A televisão é o meio de comunicação social que mais vulgarmente nos atinge, pois entra na intimidade do nosso lar pela simples pressão de um botão.
Devemos ter presente que ela é apenas um instrumento e que só o seu bom ou mau uso a podem tornar vantajosa ou perigosa.
Os pais e educadores devem proteger e defender a sua família da mediocridade de alguns conteúdos televisivos, da exploração, do sensacionalismo, da violência, etc.
Devemos ter presente que ela é apenas um instrumento e que só o seu bom ou mau uso a podem tornar vantajosa ou perigosa.
Os pais e educadores devem proteger e defender a sua família da mediocridade de alguns conteúdos televisivos, da exploração, do sensacionalismo, da violência, etc.
Compete-lhes também ajudar a compreender o valor da comunicação, a seleccionar as mensagens de forma racional, responsável, autónoma e a não se deixarem avassalar por elas.
Mas têm também de se educar a si próprios ao mesmo tempo que educam os filhos, para poderem ser um exemplo a seguir.
A família é, por excelência, o principal meio de comunicação social, porque a vida se funda no diálogo constante entre os seus membros, na troca, participação e compreensão mútua do que de mais importante acontece na actualidade e nas suas vidas.
A hora do jantar é aquele momento “sagrado” do encontro de todos, onde se pode partilhar a aventura do dia acabado. Não pode estar dependente, nem ser aviltado pela interferência de elementos estranhos e, por vezes, demasiado agressivos ou perturbadores do espaço da afectividade familiar, pelo que o diálogo e a partilha ficam, à partida, muito limitados ou mesmo comprometidos.
Todavia, se soubermos ser responsáveis e críticos com a programação, a televisão pode tornar-se um meio maravilhoso de educação, formação e distracção.
Mas têm também de se educar a si próprios ao mesmo tempo que educam os filhos, para poderem ser um exemplo a seguir.
A família é, por excelência, o principal meio de comunicação social, porque a vida se funda no diálogo constante entre os seus membros, na troca, participação e compreensão mútua do que de mais importante acontece na actualidade e nas suas vidas.
A hora do jantar é aquele momento “sagrado” do encontro de todos, onde se pode partilhar a aventura do dia acabado. Não pode estar dependente, nem ser aviltado pela interferência de elementos estranhos e, por vezes, demasiado agressivos ou perturbadores do espaço da afectividade familiar, pelo que o diálogo e a partilha ficam, à partida, muito limitados ou mesmo comprometidos.
Todavia, se soubermos ser responsáveis e críticos com a programação, a televisão pode tornar-se um meio maravilhoso de educação, formação e distracção.
E porque é para muitos um bem necessário sem o qual não se pode viver, aqui ficam algumas sugestões:
1-Veja sempre com os seus filhos alguns programas não muito longos mas previamente escolhidos. Troque depois impressões sobre o seu conteúdo, levando-os a compreender o bem e o mal do que viram;
2- Não os deixe nunca sozinhos diante de televisão: há cenas que, mesmo em programas infantis, podem chocar ou assustar;
3- Não veja televisão às escuras e esteja atento às reacções e movimentos que as crianças vão fazendo, podem ser indicadores de nervosismo ou inquietação;
4- Dar licença ou proibição para ver televisão indiscriminada não são prémios ou castigos ideais;
5- Se o rendimento escolar começar a diminuir, alerta vermelho, é urgente suprimir a televisão por algum tempo;
6- Não faça da televisão um simples meio de matar o tempo livre dos seus filhos, ou para os conservar sossegados e quietos sem incomodarem ninguém;
7-Não esqueça que o “tempo de antena” dedicado à família deve ocupar o horário nobre do serão familiar, não aquela caixinha cinzenta a debitar “histórias” inventadas não sabemos por quem.
As consequências manipuladoras dos comportamentos adquiridos ao longos dos anos, as quais todos nós já sentimos e de que temos conhecimento, bem como do mau modelo de utilização que fazemos da televisão, permitem-nos concluir que já não estamos a tratar de um tema abstracto, mas sim de algo real que pode intervir de forma muito perniciosa no processo formador das gerações, que temos obrigatoriamente de corrigir.
Investindo na formação integral dos filhos, os pais melhoram não só a vida familiar mas também a vida social. E, seguindo o conselho de Pitágoras “devemos educar bem as crianças se não queremos vir a ter problemas com os adultos”.
1-Veja sempre com os seus filhos alguns programas não muito longos mas previamente escolhidos. Troque depois impressões sobre o seu conteúdo, levando-os a compreender o bem e o mal do que viram;
2- Não os deixe nunca sozinhos diante de televisão: há cenas que, mesmo em programas infantis, podem chocar ou assustar;
3- Não veja televisão às escuras e esteja atento às reacções e movimentos que as crianças vão fazendo, podem ser indicadores de nervosismo ou inquietação;
4- Dar licença ou proibição para ver televisão indiscriminada não são prémios ou castigos ideais;
5- Se o rendimento escolar começar a diminuir, alerta vermelho, é urgente suprimir a televisão por algum tempo;
6- Não faça da televisão um simples meio de matar o tempo livre dos seus filhos, ou para os conservar sossegados e quietos sem incomodarem ninguém;
7-Não esqueça que o “tempo de antena” dedicado à família deve ocupar o horário nobre do serão familiar, não aquela caixinha cinzenta a debitar “histórias” inventadas não sabemos por quem.
As consequências manipuladoras dos comportamentos adquiridos ao longos dos anos, as quais todos nós já sentimos e de que temos conhecimento, bem como do mau modelo de utilização que fazemos da televisão, permitem-nos concluir que já não estamos a tratar de um tema abstracto, mas sim de algo real que pode intervir de forma muito perniciosa no processo formador das gerações, que temos obrigatoriamente de corrigir.
Investindo na formação integral dos filhos, os pais melhoram não só a vida familiar mas também a vida social. E, seguindo o conselho de Pitágoras “devemos educar bem as crianças se não queremos vir a ter problemas com os adultos”.
Maria Susana Mexia
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