visitó su ciudad, "cuando todavía no había ningún sacerdote allí". Ellos se habían casado en Donetsk porque no había iglesias grecocatólicas más cerca. Iván impulsó la pequeña capilla católica de Primorsk: en una ciudad de diez mil habitantes, entre 10 y 15 católicos acudían a sus misas de rito bizantino. "Era un hombre alto y fornido, siempre pulcro, hablaba poco, pero muy bien", explica Lyudmila.

La madre de Lyudmila murió un par de meses antes de la guerra en víspera de Nochevieja, con nieve, hielo, y la gente preparando el fin de año. El sacerdote del Patriarcado de Moscú del barrio no quiso acudir a los últimos ritos ni al entierro. El padre Iván sí se ofreció al día siguiente, y les consoló con gestos de humor. Hoy Lyudmila reza para que liberen al sacerdote: "Él casará a mi hija", dice esperanzada.

El padre Iván con una Virgen del Perpetuo Socorro en una oración por la paz en Berdiansk

El padre Iván con una Virgen del Perpetuo Socorro en una oración por la paz en Berdiansk... hasta que vinieron a detenerle en noviembre de 2022. También en Barcelona atendía la parroquia del Perpetuo Socorro.

Detención y acusaciones inventadas

Cuando los rusos ocuparon esas zonas, ambos clérigos decidieron quedarse, aunque la jerarquía les había dado permiso para irse. Boreyko explica que organizaron encuentros de oración en la plaza central de Berdiansk, primero "por la victoria", luego, "de manera más neutral por la paz, hasta que finalmente las autoridades de ocupación locales y las fuerzas de seguridad rusas detuvieron al padre Iván y a algunos feligreses. Posteriormente, los fieles fueron puestos en libertad y el padre quedó en prisión. Realizaron una búsqueda en nuestro monasterio, filmaron un complot propagandístico y abrieron una proceso judicial inventado. Al mismo tiempo también fue detenido el padre Bohdan".

El 24 de noviembre de 2022, cinco días después de detenerlo, propagandistas rusos filmaban al padre Iván con cara cansada, y le acusaban de posesión de armas, ayudar a saboteadores y tratar de realizar actividades contra la parroquia ortodoxa de Berdiansk, aunque el sacerdote no confesaba nada de eso. Tras ese vídeo, desapareció.

Para los grecocatólicos, veteranos de la persecución soviética, son acusaciones absurdas, los trucos de siempre del comunismo: acusación falsa, dividir entre cristianos, encarcelar con calumnias... El 1 de diciembre de 2022, el Arzobispo Mayor grecocatólico, Sviatoslav Shevchuk, lo denunciaba: "Ayer recibimos informes de tortura sin piedad, empleando métodos represivos clásicos estalinistas, para forzar falsas confesiones".

El obispo grecocatólico de Donetsk, Stepan Menyok, que no tiene acceso a la mayor parte de su diócesis, ocupada por Rusia, escribe: "No hay duda de que ya son confesores de fe, perseguidos por su afiliación religiosa grecocatólica. Dios Todopoderoso sabe lo que hace, pero nos cuesta entenderlo, como nos cuesta entender el martirio de los apóstoles, los amados discípulos de Jesucristo. ¿Qué podemos hacer? Fortalecer la práctica de la oración en su intención".

Para ayudar a las víctimas de la guerra en Ucrania, Cáritas Española ha abierto esta web y la cuenta Caixabank ES31 2100 5731 7502 0026 6218 .



Uma vigília por um planeta amigo da vida

Olá Bom Dia

A Rede «Cuidar da Casa Comum» organiza, esta sexta-feira, em Lisboa, na Igreja de Santa Isabel, uma vigília por um planeta amigo da vida nas vésperas da COP28. A iniciativa surge como resposta ao apelo do Papa Francisco na encíclica «Laudate Deum».

Será uma vigília de reflexão e ação, com os objetivos de reforçar o compromisso na defesa do planeta e da humanidade e de chamar a atenção dos responsáveis políticos para que tenham a coragem de intervir na próxima cimeira sobre as alterações climáticas, pensando “mais no bem comum e no futuro dos seus filhos, do que nos interesses contingentes de algum país ou empresa”.

A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa vai acolher, esta sexta-feira, às 18h00, uma mesa redonda sobre «Literatura e Cristianismo – A Palavra em Comum» promovida pelas Paulinas Editora e o Instituto Italiano de Cultura.

A mesa redonda conta com uma vídeo-mensagem do cardeal Tolentino Mendonça, Jacinto Lucas Pires, António Spadaro e Daniele Mencarelli e vai ser moderada pelo padre Alexandre Palma. António Spadaro lançou recentemente a obra «Uma Trama Divina – Jesus em contratempo» e Daniele Mencarelli escreveu o livro «A casa dos olhares».

Propostas para hoje… No entanto não esqueça de ver o programa ECCLESIA na RTP2, pouco depois das 15h00. Depois fica disponível no site desta agência da Igreja Católica.

Já sabe que pode acompanhar toda a atualidade religiosa, em Portugal e no mundo, no site www.agencia.ecclesia.pt/portal/

Cumprimentos

Luis Filipe Santos

 


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quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Jornada Diocesana da Juventude


Decorre em Grândola, a Jornada Diocesana da Juventude, de 25 a 26 de Novembro de 2023.


Bautista, cambió la fe por las drogas y tocó fondo en prisión: entre rejas, Dios le mandó un mensaje

John Edwards evangeliza hoy a cientos desde Pew Ministries con el compañerismo y la virtud

John Edwards, fundador de Just a guy in the pew.
A punto de perder su matrimonio, pensando en el suicidio y atrapado en la pesadilla de las drogas, fue detenido por la DEA... y entre rejas le esperaba una propuesta de Dios.


J.M.C.


Cerca de cumplir los 45 años, John Edwards se define como felizmente casado con Ángela, padre de Jacob y dos gemelas, Caitlin y Allyson y, sobre todo, como "un discípulo de Jesucristo".

Pero como ha relatado recientemente, "no siempre fue así".

Nacido en Midtown (Memphis), recuerda como una de sus grandes pasiones acudir a su iglesia bautista y pasar allí el mayor tiempo posible con su familia y amigos.

Pero al cumplir los 18 años y empezar la universidad, la estabilidad emocional que le proporcionaba su entorno, su propia iglesia y su propio grupo de amigos desapareció.

Tenía que comenzar solo, preguntándose cuál sería el nuevo lugar en el que encajar. Recuerda que finalmente se decidió por una fraternidad universitaria. Y también que el día que la visitó por primera vez como miembro sería también el último en pisar una iglesia durante años.

"En lo más bajo": LSD, marihuana y cocaína 

La historia que sigue es similar a la que han relatado multitud de películas y series, pero consecuencias reales y sin final feliz.

Edwards lo probó todo, desde el LSD hasta pastillas y marihuana. Recuerda especialmente la noche en que tomó "una de las peores decisiones" de su vida al probar la cocaína.

Al principio, lo vivió como algo inocente, una novatada. "Podíamos beber mucho, salir de noche, era algo divertido. Pero como muchas cosas que empiezan pareciendo inocentes, no siempre lo son".

John tenía dinero suficiente como para permitirse "el lujo" para sí mismo y también para sus amigos. Invitaba a alcohol, gasolina y drogas, pero la escena pronto dejó de ser agradable.

"Todo acabó girando siempre en torno a dónde consumíamos, dónde conseguiríamos las drogas, en qué casa lo haríamos… pronto nos separamos", explica.

Enganchado, pero solo de nuevo, ecuerda aquel momento como "el punto más bajo" en el que podía estar, consumiendo unos 20 gramos de cocaína y 30 cervezas al día.

Matrimonio, familia y acercamiento a la fe

"Pero Dios me visitó una noche cuando entré a un bar y conocí a Ángela. Ella trajo ese `algo´ a mi vida cuando necesitaba a alguien que se preocupara realmente por mí. Desde esa noche salimos, ella me aguantó y nos casamos poco después", recuerda.

Aquel fue su primer acercamiento al catolicismo. Pero él creía  que "las drogas pararían, que se irían solas, que decirle `sí´ a alguien para toda la vida solucionaría los problemas"… y no fue así.

Comenzaron a llegar los hijos. Primero Jacob, al que "adoraba". Años después llegarían Caitlin y Allyson y Ángela, buscando llevar la fe a su marido, le perseguía para ir a misa en familia. Él, como cada domingo por la mañana, solo quería que pasase el tiempo… y la resaca.

Pero un día, en 2011, decidió ir a la parroquia de San Francisco, dirigida por el mediático sacerdote Larry Richards. Emocionado por su llamado a la acción, la virilidad y la virtud, empezó a leer sus libros y pareció que durante un par de semanas había cambiado de vida… "pero las drogas volvieron".

Primera recaída: "Quiero que Dios cambie mi vida"

Y lo hicieron con fuerza. Relata que, aunque no lo hacía a propósito, ni si quiera parecía importarle el hecho de tener hijos o una esposa maravillosa.

"Mi madre murió y lo único que me hizo sentir mejor fueron las drogas y el alcohol. No sentía nada. Me quedaba despierto hasta tarde, bebiendo entre 15 y 18 cervezas cada noche, fumando cigarrillos y consumiento cocaína", relata.

Una de esas noches sintió algo raro. "Plap, plap, plap, plap… el corazón empezó a palpitar violentamente. Pero no quería despertar a Ángela y que me encontrara así porque sabía que podía dejarme… Pensé que iba a morir".

Fraternidad universitaria.

John Edwards entró a una fraternidad universitaria buscando apoyo y amigos... pero allí fue consciente de que "muchas cosas que empiezan pareciendo inocentes, no siempre lo son".

En pleno ataque, pensó en rezar y se dirigió a Dios prometiendo que si le salvaba, no volvería a consumir. Todo volvió a la normalidad. Se acostó y, por segunda vez, tomó la resolución de confesarse y recuperar su vida, entonces "fuera de control".

"Le dije al sacerdote que era un mal padre, un marido terrible, inmaduro y que no sabía como cambiar y ser diferente. Quiero que Dios cambie mi vida", suplicó.

Segunda caída, antes de Pascua y detenido

La Semana Santa estaba cerca y, una vez más, parecía que Edwards iba a cambiar de vida. Especialmente tras la absolución, cuando se sintió vulnerable por primera vez en su vida y decidió romper  con sus adicciones y tirarlo todo, la cocaína, el alcohol… incluso el tabaco.

Pero cuando llegó el jueves santo, cayó de nuevo y antes  de recoger a su hijo compró un nuevo cargamento del que connsumir. Con lo que no contaba era  que la DEA -la entidad federal que se encarga de combatir el tráfico y el consumo de drogas en Estados Unidos- le seguía. Segundos después, quedaba detenido y caminaba a prisión.

"Nunca olvidaré esa puerta gigante con barrotes, entrar y darme la vuelta mientras la puerta se cerraba lentamente con ese ruido característico", relata.

No paraba de pensar que su vida había terminado, a dónde iba a ir, cómo había llegado hasta ahí o qué pasaría con su mujer y sus hijos. "¿Qué he hecho? ¿Qué he hecho? ¿Qué he hecho?", se repetía. Y entonces, las palpitaciones volvieron, llevándole al borde de la desesperación y a pensar incluso en acabar con su propia vida.

Un mensaje de Dios: "Ahora tienes una nueva vida"

"Entonces sucedió lo más extraño. Estaba allí sentado y de repente me invadió la calma. Nunca había sentido algo así y me invadió el pensamiento de que no podía hacer nada salvo sentarme hasta que me dejasen ir", recuerda.

Edwards solo pasó unos días en prisión. Pero con esa celda cerrándose tras de sí por última vez, supo que había sucedido algo más relevante que salir de la cárcel.

"Recuerdo mirar hacia atrás, en la celda, donde Jesús acababa de hablar a mi corazón. Recuerdo haber pensado que lo tenía solo a él y me decía `lo intentaste, tu vida ha terminado, ahora tienes una nueva vida y te vas a ir de aquí conmigo´", relata.

Un preso viendo la libertad.

Edwards acabó detenido por la DEA, a punto de perder su matrimonio. Entre rejas, un mensaje de Dios le motivó a cambiar de vida para siempre... y dedicársela a él (Foto: Unsplash / Hasan Almasi)

Aquel día era Pascua de Resurrección. En lo que parecía toda una analogía evangélica, Edwards se reconcilió con su padre cuando le recibió de su retención, le pidió perdón por sus errores y decidió acudir a una iglesia que visitó años atrás.

"Dios quiere que te diga que todo va a salir bien"

Tras la experiencia entre rejas, no dudó en entrar a misa y probar… y nuevamente, sucedió algo inexplicable: "Me levanté después de la Misa para irme y de repente, sentí una mano en mi hombro. No conocía a nadie allí. Me di la vuelta y dije `padre´, y me dijo: 'Hola, John'. Recordó mi nombre, me había conocido una vez cinco años antes. Y dijo: 'No sé por qué tu familia no está aquí, pero Dios quiere que te diga que todo va a estar bien. John, disfruta tu día, feliz Pascua'". 

Fue el suceso que necesitó para tomar una resolución definitiva. "Voy a recuperar mi vida y a entregártela, Señor", prometió.

Su siguiente paso fue enfrentarse cara a cara con su adicción. Fue su padre  el que le llevó al centro, pero lo que no esperaba era  ver allí a Ángela. Él la miró de arriba abajo, atónito e incrédulo al escuchar que no iba a dejarle pasar solo por aquella situación

Treinta días después, no quedaba nada del viejo Edwards. Se había desintoxicado, dejo las drogas y el alcohol y empezó a redirigir  su día a día.

Nuevo mensaje, ahora a un dedicado evangelizador

Una mañana, entró a la Iglesia y Dios terminó por "cambiar" su vida y le permitió "ver la belleza de la Eucaristía. Sentí que estaba hablando a mi corazón, como dándome el regalo de conocer las claves para seguir a Cristo".

John se confesó, comenzó a frecuentar la comunión y supo que podía ser una mejor persona. Desde entonces, dedica su vida por entero a su familia, a su fe y la evangelización a través de varios apostolados. Se cuentan por cientos las personas a las que desde  entonces sigue llegando a través de Just a Guy in the Pew, que dirige. Su apostolado tiene como fin ayudar a edificar en cada parroquia grupos de hombres que se sirvan de apoyo mutuo en la vida de la gracia y la lucha contra el pecado a través de cuatro pilares: la adoración, el compañerismo y la camaradería, la entrega y la formación.

Concluye con un mensaje a otros hombres que pueden ser víctima de las adicciones o la debilidad,  invitándoles a "convertirse en los hombres por los que Él murió, para que sean lo que necesitan su familia e hijos y lo que todos necesitamos, porque nos necesitamos los unos a los otros".