domingo, 28 de maio de 2017

Quem se salva já não lê jornais?

Bom dia!
Hoje é um domingo especial para nós, com a celebração do 51.º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Este ano, o Papa apela a ‘Comunicar a esperança e a confiança no nosso tempo’, quebrando a lógica de “notícias más” e rejeitando o sensacionalismo.
Um dia para refletir sobre o nosso trabalho e a missão de todos os comunicadores, desafiados num tempo em que desaparece a confiança nas mediações tradicionais, mas em que aumenta desmesuradamente a credulidade em fontes de informação falsas. Um mistério.
A frase que abre esta mensagem não é originariamente uma pergunta, mas uma afirmação – faz parte de uma das músicas da banda brasileira ‘The Baggios’. Para mim, como jornalista, no entanto, é um questionamento. E tantas vezes na vida o mais importante mesmo é a questão…
O sábado de trabalho foi preenchido, essencialmente, entre dois polos: Fátima e Génova.
Na Cova da Iria encerrou-se o colóquio histórico sobre o centenário das aparições, que deixou clara a necessidade de se continuar a investigar um fenómeno fundamental para a história de Portugal e do mundo no século XX.

Já em Génova, onde o Papa se apresentou como filho de imigrantes italianos, o dia foi preenchido com vários encontros nesta cidade costeira, terra de navegadores, que recebeu Francisco em festa. Sem esquecer os cristãos assassinados no Egito e os mais desfavorecidos.

Desejo-lhe um santo domingo e um dia cheio de boas notícias. Ou melhor, da boa notícia.
Octávio Carmo

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