quarta-feira, 3 de maio de 2017

A Congregação para as Igrejas Orientais completa cem anos

Organiza nos dias 4 e 5 de maio o Congresso intitulado “Identidade de uma missão futura, entre passado e presente”

Card. Leonardo Sandri
Card. Leonardo Sandri
(ZENIT – Roma, 3 Maio 2017).- A Congregação par as Igrejas Orientais completa cem anos e para recordar a data, em colaboração com o Pontifício Instituto Oriental, organiza nos dias 4 e 5 de maio o Congresso intitulado “Identidade de uma missão futura, entre passado e presente”.
Instituída por Bento XV a Congregação tem como missão favorecer o crescimento, salvaguardar os direitos e o patrimônio litúrgico, disciplinar e espiritual das comunidades católicas orientais de rito armênio, bizantino, copta e sírio, ou seja, aquelas que após o Cisma de 1054 romperam com os Patriarcas Ortodoxos do Oriente (Constantinopla, Alexandria, Antioquia e Jerusalém) e voltaram à plena comunhão com o Pontífice Romano, preservando no entanto sua Liturgia e direito eclesiástico.
Atualmente a Congregação é constituída por 32 membros, entre cardeais, arcebispos e bispos. O prefeito é o cardeal argentino Leonardo Sandri, nomeado em 9 de junho de 2007 por Bento XVI.
A Congregação para as Igrejas Orientais tem também jurisdição absoluta sobre os Bispos, cleros e religiosos nas regiões onde estão inseridas estas comunidades. Grécia, Albânia meridional, Bulgária, Chipre, Turquia, Irã, Iraque, Jordânia, Síria, Líbano, Palestina, Península do Sinai, Egito, Eritreia e Etiópia setentrional
Sob o Pontificado de João Paulo II, com a Constituição Apostólica Pastor Bonus, de 28 de junho de 1988, adquiriu o perfil atual.
De 1917 a 1967, à frente do dicastério estava o próprio Pontífice, que delegava as suas funções aos Cardeal Secretário. O papel de Secretário era desempenhado por um prelado com o título de assessor. A partir de 1967 assumiu o título de Prefeito.
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