Danifica a saúde das mulheres
Actualizado 9 de Março de 2013
Aciprensa / ReL
Especialistas em medicina argumentaram em Nova Iorque perante a Comissão Jurídica e Social da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU), que o aborto aumenta a taxa de mortalidade materna e danifica a saúde das mulheres.
Os especialistas, provenientes de diversas partes do mundo, afirmaram que o aborto não é necessário para promover a saúde das mulheres já que na realidade a prejudica.
Além disso rejeitaram as hipóteses dos que apoiam a expansão do aborto como “direito”, enfatizando que nas gravidezes, inclusive aquelas consideradas como de alto risco, não geram um conflito entre as necessidades da mãe e as do menino.
A Dra. Donna J. Harrison, Directora de Investigação da Política Pública da Associação Estadunidense de Obstetras e Ginecologistas Provida, conversou com ACI Prensa depois a sua intervenção perante a ONU em 6 de Março.
Harrison enfatizou que “os verdadeiros cuidados médicos diminuem a taxa de mortalidade materna, o aborto na mudança não” e assinalou que as pílulas abortivas originam “uma subida nas complicações depois do aborto. São muito mais perigosas”.
A especialista recordou que para os que promovem o aborto "é muito mais fácil promover uma pílula que o aborto cirúrgico” porque para os que realizam esta prática é “mais barato dá-la a uma mulher, que cuidar dela cirurgicamente ou estar disponível para ela no caso se apresentar alguma complicação".
Assinalou mesmo assim que as pílulas, ao não estar necessariamente debaixo da supervisão de um médico, administram-se livremente e sem ter examinado a mulher “e sem nenhum plano de seguimento". Tudo isso é o que na realidade aumenta o risco de mortalidade.
A doutora sublinhou que em países em via de desenvolvimento, se se apresentam complicações como hemorragia severa e abortos incompletos, “convertem-se em morte” porque a mulher não tem a possibilidade de aceder a uma atenção de emergência imediata.
Outro dos especialistas que interveio perante a Comissão foi o Dr. Eoghan De Faoite, membro da Junta da Comissão de Excelência na Saúde Materna da Irlanda.
O médico criticou os ataques internacionais à defesa da vida através da proibição do aborto na Irlanda e precisou que esta prática não é um procedimento medicamente necessário.
De Faoite disse que a Irlanda tem uma das taxas mais baixas de mortalidade materna no primeiro mundo e que não experimentaram o "aumento da mortalidade" que se vê noutros países ocidentais que legalizaram o aborto.
Além disso citou vários estudos que afirmam que não há dados que sugiram que o aborto diminui a mortalidade materna. O Dr. Elard Koch do Centro de Medicina Embrionária e a Saúde Materna no Chile explicou por seu turno que os dados que demonstram um aumento da mortalidade materna quando se legalizou o aborto em diversos países em redor da orbe.
Koch susteve que a mortalidade materna se pode reduzir com a educação, tendo mais técnicos especializados na atenção de partos. Precisou que uma das medidas que deve promover-se é que as mulheres tenham acesso a centros higiénicos de saúde com um pessoal altamente qualificado, em vez do aborto como alternativa que só danifica as mulheres.
Actualizado 9 de Março de 2013
Aciprensa / ReL
Especialistas em medicina argumentaram em Nova Iorque perante a Comissão Jurídica e Social da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU), que o aborto aumenta a taxa de mortalidade materna e danifica a saúde das mulheres.
Os especialistas, provenientes de diversas partes do mundo, afirmaram que o aborto não é necessário para promover a saúde das mulheres já que na realidade a prejudica.
Além disso rejeitaram as hipóteses dos que apoiam a expansão do aborto como “direito”, enfatizando que nas gravidezes, inclusive aquelas consideradas como de alto risco, não geram um conflito entre as necessidades da mãe e as do menino.
A Dra. Donna J. Harrison, Directora de Investigação da Política Pública da Associação Estadunidense de Obstetras e Ginecologistas Provida, conversou com ACI Prensa depois a sua intervenção perante a ONU em 6 de Março.
Harrison enfatizou que “os verdadeiros cuidados médicos diminuem a taxa de mortalidade materna, o aborto na mudança não” e assinalou que as pílulas abortivas originam “uma subida nas complicações depois do aborto. São muito mais perigosas”.
A especialista recordou que para os que promovem o aborto "é muito mais fácil promover uma pílula que o aborto cirúrgico” porque para os que realizam esta prática é “mais barato dá-la a uma mulher, que cuidar dela cirurgicamente ou estar disponível para ela no caso se apresentar alguma complicação".
Assinalou mesmo assim que as pílulas, ao não estar necessariamente debaixo da supervisão de um médico, administram-se livremente e sem ter examinado a mulher “e sem nenhum plano de seguimento". Tudo isso é o que na realidade aumenta o risco de mortalidade.
A doutora sublinhou que em países em via de desenvolvimento, se se apresentam complicações como hemorragia severa e abortos incompletos, “convertem-se em morte” porque a mulher não tem a possibilidade de aceder a uma atenção de emergência imediata.
Outro dos especialistas que interveio perante a Comissão foi o Dr. Eoghan De Faoite, membro da Junta da Comissão de Excelência na Saúde Materna da Irlanda.
O médico criticou os ataques internacionais à defesa da vida através da proibição do aborto na Irlanda e precisou que esta prática não é um procedimento medicamente necessário.
De Faoite disse que a Irlanda tem uma das taxas mais baixas de mortalidade materna no primeiro mundo e que não experimentaram o "aumento da mortalidade" que se vê noutros países ocidentais que legalizaram o aborto.
Além disso citou vários estudos que afirmam que não há dados que sugiram que o aborto diminui a mortalidade materna. O Dr. Elard Koch do Centro de Medicina Embrionária e a Saúde Materna no Chile explicou por seu turno que os dados que demonstram um aumento da mortalidade materna quando se legalizou o aborto em diversos países em redor da orbe.
Koch susteve que a mortalidade materna se pode reduzir com a educação, tendo mais técnicos especializados na atenção de partos. Precisou que uma das medidas que deve promover-se é que as mulheres tenham acesso a centros higiénicos de saúde com um pessoal altamente qualificado, em vez do aborto como alternativa que só danifica as mulheres.
in
Sem comentários:
Enviar um comentário