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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

O «ofício de consolar» e a memória daqueles «de quem ninguém se recorda»

Bom dia,

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Vivemos hoje o segundo dia deste importante ciclo litúrgico que inaugura o mês de novembro, com a comemoração de todos os fiéis defuntos. Desde o Vaticano, o Papa pediu orações por aqueles de quem ninguém se recorda, antecipando a visita desta tarde a um cemitério de Roma. No ângelus da solenidade de Todos os Santos, Leão XIV sublinhou que a santidade «não é um privilégio para poucos».

Neste tempo de particular memória e fragilidade, o padre jesuíta Francisco Cortês Ferreira falou à Ecclesia e Renascença sobre a presença no luto, destacando que o «ofício de consolar» pede mais afetos e silêncio do que palavras, considerando que se deve abrir um espaço coletivo para o reconhecimento da dor humana.

A temática da vulnerabilidade e do acompanhamento é também o grande destaque do Programa ECCLESIA emitido hoje na RTP2, a partir das 12h52, que conta com as participações de Eugénia Abrantes e do padre Custódio Langane, capelão do IPO de Lisboa.

Esta proximidade compassiva ganha contornos de urgência no leste europeu, onde o esmoler pontifício concluiu uma missão de solidariedade em nome de Leão XIV, após percorrer localidades atingidas pela guerra como Kiev, Zaporíjia, Brovary, Poltava e Fastiv. A Ucrânia continua no coração do Papa, com apelos sucessivos em favor da paz.

Por cá, na Universidade de Évora, D. Francisco Senra Coelho afirmou que o Evangelho das Bem-aventuranças desafia a Academia a ser um «laboratório de esperança e humanização», enaltecendo os santos anónimos e os desafios da juventude atual.

Na Semana dos Seminários, bispo de Setúbal deixa uma mensagem aos jovens: «Não tenhais medo». A Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVM), da Conferência Episcopal Portuguesa, publicou vários subsídios para a celebração, participação e divulgação nesta iniciativa.

Despeço-me com votos de boas notícias, sempre,

Octávio Carmo

 


agencia.ecclesia.pt

      


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