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Bom
dia, Vivemos
hoje o segundo dia deste importante ciclo litúrgico que inaugura o mês de
novembro, com a comemoração de todos os fiéis defuntos. Desde o Vaticano, o
Papa pediu orações por aqueles de quem ninguém se recorda, antecipando a
visita desta tarde a um cemitério de Roma. No ângelus da solenidade de Todos
os Santos, Leão XIV sublinhou que a santidade «não é um
privilégio para poucos». Neste
tempo de particular memória e fragilidade, o padre jesuíta Francisco Cortês
Ferreira falou à Ecclesia e Renascença sobre a presença no luto, destacando que o «ofício de consolar» pede
mais afetos e silêncio do que palavras, considerando que se deve abrir um
espaço coletivo para o reconhecimento da dor humana. A
temática da vulnerabilidade e do acompanhamento é também o grande destaque do
Programa ECCLESIA emitido hoje na RTP2, a partir das 12h52,
que conta com as participações de Eugénia Abrantes e do padre Custódio
Langane, capelão do IPO de Lisboa. Esta
proximidade compassiva ganha contornos de urgência no leste europeu, onde o
esmoler pontifício concluiu uma missão de solidariedade em nome
de Leão XIV, após percorrer localidades atingidas pela guerra como Kiev,
Zaporíjia, Brovary, Poltava e Fastiv. A Ucrânia continua no coração do Papa, com
apelos sucessivos em favor da paz. Por
cá, na Universidade de Évora, D. Francisco Senra Coelho afirmou que o Evangelho das Bem-aventuranças
desafia a Academia a ser um «laboratório de esperança e humanização»,
enaltecendo os santos anónimos e os desafios da juventude atual. Na
Semana dos Seminários, bispo de Setúbal deixa uma mensagem aos jovens: «Não tenhais
medo». A Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVM), da Conferência
Episcopal Portuguesa, publicou vários
subsídios para a celebração, participação e divulgação nesta iniciativa. Despeço-me
com votos de boas notícias, sempre, Octávio
Carmo |

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