quarta-feira, 3 de maio de 2017

Ação Católica Italiana fez 150 anos. Festejam com o Papa

O Santo Padre pediu estar abertos a quem os circunda, no diálogo que se pode planejar um futuro comum

(ZENIT -Roma, 2 Mai. 2017).- Uns 70 mil membros da Ação Católica Italiana tem participado neste domingo 30 de abril, de um evento pelos 150 anos da associação. O Papa Francisco deu uma volta com o papamóvel pela Praça de São Pedro, onde foi recebido por saudações do Presidente da Ação Católica Italiana, Matteo Truffelli, e pelo aplauso da multidão.
“Uma ocasião única –escrevem os organizadores– para recordar com gratidão a história que nos precedeu, agradecer por este tempo extraordinário que nos é oferecido agora e projetar um futuro ainda mais bonito”,
O Santo Padre pediu estar abertos a quem os circunda: “Busquem sem medo o diálogo com quem vive a seu lado, pensa diferente, mas como vocês, quer a paz, a justiça e a fraternidade. É no diálogo que se pode planejar um futuro comum”, disse.
Francisco começou lembrando o nascimento da ACI, a partir do sonho de dois jovens, Mario Fani e Giovanni Acquaderni: “È uma história bonita e importante de homens e mulheres de todas as idades e condições que apostaram no desejo de viver juntos o encontro com o Senhor, independentemente de sua posição social, preparação cultural e local de proveniência. Com seu esforço e competências, contribuem para construir uma sociedade mais justa, fraterna e solidária. É uma história de paixão pelo mundo e pela Igreja: figuras luminosas de fé exemplar, que servem o país com generosidade e coragem”.
“No entanto, ter uma história bonita -disse o Papa- não serve para se olhar no espelho ou sentar-se comodamente na poltrona!, ressalvou. “Encorajo vocês a prosseguirem como um povo de discípulos-missionários, como nos ensinaram grandes testemunhas de santidade que marcaram o caminho de sua associação: Giuseppe Toniolo, Armida Barelli, Piergiorgio Frassati, Antonietta Meo, Teresio Olivelli e Vittorio Bachelet”. ¡
“Que a sua pertença à diocese e à paróquia se encarne ao longo das ruas das cidades, dos bairros e dos países. E assim como nos últimos 150 anos, sintam a responsabilidade do serviço à caridade, o engajamento político, a paixão educativa e a participação no debate cultural. Ampliem seus corações, sejam viandantes da fé para acolher, escutar e abraçar todos, especialmente os pobres, aqueles que foram feridos pela vida e se sentem abandonados e buscam abrigo em nossas casas e cidades”.
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