Genocídio de proximidade: justiça, poder e sobrevivência no Ruanda
"É que nos faz questionar os limites da nossa natureza humana mas que, ao mesmo tempo, é absolutamente necessário tendo em conta que os genocídios sempre aconteceram na história e continuam a acontecer e eu acho que nós não devemos evitar confrontarmo-nos com esses episódios de violência mas tentar percebe-los.” O livro apresenta histórias e relatos de sobreviventes que “cativam, mesmo quem é alheio aos temas da ciência política ou das relações internacionais e, a partir dai, espero eu, ter conseguido levar o leitor a questionar algumas destas questões sobre o direito internacional, sobre os Estados e sobre como evitar este tipo de tragédias.” Teresa Nogueira Pinto, autora
"Um livro com odor a justiça e que cuja pertinência se evidência pelas questões que levanta, mais do que pelas respostas que possa trazer: coloca, novamente, as grandes questões política e humanitárias que este massacre levantou: provocou graves controversistas sobre uma série de assuntos entre os quais saber se, para além, das violações do Direito Internacional, saber se houve ou não uma instigação do massacre por parte dos órgãos de comunicação social – a famosa rádio Mil Colinas e outras Rádio - se houve, ou não, abstenção culposa por parte da comunidade internacional, as Nações Unidas e outras entidades; se houve, ou não, colaboração no massacre de entidades que violariam duplamente o Direito Internacional e o seu dever de custódia e se houve, ou não, lições tiradas daquilo que se passou, ou seja, se o Ruanda hoje é um sitio melhor do que aquele que existia naquela altura.” Nuno Rogeiro, Jornalista e autor do Prefácio
Reportagem da Agência Ecclesia no dia do lançamento de "Genocidio de Proximidade":
"Um livro com odor a justiça e que cuja pertinência se evidência pelas questões que levanta, mais do que pelas respostas que possa trazer: coloca, novamente, as grandes questões política e humanitárias que este massacre levantou: provocou graves controversistas sobre uma série de assuntos entre os quais saber se, para além, das violações do Direito Internacional, saber se houve ou não uma instigação do massacre por parte dos órgãos de comunicação social – a famosa rádio Mil Colinas e outras Rádio - se houve, ou não, abstenção culposa por parte da comunidade internacional, as Nações Unidas e outras entidades; se houve, ou não, colaboração no massacre de entidades que violariam duplamente o Direito Internacional e o seu dever de custódia e se houve, ou não, lições tiradas daquilo que se passou, ou seja, se o Ruanda hoje é um sitio melhor do que aquele que existia naquela altura.” Nuno Rogeiro, Jornalista e autor do Prefácio
Reportagem da Agência Ecclesia no dia do lançamento de "Genocidio de Proximidade":
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