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A Igreja Católica promove
este domingo, em todas as dioceses, a sua festa anual com os jovens
católicos, que o Papa convida para uma “peregrinação espiritual” rumo à
Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2023, em Lisboa, depois da experiência
de pandemia, nos últimos meses. “Gostaria de tomar-vos
pela mão, mais uma vez, para continuarmos juntos na peregrinação espiritual
que nos conduz rumo à Jornada Mundial da Juventude de Lisboa em 2023”,
escreve Francisco, na sua mensagem para a JMJ 2021, que se vai celebrar a
nível local numa nova data, a solenidade litúrgica de Cristo Rei (21 de
novembro). Aqui
encontra a programação que as diocese estão a desenvolver em torno deste dia. O padre João Chagas,
responsável pelo setor da Juventude no Dicastério para os Leigos, a Família e
a Vida (Santa Sé), disse
à Agência ECCLESIA que as celebrações da Jornada Mundial da Juventude
(JMJ) são fundamentais para promover encontros significativos para os jovens. “A jornada é um
evento de massas, mas não é um evento massivo, ela promove um encontro
pessoal, com Cristo e entre os jovens”, assinalou o sacerdote brasileiro. Se ainda não se inscreveu
vai ainda a tempo de participar na Praça central, que decorre este ano em
Almada, na diocese de Setúbal, um encontro que se apresenta como uma “ampla
conversa” sobre cristianismo, sociedade e cultura, inspirado na Encíclica do
Papa Francisco ‘Fratelli Tutti’ (2020), incluindo uma sessão plenária,
durante a manhã, e o debate sobre quatro áreas temáticas abordadas em
mesas-redondas, ao longo da tarde: Cidadania, Política, Cultura e Diálogo. O encontro começa com
uma intervenção, em vídeo, do cardeal Sean O’Malley, arcebispo de Boston
(EUA); entre os conferencias estão figuras como Manuel Carvalho da Silva
(ex-líder da CGTP), Rita Valadas (presidente da Cáritas), Isabel Jonet
(presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome),
Fernando Soares Loja (membro da Comissão da Liberdade Religiosa) ou Carlos
Silva (líder da UGT). Francisco Ferreira,
presidente da ‘Associação Zero’, disse que a Cimeira do Clima, que
decorreu em Glasgow deixou “compromissos frágeis” e “pontos de partida”,
sublinhando, no entanto, ser necessário encarar a resolução para as alterações
climáticas “como algo mais profundo”. “Continuo a achar que
as Nações Unidas são o fórum certo para esta discussão. É um problema global,
necessita de uma solução global com todos dentro. Precisamos de cada um de
nós, ao nível das cidades, das autarquias e da concertação feita entre todas
as nações”, assumiu num encontro organizado pela iniciativa ‘Economia de
Francisco’, que juntou numa conferência digital a visão do ambientalista e a
vereadora do ambiente da Camara Municipal de Cascais, Joana Balsemão, ambos
participantes em Glasgow. Confira os argumentos
e a esperança que, apesar do caminho titubeante, continuam a acalentar. Mas há mais para ver,
ler e ouvir em agencia.ecclesia.pt Encontramo-nos lá? Tenha um excelente
dia e um ótimo fim-de-semana! |
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