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quarta-feira, 6 de abril de 2016

A Festa de Nossa Senhora da Penha 2016

É a terceira maior festividade católica do Brasil em número de fiéis…


Fonte da foto: Imagem de Nossa Senhora da Penha, do site do convento: conventodapenha.org.br

Vila Velha, o berço da civilização capixaba, possui belas histórias que envolvem suas riquezas naturais, patrimónios e cultura. Entre tantas belezas, destaca-se o Convento da Penha, cartão postal capixaba, dedicado a Nossa Senhora da Penha, Padroeira do Espírito Santo.

Fernanda, convento da Penha

Desde o tempo das capitanias hereditárias, a padroeira capixaba é homenageada por devotos. E, através dos anos, a festa que homenageia Nossa Senhora da Penha atrai milhares de fiéis. Considerada a terceira maior festa religiosa do Brasil, reunindo aproximadamente 1,5 milhões de pessoas, ficando atrás somente da comemoração que homenageia a padroeira do Brasil, em Aparecida, São Paulo,  e do Círio de Nazaré, em Belém, no Pará.

A Festa de Nossa Senhora da Penha é realizada todos os anos, oito dias depois do domingo de Páscoa, no Convento da Penha e no sítio histórico da Prainha. Fiéis e turistas se reúnem para assistir as Missas celebradas no Campinho, além de participar das romarias e dos shows religiosos.

Nossa Senhora da Penha foi proclamada padroeira capixaba pelo papa Urbano VIII em 23 de Março de 1630. Conta a história que a bula papal foi confirmada apenas em 26 de Janeiro de 1908 com o resultado de um plebiscito realizado em todas as paróquias do Estado. E a aprovação do Vaticano veio apenas em 27 de Novembro de 1912.

Convento da Penha

A Festa da Penha começou com o Frei Pedro Palácios, fundador do Convento da Penha, construído num penhasco – de 154 metros de altitude e localização privilegiada a 500 metros do mar – que ostenta no seu entorno imponente fragmento da mata atlântica. O frei encomendou uma imagem de Nossa Senhora (e que ainda se encontra no Santuário) e convidou as pessoas para fazer a bênção. E como não poderia deixar de ser, é o povo, com sua inabalável fé, que consagrou a devoção a Nossa Senhora da Penha, e a ela recorre, em seus momentos de dores e alegrias, buscando a “Grande Mãe”, aquela que eleva do alto da montanha e que está ali, sempre no alto, para melhor nos avistar e amparar-nos com sua eterna doçura de Mãe.

Nossa Senhora da Penha, rogai por nós!


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Encontros Imaginários



Abril - Mês de Prevenção dos Maus-tratos na Infância



Newsletter nº 16 - Abril 2016





Boletim Informativo
ABRIL 2016


ÁGUAS DO ALENTEJO PINTAM DEPÓSITOS DE AGUA NO LOUSAL
Depois de um longo esforço de persistência da Junta de Freguesia, as Águas do Alentejo concluíram a pintura dos dois depósitos de água do Lousal. Relembre-se que em 2014 tinha sido a vez do depósito de Azinheira dos Barros, e que entre o final do ano passado e o mês de Março, foi pintado o depósito elevado do Lousal, que se localiza junto ao campo de futebol, e o depósito de transição, que se localiza logo à entrada.
Além deste esforço de qualificação, a Junta de Freguesia continua a insistir com a necessidade de substituição da tubagem que passa por debaixo da ponte de acesso ao Lousal. Esta tubagem é o ponto principal de passagem de água para as duas aldeias, ficando em causa o fornecimento de água sempre que existe uma fuga (o que acontece quase todas as semanas).


JUNTA DE FREGUESIA APOIA RECUPERAÇÃO DE IMAGENS
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, onde Santa Maria d’Azinheira ocupa o lugar central do altar-mor, possuiu um importantíssimo património religioso, com destaque para um conjunto de imagens de origens seculares. Da mais antiga, datada possivelmente do início do séc. XIV, até um conjunto de imagens dos séc XVI e XVII, quase todas apresentavam sinais de desgaste, fungos e pinturas sobrepostas que se foram fazendo ao longo dos séculos. Assim, e após um desafio do Padre Manuel António, a Junta de Freguesia resolveu fazer este esforço financeiro para recuperar todas as imagens da Igreja, e assim assegurar que ali permanecem durante mais uns séculos. Porque o património deve ser conservado, defendido e razão de interesse público.

JUNTA DE FREGUESIA COM NOVO ESTALEIRO EM AZINHEIRA DOS BARROS
Ao longo de várias décadas foi nas traseiras da Igreja Matriz de Azinheira dos Barros que a Junta de Freguesia manteve o seu estaleiro, numa parcela propriedade da antiga Irmandade do Santíssimo Sacramento, agora da Paróquia de Azinheira dos Barros.
No entanto, o facto de este terreno ser contiguo aos terrenos do futuro Lar de Idosos, e o facto do processo do Lar estar de novo em curso, levou a que a Junta de Freguesia considerasse importante libertar aquele terreno para eventuais necessidades. Recorde-se que a Fundação Padre Américo se tornou uma instituição de direito canónico, com nomeação da direção pelo Bispo de Beja.
Assim, o estaleiro será alterado para um terreno municipal, nas traseiras do Polidesportivo Descoberto de Azinheira dos Barros, em acordo de cedência pela Câmara Municipal à Junta de Freguesia. A mudança acontecerá até ao Verão, uma vez que será necessário preparar o terreno, bem como a construção de vedações de segurança.


EDP INICIA DEMOLIÇÃO DA ANTIGA SUB ESTAÇÃO DA MINA DO LOUSAL
No passado mês de Março, a EDP procedeu à demolição da antiga sub estação elétrica que abastecia a Mina do Lousal. Para quem não conhece, este equipamento localiza-se junto ao apeadeiro ferroviário, estando localizada numa parcela de terreno propriedade da EDP.
A demolição deixou ainda intacto o edifício principal, mas todos os equipamentos interiores e exteriores forma destruídos e levados para reciclagem, sendo agora expectável que a demolição do edifício aconteça antes do Verão. Até ao momento, não conseguimos apurar quais as verdadeiras intenções da EDP, mas sabemos que está no plano de investimentos a construção de uma sub estação para o Lousal que garanta a estabilidade no fornecimento de eletricidade a toda a região de Azinheira dos Barros, Lousal, Ermidas e Abela.


BAILE DA PINHA A 26 DE MARÇO EM AZINHEIRA DOS BARROS
No passado dia 26 de Março, a Associação “Os Amigos de Azinheira dos Barros” organizou, mais uma vez, o tradicional Baile da Pinha no Polivalente de Azinheira dos Barros. Esta iniciativa, que contou com o apoio da Junta de Freguesia, é uma tradição secular de Azinheira dos Barros, com um particular momento em que os casais tentam abrir a pinha numa marcha de saltos. Parabéns à Associação “Os Amigos de Azinheira dos Barros”!


MÊS DA JUVENTUDE EM AZINHEIRA DOS BARROS E LOUSAL
Ao longo mês de Março, a Associação Jovem Minas do Lousal e a Junta de Freguesia organizaram um conjunto de iniciativas que assinalaram o mês da Juventude. Atividades como paintball, peddy paper, torneios de futebol em Azinheira dos Barros e Lousal, foram iniciativas que contaram com o apoio da Câmara Municipal de Grândola e deram ânimo às nossas aldeias. Parabéns à AJML!

AINDA SE LEMBRA?


AVENIDA FRÉDÉRIC VELGE - MINAS DO LOUSAL


FARMÁCIA - AZINHEIRA DOS BARROS


MERCADO - LOUSAL


PARAGEM DE AUTOCARRO DO SALÃO - MINAS DO LOUSAL


O POVO EXIGE, A JUNTA REIVINDICA

FINALIZAÇÃO DA CALÇADA AVENIDA FRÉDÉRIC VELGE - MINAS DO LOUSAL


PAVIMENTAÇÃO ACESSO CEMITÉRIO PAROQUIAL - AZINHEIRA DOS BARROS


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terça-feira, 5 de abril de 2016

A evangelização povos ciganos no caminho da misericórdia

A Comissão Católica Internacional para os Ciganos organizou um encontro de 8 a 10 de Abril, enquanto o Pontifício Conselho para os Migrantes e Itinerantes divulga mensagem

  Igreja e Religião

Wikimedia Commons
Acontecerá de 8 a 10 Abril em Esztergom, na Hungria, o encontro “Na Encruzilhada: a Europa, as Igrejas e as Culturas perante a Misericórdia”, organizado pela Comissão Católica Internacional para os Ciganos.

O Pontifício Conselho para os Migrantes e Itinerantes divulgou uma mensagem por ocasião do evento, assinada pelo cardeal Antonio Maria Vegliò e pelo padre scalabriniano Gabriele Bentoglio, respectivamente o presidente e o subsecretário do dicastério. O texto ressalta que “onde quer que haja cristãos, em paróquias, comunidades e associações, devem surgir oásis de caridade e de amor misericordioso”. É neste sentido que se pede um trabalho de evangelização dos povos ciganos roma e sinti, bem como de “actividades em seu favor”.


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Vaticano: estabelecido um escritório para gerir o domínio “.catholic”

Administrado pela Secretaria vaticana de Comunicação, o domínio servirá para compartilhar ensinamentos e valores da Igreja Católica no ciberespaço

  Igreja e Religião

Zenit
Por iniciativa da Secretaria de Estado, a Secretaria para a Comunicação do Vaticano criou o escritório “DotCatholic”. Segundo a Rádio Vaticano, o objectivo é usar um domínio genérico de internet de nível superior (.catholic) para compartilhar os ensinamentos, a mensagem e os valores da Igreja católica com a comunidade global do ciberespaço.

À frente do novo grupo de trabalho, que conta com 7 técnicos informáticos, está o engenheiro Mauro Milita, ex-director do sector de TI da Rádio Vaticano.


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Papa Francisco: “Sou homem ou mulher do sim, ou do não, ou olho para o outro lado para não responder?”

Homilia do Papa Francisco na Capela Santa Marta

  Papa Francisco

Photo.va
O Pontífice dedicou sua homilia à hodierna solenidade da Anunciação do Senhor, celebrada no Vaticano. Aliás, disse ele, a história da humanidade foi feita de uma “corrente” de “sim” a Deus, à esperança do Senhor, a partir de Abraão e Moisés.

Abraão obedece ao Senhor, aceita o seu chamado e parte de sua terra sem saber onde chegaria. Isaías, quando o Senhor lhe pede que fale a seu povo, responde que tem os “lábios impuros”. Então o Senhor purifica os seus lábios e Isaías diz “sim!”. O mesmo vale para Jeremias, que se considerava incapaz de falar, mas depois diz “sim” ao Senhor:

“E hoje, o Evangelho nos fala do final desta corrente de sim, e do início de outro “sim”, que começa a crescer: o ‘sim’ de Maria. E este ‘sim’ faz com que Deus não somente olhe para o homem, não somente caminhe com o seu povo, mas que se faça um de nós e tome a nossa carne. O ‘sim’ de Maria que abre a porta ao sim de Jesus: ‘Eu venho para fazer a Tua vontade’, este ‘sim’ que acompanha Jesus toda a vida, até à Cruz”.

Francisco se detém no sim de Jesus que pede ao Pai para afastar dele o cálice, mas acrescenta: “Seja feita a tua vontade”.  Em Jesus Cristo “está o sim de Deus: Ele é o sim”.

“Este é um dia bonito para agradecer ao Senhor por nos ter ensinado este caminho do sim, mas também para pensar em nossa vida”, disse o Pontífice. Um pensamento que o Papa dirige em particular a alguns sacerdotes presentes, que celebram 50 anos de ordenação.

“Todos nós, todos os dias, devemos dizer sim ou não e pensar se sempre dizemos sim ou se muitas vezes nos escondemos, com a cabeça baixa, como Adão e Eva, para não dizer não, mas fazer como aquele que não entende, que não entende o que Deus pede. Hoje, é a festa do sim. No sim de Maria se encontra o sim de toda a História da Salvação e começa ali o último sim do homem e de Deus.”

Ali, acrescentou o Papa, “Deus recria, como no início que com um sim fez o mundo e o homem, aquela Criação bonita” e agora com este sim “maravilhoso recria o mundo, recria todos nós. É o sim de Deus que nos santifica, que nos faz ir adiante em Jesus Cristo”:

“É um dia para agradecer ao Senhor e nos perguntar: Sou homem ou mulher do sim, ou sou homem ou mulher do não, ou sou homem ou mulher que olha para o outro lado para não responder? Que o Senhor nos dê a graça de entrar neste caminho de homens e mulheres que souberam dizer sim.”

(Rádio Vaticano)


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O patriarca de Veneza em defesa da liberdade religiosa

A chamada lei “anti-mesquitas” apresenta elementos de “perplexidade e preocupação não só para os católicos, mas também para as outras comunidades religiosas”

  Igreja e Religião

CC
Os meios de comunicação italianos já a chamam de “lei anti-mesquitas”, embora a proposta em debate na região do Veneto, ao norte do país, fale de uma “alteração na lei regional sobre governo territorial que visa introduzir uma nova normativa para regulamentar a construção de edifícios e instalações de interesse público para serviços religiosos, a fim de proporcionar aos municípios critérios homogéneos para garantir uma adequada qualidade urbana às áreas designadas para este objectivo”.

As alterações legais propostas já provocam polémica na Itália.

Nesse contexto, o patriarca de Veneza, Francesco Moraglia, declarou:

“Espero ler o texto final, que vai ser apresentado dentro de poucos dias, mas já pedi alguns pareceres para além das polémicas estéreis e da oposição fácil. Encontrei os representantes das confissões cristãs de Veneza, com quem compartilhamos uma ampla reflexão sobre a proposta de lei.

Constato com pesar que as alterações propostas ainda contêm elementos de perplexidade e preocupação para o exercício do direito constitucional à liberdade religiosa. Esta observação, é claro, vale não só para os católicos, mas também para as outras comunidades religiosas.

Para ser claro, parece que a construção de todo novo edifício ou ‘estrutura’ para o culto ou ‘serviços religiosos’ – em nosso caso, igrejas, paróquias – é equiparada à construção de um novo centro de serviços.

Uma igreja ou as salas de catecismo, com todo o respeito aos outros tipos de actividade, não podem responder à mesma lógica que gere a criação de um centro comercial, um posto de gasolina, um ginásio de desportos; estas realidades empresariais talvez possam ser colocadas em áreas predefinidas “para serviços”, fora dos centros históricos e longe das residências, com compromissos e custos de urbanização suportados pelos empreendedores, uma vez que são actividades económicas com fins lucrativos. Mas não pode ser dito o mesmo das realidades de culto.

O risco é o de contradizer a grande tradição que marcou profundamente o catolicismo do povo do Veneto, uma realidade ainda viva na nossa história, no nosso território e para muitos dos seus habitantes.

A paróquia, de fato, sempre surgiu onde as pessoas vivem, com as suas necessidades e urgências quotidianas. O termo ‘paróquia’ indica justamente a proximidade das casas e da vida das pessoas. Estamos falando de estruturas que compõem as nossas comunidades – e a Igreja não é uma agência de prestação de serviços!

Se os nossos pais e avós tivessem agido de acordo com a lei que agora se propõe, não só não teríamos hoje os esplêndidos tesouros artísticos e arquitectónicos que tornam famosos em todo o mundo os nossos centros históricos, mas, ainda mais grave, não poderíamos desfrutar da benéfica e capilar presença de paróquias, centros de aconselhamento e obras de caridade e solidariedade que representam uma autêntica riqueza para o nosso tecido social, tanto nas cidades como nas áreas rurais.

O nosso Veneto é também composto por pontos de agregação como as nossas paróquias, que estão presentes, repito, onde vivem as comunidades, feitas de crianças, jovens, famílias, idosos e pessoas frágeis.

É claro que todos nós entendemos que a situação actual é complexa e fragmentada, e, portanto, requer muita atenção. Devem ser exigidas as corretas medidas de segurança, uma forte responsabilidade e respeito por parte de todos e um senso mais profundo da legalidade, mas não se pode renunciar ao princípio civil e religioso que garante o direito fundamental à liberdade religiosa.
A liberdade religiosa, respeitosa da consciência, das boas regras e da vida civil, deve ser, mais do que nunca, reforçada.

Não a restrinjamos! O exercício da fé, inclusive público, é um valor civil e eclesial que permite a todos expressar-se respeitando as crenças do outro.

‘O direito à liberdade religiosa – cito o Concílio Vaticano II, na declaração Dignitatis Humanae, número 2 – não se baseia em uma disposição subjectiva da pessoa, mas na sua própria natureza (…) e o seu exercício, quando é respeitada a ordem pública, não pode ser de maneira alguma impedido’.

Espero que ainda haja tempo e, sobretudo, sincera vontade de todos para reflectir, com serenidade e espírito construtivo, sobre uma questão que é tão delicada, antes de legislar sobre questões vitais para todos os venetos e não apenas para as comunidades religiosas”.


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Alauítas sírios pedem “uma saída para o regime”

Um grupo de famílias da seita à qual pertence a família Assad publica um documento para “marcar distâncias” do presidente

  Notícias do Mundo

Wikimedia Commons
“Nós não somos contra Assad como pessoa; somos contra o sistema atual. Não podemos salvar o Estado se ele renunciar imediatamente. Mas, com ele no poder, não haverá reformas. Precisamos, portanto, de uma mudança em etapas, monitorizada pela comunidade internacional”. A tomada de posição é talvez inesperada, já que traz a assinatura de algumas das mais importantes famílias alauítas da Síria. Trata-se da seita xiita que exerce forte influência no país desde 1971, quando o alauíta Assad pai assumiu o poder.

“Nossos líderes religiosos podem negociar um acordo e assegurar a protecção da família Assad”, a fim de obter uma “saída para o regime” e “desenhar um ‘mapa do caminho’ para a paz”.

O objectivo expresso do grupo de famílias é buscar a “unidade política da Síria, sob a laicidade e o Estado de Direito, em que a legitimidade do poder passe pelo consenso democrático. A liderança política (uma referência a Assad, ndr) não pode, em nenhuma circunstância, usar a repressão por medo de perder o seu poder”. O documento encerra: “O nosso objectivo é marcar as distâncias entre a comunidade e Assad, declarar a nossa verdadeira identidade e fazer as pazes com os sunitas”.


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