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terça-feira, 10 de novembro de 2020

Un sacerdote misionero malagueño causa sensación con una procesión a la andaluza en pleno Taiwán

La procesión recorrió las calles de la ciudad taiwanesa entre los aplausos de muchos vecinos y fieles católicos



Um amparo para quem sofre

Bom dia a si que nos acompanha, nesta semana diferente, sem magustos, necessariamente, mas sem perder o sentido da caridade, principalmente em tempos de crise.

As ‘Conversas do Silêncio’ apresentam esta semana a experiência de um grupo de acompanhamento para pessoas em luto, na Paróquia de Nossa Senhora do Amparo, em Portimão. Um nome que é, em si, um programa: amparar quem sofre.

Sob o manto de São Martinho, simbolicamente, caminhamos para o IV Dia Mundial dos Pobres. Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa, fala do impacto da crise e recorda que o essencial é criar condições para alterar ciclos que perpetuam o empobrecimento. Para ver e ler.

Esta celebração, no próximo domingo, vai estar presente no nosso portal, com várias reportagens sobre iniciativas de solidariedade e formas de assinalar uma data que nasceu por iniciativa do atual Papa.

Em novo estado de emergência, o bispo do Porto determina a suspensão de toda a atividade presencial durante o recolhimento obrigatório. “Seremos os primeiros a contribuir, com o nosso comportamento responsável, para minimizar um problema que a todos aflige”, refere D. Manuel Linda.

Hoje, na RTP2 (15h00), concluímos a apresentação dos temas que marcaram os trabalhos das Jornadas Nacionais de Comunicação Social. Passaram pelo mundo das notícias, os conteúdos digitais, as transmissões online e hoje propomos formas de estar ligamos aos nativos digitais – a ‘Geração Z’.

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre.

Octávio Carmo

 


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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

El «milagro» de la Naprotecnología: cumple 5 años en España ayudando a familias con «infertilidad»




Eran protestantes devotos: en una Misa del Gallo supieron místicamente que la Eucaristía era real





O tempo passa rapidamente


Talvez devido ao período de confinamento sinto uma enorme vontade de sair de casa, de fazer a minha caminhada, de usufruir do bom tempo que se tem feito sair, de socializar. Também para observar alguma retoma do comércio, a abertura das igrejas, o acesso à cultura ainda que condicionada, a chegada de turistas, as esplanadas repletas, ainda que tudo seja usufruído com todos os cuidados inerentes tão necessários. Decidi que sempre que possível, todos os domingos visitaria um museu.

Neste domingo não tive a habitual presença da família mas não foi impeditivo. Torna-se necessário usufruir de cada momento, já que não sabemos o que o futuro nos reserva. Estacionei o carro longe do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, o museu escolhido para este dia, aproveitando para usufruir da beleza da cidade, hoje menos movimentada do que nos últimos domingos. Também pelos lugares que fui passando apercebi-me que alguns espaços comerciais tinham encerrado. Quantas histórias de vida e de sofrimento se encerram através destes espaços fechados! Cheguei entretanto ao Museu. Gostei da entrada e do impressionante quadro exposto da autoria de Munõz Degrain (Valência, 1840-Málaga 1924), representando Otelo e Desdémona, 1880. Esta pintura uma das melhores obras do acervo deste Museu, obra inspirada no ato V de Shakespeare, que se desenrola num espaço intimo, no momento da trágica morte de Desdémona, com uma força verdadeiramente dramática e de uma grande riqueza expressiva, com um colorido brilhante e uma enorme perfeição com que são representados os acessórios. Só por este quadro já valia muito a pena esta visita. O Museu encontra-se instalado desde 1911 no espaço do Convento de S. Francisco atravessando a história de arte em Portugal desde 1850 até à atualidade. Foi reconstruído em 1994 sob o projeto do arquiteto francês Jean Michel Willmotte. Constitui a mais importante coleção portuguesa de arte contemporânea, incluindo pintura, escultura, desenho, vídeo… Promove igualmente exposições temporárias. Na verdade, devido à pandemia SARS-COV-2, fui informada de que decorria unicamente uma exposição denominada “Biografia do Traço, coleção de desenho (1830 – 1920)” até ao dia 4 de Outubro, que certamente se reveste do maior interesse, mas preferi regressar noutra altura, quando estivesse a funcionar em pleno devido ao esquecimento dos óculos. Já tinha sido muito bom. Gostei imenso de observar o aproveitamento do espaço, como do local do Convento, com vários fornos, onde anteriormente as Carmelitas faziam as bolachas, agora faziam a ligação com salas de exposição.

Saí do espaço em direção à beira-rio. Fiz uma curta paragem para tomar um café e saborear um excelente pastel de bacalhau. O café estava vazio. Quando cheguei apercebi-me que o rio apresentava um tom acinzentado, com algum vento e o céu nublado. De vez em quando os raios de sol apareciam. Que beleza de paisagem. É mesmo de cortar a respiração. Fiz a minha habitual caminhada em direção ao Cais das Colunas, sempre repleto. Hoje estava muito tranquilo. Deve ser do tempo, pensei interiormente. Atravessei o Terreiro do Paço, a Rua Augusta até à Praça do Rossio. Resolvi ir por uma rua interior, Rua das Portas de Santo Antão, repleta de restaurantes, por onde não passava há tantos anos, mas quase sem clientes. Por todos os locais onde passava fui recordando diferentes momentos vivenciados. Foram muito bons. Os tempos agora são diferentes. A manhã já ia longa. O melhor era regressar a casa. Tinha pensado ir uma segunda vez à Feira do Livro que terminava neste dia. Ficava para o próximo ano, se Deus quiser, em melhores condições. Foi uma manhã excelente, mas a pandemia e as suas consequências estão bem visíveis causando alguma inquietação. O futuro a Deus pertence. Tudo é incerto, mas este período não durará para sempre apesar dos números tenderem a aumentar por esse mundo fora, também em Portugal, o que explica a diminuição e o receio dos turistas em viajar devido aos confinamentos impostos à chegada ao seu país de origem.

Contudo temos de manter a esperança, continuar a lutar e a procurar viver o melhor possível a realidade existente no momento presente. Recordei os tempos de confinamento em que passei grande parte no computador e que existe uma enorme desinformação em tempo de pandemia, onde a internet é o grande espaço de todas as liberdades onde se partilham conteúdos, às vezes falsos. Uma vida sem paralelo, onde a verdade de hoje pode ser a mentira de amanhã. Vejamos o caso do uso de máscaras a título de exemplo, desaconselhadas num primeiro momento e recomendadas posteriormente. Hoje em dia quase todos podemos desempenhar o papel reservado aos jornalistas sem possuir os critérios nem a formação necessária, dando origem à divulgação de informação falsa. Alguém dizia que ler e escrever já não é suficiente.

A iliteracia digital constitui o analfabetismo dos dias de hoje já que a desinformação grassou de uma forma avassaladora nos dias de hoje, ou seja, encontramo-nos mais vulneráveis face à lacuna de ferramentas que nos permitam possuir segurança e convicções para detetar as notícias falsas. Não nos podemos esquecer que as redes sociais são um negócio publicitário. Na realidade já sofri com as redes sociais. Já copiaram o meu perfil. Não foi nada agradável receber um telefonema de uma amiga assustada, a questionar se me encontrava num outro país, tendo sido assaltada e ficado sem dinheiro para pagar o hotel, comprar o bilhete e regressar ao meu país. Foi necessário recorrer à Polícia Judiciária, sem nunca se ter descoberto quem foi o autor desta notícia falsa e como teve acesso aos meus contactos. Logo, todo o cuidado é pouco. Na ocasião senti-me info-excluída. Penso que é urgente dar formação nesta área. O empoderamento resulta sempre e ajuda a prevenir.

Bem, as escolas encontram-se a reabrir as suas portas, graças a Deus. Algumas pessoas regressam ao trabalho presencial, deixando o período de lay off. Desconhecemos as suas consequências. Importa procurar dar alguma normalidade, ajustar e adequar as medidas necessárias à medida que vão surgindo, para que tudo corra pelo melhor.

Se Deus quiser a minha neta fará a sua primeira comunhão, já uma vez adiada, no próximo domingo. Só poderão participar cinco pessoas, incluindo os pais, avó, tio, padrinhos…A escolha é difícil, mas o que importa mesmo é que faça a sua primeira comunhão. O vestido já está pronto. É de família. Os acessórios também. Agora chegou a vez dos preparativos necessários e possíveis. Vivenciamos um outro momento, mas a vida tem forçosamente que continuar dentro dos limites existentes. De qualquer modo constitui um momento de alegria e de festa. Também poder observar como o tempo passa rapidamente quase sem nos apercebermos. A última vez que o vestido da primeira comunhão tinha sido utilizado fora há 18 anos.

Santa Maria, rainha da esperança, intercedei por todos nós, para que possamos em breve voltar a usufruir em pleno de uma vida sem a ameaça da doença SARS-COV-2.

Maria Helena Paes




Começar a semana ou recomeçar um estado de emergência?

Olá Bom Dia

A situação está difícil… O coração aperta com os números divulgados diariamente. As normas merecem a atenção do leitor. O Conselho de Ministros Extraordinário aprovou medidas de execução do estado de emergência, declarado pelo presidente da República com início hoje e até ao dia 23 deste mês, onde se inclui a proibição de circulação em espaços e vias públicas em 121 concelhos, determinados com risco elevado de contágio da Covid-19, diariamente entre as 23h00 e as 05h00 e ao fim de semana entre as 13h00 e as 05h00, de sábado para domingo e de domingo para segunda-feira.

As medidas tomadas são uma forma de prevenção e só terão efeitos no futuro se forem cumpridas. Todos juntos VAMOS CAMINHAR e AJUDAR na ELIMINAÇÃO deste VÍRUS.

Este domingo, no Vaticano, o Papa Francisco associou-se à jornada de ação de graças promovida pelos bispos italianos, com o tema “água, bênção da terra”, sublinhando o papel dos pequenos agricultores na atual crise provocada pela pandemia.

“Estou próximo com a oração e o afeto ao mundo rural, especialmente aos pequenos agricultores. O seu trabalho é mais importante do que nunca neste tempo de crise”, disse Papa após a recitação da oração do ângelus. Um exemplo que merece ser ouvido e executado.

Propostas para hoje… No entanto não esqueça de ver o programa ECCLESIA na RTP2, pelas 15h00, e na Antena 1, pelas 22h45.

Já sabe que pode acompanhar toda a atualidade religiosa, em Portugal e no mundo, no site https://agencia.ecclesia.pt/portal/

Cumprimentos

Luis Filipe Santos

 


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domingo, 8 de novembro de 2020

Habla un exorcista: «Hoy Halloween es, directamente, el cumpleaños de Satanás, así se celebra»





Lea más sobre estos temas en nuestra sección Exorcismos 





Kanye West, contra el sistema: saca su disco de rap de fe, denuncia el aborto y critica el porno


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New Age ou Nova Era, uma espiritualidade de substituição?

“Os deuses alimentam-se em segredo da ideia de Deus para impedir que o verdadeiro Deus apareça”. Henri de Lubac

Certamente já todos ouvimos falar da New Age ou Nova Era, porém muitos de nós ainda perguntamos em que consiste realmente este novo conceito de religiosidade. E na realidade esta pergunta é pertinente, pois não há uma definição precisa para esta mistura de doutrinas, crenças, esoterismos e misticismos diversos, que se vêm repercutindo no cenário político, moral e educacional, com grande destaque e difusão em muitas esferas da nossa sociedade, com grande impacto nos meios de comunicação, pelo que rapidamente foi globalizada e assimilada por uma Europa que se esqueceu ou ignora a sua herança religiosa e a sua alma cristã.

O Movimento do New Age ou Nova Era nasceu na década de sessenta do século passado, quando o mundo ocidental ganhou mais contato com o mundo oriental. Os primeiros símbolos deste movimento que se introduziram na nossa cultura foram o festival de Woodstock, no Estado de Nova York, em 1969, e o musical Hair, que expôs os principais temas da Nova Era em sua canção emblemática Aquarius”.

O Movimento New Age ou Nova Era é uma mistura de várias correntes esotéricas diferentes que defendem o fim da chamada Era de Peixes e a instauração da Era de Aquários. Durante as perseguições romanas, os primeiros católicos usavam alguns símbolos como identificação de sua Fé. Um deles, presente nas catacumbas e em vários objetos da época, era o peixe, que em grego, escreve-se ixtus, cujas letras são as iniciais de Iéssus Xcristós Teou Yiós Sotér (Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador). Logo esta Era de Peixes, que desejam extinguir, significa o Reino de Cristo na História, o Cristianismo!

A New Age ou Nova Era vê deus como uma força cósmica ligando tudo o que existe, pois cada objeto e cada criatura tem essa força dentro de si e o homem imagina-se como um deus numa tentativa perversa de arrastar o divino para o nível humano. Não aceita portanto um Deus pessoal, como o Deus da Bíblia.

“Na superfície, o movimento New Age parece um movimento de paz. Entretanto, é ocultista, mesmo quando Satanás não é mencionado. O ‘deus’ da New Age não é o Deus do cristianismo. O ‘deus’ da New Age é uma espécie de energia impessoal que abarca o universo inteiro. Esta é uma forma de panteísmo. Não se deixem enganar pelas suas palavra sobre ecologia, a beleza do mundo natural, a fundamental bondade dos objetivos aparentes deste movimento. Não é um poder espiritual que vem de Deus, mas do reino da luz falsa e das trevas” . (D. Donald W. Montrose, Bispo Diocesano de Stockton, na Califórnia).

 “As ideias do movimento New Age conseguem às vezes insinuar-se na pregação, na catequese, nas obras e nos retiros, e deste modo influenciam até mesmo católicos praticantes, que talvez não tenham a consciência da incompatibilidade entre aquelas ideias e a fé da Igreja. Na sua visão sincretista e imanente, esses movimentos […] tendem a relativizar a doutrina religiosa. […] Além disso, apresentam com frequência um conceito panteísta de Deus, o que é incompatível com a Sagrada Escritura e com a Tradição cristã”. (Papa João Paulo II aos bispos norte-americanos).

“A New Age – que se apresenta com a espiritualidade de substituição do cristianismo nesta era pós ou hipermoderna – está na realidade impregnada de esoterismo. Os seus profetas têm vindo a anunciar a iminência de uma nova religião mundial, única e universal, sem Deus, mais estilo sabedoria humana instaurada e dirigida por iniciados que tenham atingido estados de consciência superiores, de uma religião científica, em sintonia com a astrologia a qual proporcionará as respostas ao homem do futuro e lhe satisfará a sua busca espiritual”. “ O nosso objectivo não é restaurar o hinduísmo, mas varrer o cristianismo da superfície da terra”. (IMPOSTURAS ANTICRISTÃS, de Joseph Marie-Verlinde).

Ventos de doutrinas, corrente ideológica, modas de pensamento, ismos fatais e mortais, libertinagens, ateísmos e outras calamidades não cessaram de nos fustigar nestas últimas décadas. Casas construídas em fracos alicerces e um estado cada vez mais vulgar de menoridade na fé, não resistem aos batidos das ondas e aos sopros dos ventos contrários a Deus e à salvação dos homens. Sem fé e sem alimento religioso o homem é uma cana ao vento e os tempos modernos foram pródigos em tempestades e ventanias…

É o cenário da actualidade, é a ditadura do relativismo, será o preço que pagamos pelo nosso desinteresse, apatia, indiferença e comodismo?

Maria Susana Mexia


Faltam três

Olá bom dia e bom domingo!

Faltam três... Sim, faltam três domingos para começar tudo de novo - e como seria bom começar tudo de novo, diante desta pandemia que persiste em todo o mundo. No caso, são outros recomeços que estão em causa, o recomeço da Vida, no Natal, que o Advento prepara e que é fundamental para assumir também as fragilidades que experimentamos.

Mas faltam ainda três domingos: este, que encerra a Semana dos Seminários; o próximo,  Dia Mundial do Pobre e o seguinte, a 22 de novembro, Solenidade de Cristo Rei, dia em que está prevista a entrega a Portugal dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude.

Este é o domingo que encerra a Semana dos Seminários e a entrevista Ecclesia/Renascença, agora emitida e publicada ao domingo, é com o padre António Jorge Almeida, que trabalha na formação dos futuros sacerdotes e é secretário da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios. A Semana dos Seminários é também o tema do programa Ecclesia emitido na Antena 1. 

Este sábado, a Comissão Nacional Justiça e Paz realizou a sua conferência anual, desta vez online, subordinada ao tema «Viver a Laudato Si´ – Hoje». Uma ocasião para analisar as consequências da pandemia no necessário cuidado da casa comum.

Destaque também para a realização do Fórum Ecuménico Jovem, que terminou este sábado e foi uma ocasião de encontro de jovens, no ambiente digital, de várias confissões cristãs.

E termino com uma sugestão, para este domingo: veja o programa 70x7, na RTP2, pelas 17h40; vai ficar a conhecer muito melhor a encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco...

Votos de um ótimo Domingo!

Paulo Rocha

sábado, 7 de novembro de 2020

Concerto comemorativo dos 250 anos da restauração da Diocese de Beja

O músico Rão Kyao e o Coro do Carmo de Beja actuaram no dia 07 de Novembro de 2020, no Teatro Pax Julia, em Beja, no concerto comemorativo dos 250 anos da restauração da Diocese de Beja.




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Cinco cidades portuguesas acolhem uma caminhada “de defesa da vida”


 | 26 Out 19

Aveiro, Braga, Lisboa, Porto e Viseu foram as cidades escolhidas para receber este sábado, às 15h00, a “Caminhada pela Vida”, uma iniciativa que procura contrariar “tentativas de diminuir a sacramentalidade da vida humana” e de “diminuir a sua importância”. A caminhada é promovida pela Federação Portuguesa Pela Vida, que reúne diversas instituições portuguesas “de defesa da vida”.

“Infelizmente, e cada vez mais, a vida, sobretudo nos seus extremos, desde o momento da concepção e do nascimento, e no fim da vida, quer por doença, quer por idade, está mais ameaçada e, mais grave ainda, pelo poder político que tomou medidas legislativas que diz respeito a esta dignidade humana”, diz José Maria Seabra Duque, coordenador da plataforma, em declarações à agência Ecclesia. Também participam na iniciativa o “Stop Eutanásia” e o movimento cívico “Deixem as crianças em paz”.

(Foto da capa: Agência Ecclesia)






Beja: Rão Kyao no concerto comemorativo dos 250 anos da restauração da diocese

Beja, 07 Nov 2020 (Ecclesia) – O músico Rão Kyao e o Coro do Carmo de Beja são os protagonistas, este sábado, do concerto comemorativo dos 250 anos da restauração da Diocese de Beja.

O concerto vai realizar-se no Teatro Pax Julia daquela cidade, às 20h00, e vai “cumprir todas as normas de segurança promovidas pela Direção Geral da Saúde (DGS)”, garantiu à Agência ECCLESIA o padre António Domingos Pereira, da Diocese de Beja.

A diocese alentejana foi restaurada a 10 de julho de 1770, através da bula ‘Agrum Universalis Ecclesiae’, do Papa Clemente XIV.

O primeiro bispo foi D. Frei Manuel do Cenáculo, autor de um catecismo e “20 cartas pastorais”.

Já em janeiro de 1885, D. António Xavier de Sousa inaugurou o primeiro Seminário de Beja.

Os últimos bispos foram D. Manuel dos Santos Rocha, D. Manuel Franco Falcão e D. António Vitalino Fernandes Dantas, antecessor de D. João Marcos.

O programa comemorativo para os 250 anos da restauração da Diocese de Beja começou a 1 de dezembro de 2019, sob o lema pastoral ‘Somos Igreja Celebrante’.

LFS