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Bom dia! Inicia-se hoje o mês
de abril e com ele chega uma nova intenção de oração do Papa, dedicada
aos sacerdotes em crise. No vídeo divulgado na tarde de
ontem, Leão XIV sublinha a
necessidade de cuidar, escutar e acompanhar os membros do clero. “Hoje colocamos nas
tuas mãos todos os sacerdotes, especialmente os que atravessam momentos de
crise, quando a solidão pesa, as dúvidas obscurecem o coração e o
cansaço parece mais forte do que a esperança”, referiu.
Segundo o pontífice, os padres “não são funcionários nem heróis
solitários, mas filhos amados, discípulos humildes e
queridos, e pastores sustentados pela oração de seu povo”. Depois do bloqueio
policial ao patriarca latino no acesso à Basílica do Santo Sepulcro, no
domingo, o Vaticano convocou o
embaixador de Israel para abordar a situação, que
considerou um “lamentável acidente”. A Santa Sé informa que, durante a
conversa, na segunda-feira, foi expresso pesar pelo ocorrido,
sobre o qual foram oferecidos esclarecimentos, e tomou-se nota
do acordo alcançado entre o Patriarcado Latino de Jerusalém e as autoridades
locais quanto à participação nas liturgias do Tríduo
Pascal na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém. É já amanhã que se
iniciam as celebrações do Tríduo Pascal, ciclo central do
calendário católico ligado à morte e ressurreição de Jesus Cristo. Na Sexta-feira
Santa, no Coliseu de Roma, o Papa Leão XIV vai levar
a Cruz em todas as estações da Via-Sacra. De acordo com a
Sala de Imprensa da Santa Sé, as meditações das 14 estações foram escritas,
este ano, pelo franciscano Francesco Patton, que foi custódio da Terra Santa
entre 2016 e 2025. Ontem, o núncio
apostólico em Portugal presidiu à
Missa Crismal da Diocese das Forças Armadas e de Segurança,
na igreja da Memória, em Lisboa, e desejou que a celebração
“reacenda em todos — pastores e fiéis — o ardor” de serem “todos enviados
numa missão”. Em Angra do Heroísmo, na Sé, o bispo
diocesano afirmou que
é necessário pedir “seriamente pela paz”, dom que “só Deus pode dar aos
homens”. No plano
internacional, o arcebispo de Teerão apelou ao
fim da guerra no Golfo e da lógica de retaliação, numa
vigília de oração pela paz na cidade de Roma, esta segunda-feira. “Nunca mais a
guerra, aventura sem retorno; nunca mais a guerra, espiral de lutos e
violências”, afirmou o cardeal Dominique Mathieu, numa
intervenção citada pelo portal ‘Vatican News’. O responsável católico foi
forçado a abandonar a capital iraniana no dia 8 de março, devido à guerra no
Médio Oriente. Hoje
convido-o a assistir à emissão do Programa Ecclesia, na RTP2,
pelas 15h02, com destaque para o livro “A estrela e o espelho.
Compreender hoje os pecados capitais”, da autoria do padre Mário Rui de
Oliveira. Desejo-lhe uma ótima
quarta-feira, Leonor João |