Na cúpula dos primazes das 38 províncias de todo o mundo, serão
tomadas decisões sobre questões sensíveis como a homossexualidade e as
mulheres bispos
Nestes dias, que antecipam brevemente a Semana de
Oração pela Unidade dos Cristãos, decide-se o futuro da comunhão
anglicana. De 11 a 16 de Janeiro, estão reunidos em Londres os primazes
das 38 províncias anglicanas espalhadas por 165 países, representando 85
milhões de fiéis.
Entre as questões mais sensíveis das discussões estão a homossexualidade e a ordenação de mulheres bispos, que, na última Conferência de Lambeth levantaram divergências entre a Grã-Bretanha e os países da África e da Ásia.
“Cada um de nós”, diz a carta de convocação assinada por Justin Welby, arcebispo de Canterbury, “vive em um contexto diferente. A diferença entre as nossas sociedades e culturas, bem como a velocidade da mudança cultural que existe na maioria dos países do norte, nos induzem a dividir-nos como cristãos”.
Em busca de nova unidade, a comunhão anglicana precisa encontrar espaço também para a crítica e para a dissidência profunda, contanto que se permaneça fiel à revelação de Jesus Cristo, prossegue Welby, reiterando que a igreja anglicana não tem nenhum “papa” e encontra a sua autoridade exclusivamente na “Escritura correctamente interpretada”.
Entre os ouvintes do mundo católico convidado para a conferência, relata o Osservatore Romano, figura Jean Vanier, fundador da comunidades A Arca. Em Outubro passado, por ocasião do sínodo da Igreja anglicana, tinha sido convidado o pregador da Casa Pontifícia, pe. Raniero Cantalamessa.
Entre as questões mais sensíveis das discussões estão a homossexualidade e a ordenação de mulheres bispos, que, na última Conferência de Lambeth levantaram divergências entre a Grã-Bretanha e os países da África e da Ásia.
“Cada um de nós”, diz a carta de convocação assinada por Justin Welby, arcebispo de Canterbury, “vive em um contexto diferente. A diferença entre as nossas sociedades e culturas, bem como a velocidade da mudança cultural que existe na maioria dos países do norte, nos induzem a dividir-nos como cristãos”.
Em busca de nova unidade, a comunhão anglicana precisa encontrar espaço também para a crítica e para a dissidência profunda, contanto que se permaneça fiel à revelação de Jesus Cristo, prossegue Welby, reiterando que a igreja anglicana não tem nenhum “papa” e encontra a sua autoridade exclusivamente na “Escritura correctamente interpretada”.
Entre os ouvintes do mundo católico convidado para a conferência, relata o Osservatore Romano, figura Jean Vanier, fundador da comunidades A Arca. Em Outubro passado, por ocasião do sínodo da Igreja anglicana, tinha sido convidado o pregador da Casa Pontifícia, pe. Raniero Cantalamessa.
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