O Cardeal Luis Antonio Tagle, Arcebispo
de Manila, diz que é um gesto que quer simbolizar “a atenção
preferencial” aos marginalizados e os indigentes no Ano Santo
Roma,
04 de Dezembro de 2015
(ZENIT.org)
“Ter misericórdia no Ano Santo significa para toda pessoa abrir os
olhos e os ouvidos para ver e ouvir os pobres. Mas não é suficiente: é
preciso agir em favor deles e mudar o próprio estilo de vida", disse o
Cardeal Luis Antonio Tagle, Arcebispo de Manila, no âmbito da assembleia
plenária da Congregação para a Evangelização dos Povos, em andamento no
Vaticano, segundo informou a Agência Fides.
Referindo-se ao contexto filipino, marcado pela concentração da
riqueza nacional nas mãos de poucas famílias, o Cardeal Tagle disse:
“Misericórdia significa rever a própria vida na ótica da partilha e da
distribuição justa das riquezas”.
Com este espírito, informou que o rito de abertura da Porta Santa
marcado para 9 de dezembro em Manila terá uma dimensão e uma presença
especial: a dos pobres que ajudarão o Cardeal a empurrar os umbrais da
Porta, um gesto que quer simbolizar “a atenção preferencial” aos
marginalizados e os indigentes no Ano Santo.
Como frisa uma nota da Arquidiocese de Manila, durante o Ano Santo, a
Igreja local abrirá um fundo especial para a assistência aos doentes e
idosos carentes, que não têm meios para cobrir o custo de uma
assistência de saúde. Será incrementado também o serviço da Caritas
Manila, que já promove programas de instrução para crianças de famílias
menos favorecidas e planos de ajuda humanitários para vítimas de
desastres naturais que se abateram sobre o país nos últimos anos.
(04 de Dezembro de 2015) © Innovative Media Inc.
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