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O
Teatro Nacional de São Carlos associa-se às Comemorações do Centenário
do Museu Nacional Grão Vasco, em Viseu, no dia em que perfaz 100 anos da
publicação oficial da respetiva fundação, no então Diário de Governo de
Portugal (16 de março de 1916). Celebrando a efeméride, o Coro do
Teatro Nacional de São Carlos interpreta Requiem, de Gabriel Fauré, na Sé de Viseu, esta quarta-feira, 16 de março, às 21 horas.
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Requiem, op. 48, de Gabriel Fauré
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Soprano Angélica Neto
Barítono Carlos Pedro Santos
Piano Nuno Margarido Lopes
Direção musical Giovanni Andreoli
Coro do Teatro Nacional de São Carlos |
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Adquira antecipadamente os bilhetes para Música nas Férias da Páscoa: para o dia 20 de março às 11 horas restam 2 bilhetes disponíveis e para as demais datas e horas deve atingir-se hoje lotação máxima; garanta os seus bilhetes tão depressa quanto possível.
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Em
1932, Manuel Rosenthal compôs Canções do Senhor Azul, um ciclo musical
de 12 poemas da autoria de Nino, pseudónimo do poeta francês Michel
Véber. Rosenthal, o único discípulo de Maurice Ravel, inspirou-se na
personalidade e no comportamento das crianças, pois, segundo palavras
suas, elas “fazem aquilo que os adultos não fazem; olham, escutam e têm
opinião formada a partir do que viram e ouviram”. Os poemas de Michel
Véber são tão extravagantes e nostálgicos quanto divertida, terna e
colorida é a música de Manuel Rosenthal.
História de Babar, o
pequeno elefante, de Francis Poulenc, obra escrita em 1940 e baseada num
conto de Jean de Brunhoff, conta-nos a divertida aventura de um pequeno
elefante que, após ter visitado a cidade, regressa à selva levando
consigo a civilização. |
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Aconselhamos a aquisição antecipada dos seus bilhetes para o concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa com Jessica Rivera no CCB.
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Orquestra
Sinfónica Portuguesa interpreta Brahms, Respighi e R. Strauss,
acompanhada pela soprano Jessica Rivera e sob direção de Johannes Stert.
Jessica
Rivera, soprano internacionalmente reconhecida que protagonizará a
próxima ópera da temporada lírica de São Carlos, interpreta seis canções
de Richard Strauss, complementadas por um programa sinfónico com obras
de Johannes Brahms e de Ottorino Respighi (a partir de uma peça para
órgão de Johann Sebastian Bach). 20 de março às 17h, no Centro Cultural
de Belém.
O programa inicia-se com o arranjo para orquestra da Passacaglia e Fuga
em Dó menor, BWV 582, de J. S. Bach (1685-1750), realizado pelo
compositor italiano Ottorino Respighi (1879-1936), concluído em 1930. A
transcrição de Respighi é especialmente rica no modo como interpreta a
partitura original para órgão.
Sobre a obra original de Bach
sabe-se que foi composta, possivelmente, no início da sua carreira,
antes de ter assumido funções em Weimar. Várias fontes analisadas situam
a data provável de composição entre 1706 e 1713, quando se encontrava
em Arnstadt.
Na senda dos grandes orquestradores pós-românticos,
Richard Strauss (1864-1949) distingue-se como uma das figuras de proa,
tendo explorado as possibilidades expressivas da orquestra em diferentes
géneros, desde a Sinfonia, Poema Sinfónico, Lied e Ópera. De entre os
vários géneros a que se dedicou, destacam-se os Lieder, que compôs ao
longo de toda a sua vida, procurando inovar nas dimensões dramática,
lírica e instrumental. Das 4 canções op. 27, compostas em 1894, pouco
antes do seu casamento com o soprano Pauline de Ahna e oferecidas como
prenda à sua amada, constam 3 neste programa. Meinem Kinde op.
37, n.º 3 (escrita em 1897) integra um conjunto de seis canções,
compostas na ocasião do nascimento do seu filho Franz Alexander
Strauss. As canções para piano de Richard Strauss, orquestradas pelo
próprio — escritas entre 1885 (Zueignung) e 1898 (Meinem Kinde) são exemplos sublimes da arte vocal tão cara a Strauss.
No
campo da produção sinfónica, Johannes Brahms (1833-1897) destaca-se
como uma das mais importantes figuras do seu tempo. O interesse pelo
género sinfónico, em particular a admiração pelas sinfonias de
Beethoven, foi relevante para o modo como o compositor iniciou o esboço
do que seria a sua Sinfonia n.º 1, op. 68, no início de 1850.
Brahms
levaria quase 16 anos a concluir a Sinfonia n.º 1, estreada a 4 de
novembro de 1876, sob a batuta de Otto Dessoff, em Karlsruhe, à época
Grão Ducado de Baden. As críticas foram positivas e realçaram o
intimismo da textura orquestral, quase camerístico, assim como a relação
com o legado de Beethoven.
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Soprano Jessica Rivera
Direção musical Johannes Stert
Orquestra Sinfónica Portuguesa
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Johann Sebastian Bach / Ottorino Respighi Passacaglia em Dó menor, BWV 582
Richard Strauss
- Zueignung, op. 10, n.º 1 - Meinem Kinde, op. 37, n.º 3 - Wiegenlied, op. 41, n.º 1 - Ruhe, meine Seele! op. 27, n.º 1 - Morgen! op. 27, n.º 4 - Cäcilie, op. 27, n.º 2
Johannes Brahms Sinfonia n.º 1 em Dó menor, op. 68
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Co-produção CCB/Orquestra Sinfónica Portuguesa |
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Aconselhamos a aquisição antecipada dos seus bilhetes para A Flowering Tree: intensifica-se a procura de bilhetes para esta ópera de John Adams, a ser apresentada com os corpos artísticos de São Carlos dirigidos por Joana Carneiro, em abril, no CCB; para obter os melhores lugares aconselhamos que garanta, desde já, os seus bilhetes.
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Joana Carneiro dirige a ópera de John Adams A Flowering Tree, no Centro Cultural de Belém, dez anos após a sua estreia absoluta.
Com
música de John Adams e libreto de John Adams e Peter Sellars, a
Temporada Lírica do Teatro Nacional de São Carlos prossegue agora no
Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, com a apresentação de uma
das óperas do compositor John Adams (n. 1947).
Kumudha, uma jovem
e bela rapariga engendra um plano para ajudar a sua família pobre:
transforma-se em árvore, da qual ela e sua irmã colhem as flores
perfumadas e entretecem-nas em grinaldas para depois as venderem no
mercado local. Começa assim a história de A Flowering Tree,
inspirada num conto tradicional indiano e traduzido pelo escritor A. K.
Ramujan onde Kumudha e um príncipe são submetidos a vários rituais e
provações destinadas a demonstrar o poder transfigurador do amor.
O prodigioso imaginário de A Flowering Tree parece imitar o de A Flauta Mágica; paralelismo não despropositado pois A Flowering Tree
foi uma encomenda de Peter Sellars encenador e diretor New Crowned
Festival de Viena ao seu amigo e compositor norte-americano John Adams
para celebrar os 250 anos do nascimento de Mozart. Segundo as suas
palavras, “tal como em A Flauta Mágica, A Flowering Tree trata o tema da redenção através da transformação individual e da emergência de uma consciência moral”.
A
ópera, em dois atos, teve estreia mundial em Viena, em novembro de 2006
e a sua primeira representação em Portugal, no Auditório Calouste
Gulbenkian, em setembro de 2010 (versão de semi-encenada).
Numa
co-produção da Göteborg Opera, Teatro Comunale di Bolzano e
Chicago Opera Theatre com encenação de Nicola Raab, e direção musical de
Joana Carneiro, A Flowering Tree apresenta-se desta vez no CCB a 6 e 8
de abril, pelas 20 horas.
O elenco reduz-se apenas três vozes
solistas: a rapariga, anónima na história original e a quem Adams dá o
nome tâmil de Kumudha, o Príncipe, e o Narrador, este uma invenção de
Adams a quem se refere como “um barítono-narrador, omnisciente, e para
todo o serviço”.
Todos os outros papéis desta história são
desempenhados por bailarinos e, por vezes, pelo coro, quanto canta as
linhas das várias personagens.
À exceção da Oratória de Natal El
Niño, todas as incursões de John Adams na ópera e no teatro musical têm
tratado temas contemporâneos: Nixon in China, The Death of Klinghoffer,
I Was Looking at the Ceiling and Then I Saw the Sky, e Doctor Atomic.
É
a primeira vez que John Adams e Peter Sellars se aventuram no passado
distante — o que reconhecem no velho conto tradicional indiano é que ele
nos remete para o nosso tempo de forma tão urgente como qualquer outro
assunto contemporâneo.
Para esta ópera — a sexta colaboração
entre Adams e Sellars, e a terceira para a qual criaram um libreto —
escolheram poemas e contos tradicionais da literatura canaresa
traduzidos pelo poeta, tradutor e académico sul indiano, A. K.
Ramanujan.
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Críticas:
“A partitura é
opulenta, onírica, ferozmente lírica, por vezes tintada de sombras
escuras e estranhas – nada comparável ao que o compositor de 59 anos de
idade tenha escrito até hoje…”
The New Yorker
“
alguns dos mais belos momentos musicais que Adams já compôs…(Ele)
continua a progredir e a surpreender – algo como se, ele mesmo, fosse o
desabrochar outonal de uma árvore."
Daily Telegraph
“…uma
explosão luminosa de beleza orquestral. Uma partitura fértil em música
encantadora, alguma dela a mais puramente deslumbrante escrita nos
últimos anos…Adams tornou-se possivelmente o nosso maior compositor
vivo. Na sua composição nunca recorre a elementos que não
sejam estritamente apropriados, uma marca da beleza e da elegância desta
partitura.”
Audiophile Audition
“…a
partitura de Adams mais sensual, mais generosa e evocativa, com uma
instrumentação colorida e delicada que evoca world music, ritmos
primitivos que ecoam Stravinsky e cantos místicos para coro.”
Janelle Gelfand Cincinnati Enquirer
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A FLOWERING TREE de John Adams
Ópera em 2 atos
Libreto de John Adams e Petter Sellars, baseado num conto homónimo do folclore indiano traduzido por A. K. Ramanujan.
Direção musical | Joana Carneiro Encenação | Nicola Raab Cenografia e figurinos | George Souglides Desenho de luz | Aaron Black Coreografia | Renato Zanella Kumudha | Jessica Rivera O Príncipe| Shawn Mathey Narrador | Luís Rodrigues
Coro do Teatro Nacional de São Carlos Maestro titular | Giovanni Andreoli Orquestra Sinfónica Portuguesa Maestrina titular | Joana Carneiro
Cenários e figurinos em co-produção Teatro Comunale di Bolzano /Chicago Opera Theatre
Co-produção CCB/TNSC |
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